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Agora pega o dinheiro da propina e do patrocínio dos árbitros para pagar advogado ou subornar alguