Memorial Ruth Laus Guest Book

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Saudade da querida amiga Ruth. Sempre preocupa em preservar a memória do irmão. Foi desta forma que a conheci. Ruth me procurou para fazer a homenagem a Harry no Museu Histórico em 2005. Em 2006 repetimos o evento. Guardo com muito carinho lembranças da amiga Ruth.

Susana Bianchini <susanabsimon@hotmail.com>
Florianópolis, SC Brasil - 21-janeiro-2009 / 17:19:21
RUTH ERA IRMA DE MEU TIO OGE LAUS NAO A CONHECI MAS TANTO MEU TIO COMO MINHA PRIMA ALINE LAUS FALARAM DELA COM TANTO ENTUSIASMO QUE RESOLVI LER SEUS LIVRO QUE ELES TINHAM EM SUA CASA FIQUEI FASCINADA COM SUA OBRA E FOI MUITO LINDA A HOMENAGEN QUE FIZERAM

RAQUEL RIBEIRO KRETZMANN <RAQUEL.KRETZMANN@GMAIL.COM>
PORTO ALEGRE, RS BRASIL - 17-janeiro-2009 / 20:12:21
Ruth era prima de meu pai. A lembrança mais clara que tenho dela era a da sua constante alegria. Ao retornar de Santa Catarina no início de 2008 soube por um site da morte de Ruth. Hoje, ao descobrir a foto da bisavó Amélia (que não conheci) pensei comigo: a Ruth, mesmo após descansar dos seus caminhos pela terra ainda continua nos alegrando... Valeu Egeu!

Antonio Carlos de O. Laus <antoniocarlos.laus@gmail.com>
Rio de Janeiro, RJ Brasil - 17-junho-2008 / 22:32:13
Acredito que, sobre Ruth Laus, o texto feito sobre a sua 'Uma Viagem de Ruth' demonstra o que seus familiares mais próximos pensam.

O livro de Ruth surpreende pelo envolvimento sentimental que nos prende do início ao fim. São bons momentos de leitura e de afinidade. Ler, estar nesta Viagem ao Desencontro nos leva a muitas paragens. Passamos pela França, Itália, Egito, Argentina, Brasil e pela pequenina, não em importância, mas amada Tijucas.

Sentir as personagens retratadas de forma completa, simples e objetiva demonstra o potencial da escritora. Mais; demonstra sua versatilidade, sua capacidade criadora. Demonstra sua vida. Ali, nas entrelinhas de Paula, vemos as experiências vividas ou conhecidas de Ruth. Nestas condições a nós fica claro que ela veio pra ficar. Seu romance mostra, em poucas páginas, sua riqueza, seu conhecimento, sua cultura, sua qualidade e capacidade observadora. Mais ainda, sua delicadeza de ser quem tudo vê, tudo apreende, tudo sente e tudo aspira. Ela tem uma imensa capacidade de viver e lutar que a poucos é permitido.

Ruth tem na Viagem uma maneira especial de narrar, tem uma linguagem que observa detalhes e nos faz imaginar as minúcias; tem uma delicadeza de tratar suas personagens e, com isto, elevar os sentimentos do leitor. Ela domina, completamente, os pensamentos das personagens. Seu irmão, Harry, uma vez me disse que “fazer literatura significa dominar completamente o pensamento da personagem”. Ruth faz isto com maestria em seu romance de ficção. Ela retrata a vida em torno da história apresentando sua coragem, não a coragem de Paula, mas a coragem de Ruth Laus. Seu livro é sua confissão de vida ainda em vida. Era para ela não perder seu tempo no confessionário mais tarde.

Seus desencontros amorosos, tanto da personagem como da autora, levaram e lançaram Ruth em busca da distribuição do seu amor aos irmãos e sobrinhos. Dar, mas à sua maneira. Com esta sua angústia de dar e não querer receber muitas vezes ela machucou os mais sensíveis, causou lágrimas em quem ela não queria. Ela sabia, sua armadura de sofrimentos de amores passados não permitia uma maior proximidade. Ela não se permitia ser amada com ‘mãe’. Só como mulher. Com isto ela foi uma só, presente e rodeada de pessoas que lhe admiravam, que lhe emprestavam um certo carinho. Com isto ela lapidou seu gênio indomável, corajoso, livre. Hoje, após ler a sua Viagem, sei que a conheço mais.

Ruth deixou em todos uma lacuna de presença. Um aperto no coração. Uma lágrima que teima em cair. Em alguns, mais do que em outros. Em nós, seus sobrinhos, filhos de seus irmãos queridos, ela deixou uma imagem de doação, de desprendimento. Ela doou seus bens materiais em vida e nos deixou a sua maior riqueza: seus pensamentos, seus livros, seus quadros. Em nós, seus sobrinhos, filhos dos filhos de seus irmãos amados, ela deixou lágrimas azuis e uma saudade incolor. Ela deixou uma angústia que abafa nosso choro, mas nos faz lembrar do sorriso maroto, das tiradas inteligentes, das sátiras e das broncas que magoavam nossos pequeninos corações. Suas broncas não eram para os corações. Eram para a personalidade.

Tia Ruth queria receber de nós amizade e amor, incondicionalmente. Eu não consegui lhe dar. Fui apenas um sobrinho pequeno. Sinto não ter tido a grandeza de ter sido seu amigo fiel, ou ter a coragem dizer que lhe amava, que lhe admirava. Mais, no seu último dia tomei decisões que não eram de seu desejo e as terei que carregar sozinho. Meu reconhecimento talvez tenha vindo tarde para ela. Não para mim.

Beijo grande,

Cesar

Ps. Tentamos, seus sobrinhos, todos, cada um a sua maneira, realizar mais este seu desejo: publicar a reedição da sua Viagem. Ficou bonita. Esta é a nossa última homenagem a ti que fostes em tua Viagem ao Desencontro. Muitas últimas nós ainda faremos. Tia Ruth, leve o nosso enorme agradecimento, profundo reconhecimento e eterno carinho. Leve, também, por nós, o nosso beijo azul para os nossos pais amados e para os pais dos nossos pais queridos – Oliveirinha, Jenny, Didi, Té, Jayme, Egeu, Alceu, Éti, Córa, Harry, Ôge e Belela, e aos que não conhecemos (Zínia, Ôge e Plínio) e aos seus amores também. Ah, e para os nossos avós também. Os cinco.

Ruth Laus fez sua viagem em 87 anos, 7 meses e 17 dias. E noites. De 25/1/1920 a 12/9/2007.

Cesar Laus Simas <cesarlaus@newsite.com.br>
Florianópolis, SC Brasil - 27-maio-2008 / 10:52:34



Quero informar a todos, amantes da poesia e da arte, assim como foi tão profundo o amor que a família LAUS sempre teve para com a vida e as artes, que estamos ensaiando minhas composições musicais nas poesias dos LAUS (Celeste, Córa, Judith, Ruth, Lausimar,Harry e Renato). É emocionante tocar e cantar tão lindas poesias. Estamos muito agradecidos pelas mensagens de amor ao próximo, a vida e a arte passados nas poesias. O livro que musiquei as poesias é: "O Jardim de Judith", org. RUTH LAUS. Recomendo este livro a quem quiser descobrir como podemos viver feliz, com muitos amigos, com amor a natureza e as pessoas e acreditando que sempre podemos contribuir para melhorar a vida de todos, atrevés da arte, da sensibilidade, da emoção, da alegria de viver!!! Em breve estaremos apresentando nosso trabalho em uma turnê de apresentações, pois acreditamos que sempre devemos enaltecer os valores artísticos catarinenses, tão bem representado nas obras da família LAUS. Abraços a todos, MARCO AURÉLIO SCHMIDT (Joinville - SC)

Marco Aurélio Schmidt <namar@pop.com.br>
Joinville, SC Brasil - 30-abril-2008 / 6:58:32
É de fundamental importância não deixarmos ao acaso, as tamanhas contribuições que esta e outros literatos nos deixam. Parabéns!

Ubiratan Morlo Barreto <ubiratanmbarreto@hotmail.com>
Navegantes, SC Brasil - 2-abril-2008 / 9:05:17
Deixo meu reconhecimento a relevância desta artista íntegra e contundente...um abraço terno Tatiana Cobbett

Tatiana Cobbett <cobbett@hotmail.com>
florianópolis, SC Brasil - 1-abril-2008 / 14:26:31
A minha visita se prende a uma curiosidade, tenho tres quadros assinados por Laus que me foram deixados por meu pai, teria Ruth tido uma fase como pintora?

Sergio I. Canavarro Costa <sicc@oi.com.br>
Rio de Janeiro, RJ Brasil - 13-março-2008 / 19:05:41
Gostaria de informar ao produtor deste blog que ao comparecer na comemoração de aniversário de Dona Ruth Laus,eu Rosemira estava acompanhada de meu NOIVO Rogerio Morelato,e nâo amigo como foi citado na foto. Gostaria também de resaltar, que na foto de minha filha Karime, a informação correta é:Responsavel pela biblioteca"Ruth Laus" da Escola Municipal Dona Dilma Mafra-Bombinhas. Desde já agradeço,e aguardo a retificação das informações.

Rosemira da Graça Lobo <rosemiralobo@hotmail.com>
Bombinhas, sc BR - 8-março-2008 / 15:11:14
Querida Ruth, Estranhei não estar conseguindo falar contigo ao telefone. Evitei pensar no pior. Mas hoje a saudade apertou e usei um site de procura para saber se teria notícias suas. Eis que se confirma minha suspeita: "somente a solidão esta pantera foste tua companheira inseparável" Guardarei com carinho redobrado o quadro com sua pintura feito por Edweiss que me deste de presente e a levarei sempre comigo no coração. Obrigado por tudo: pelas conversas ao telefone, por nossos jantares no Rio, por nosso encontro em Porto Belo, pelos conselhos, livros, enfim...

Saudades sempre

Emerson Montovani <montovani@gmail.com>
Rio de Janeiro, RJ - 28-fevereiro-2008 / 16:01:34
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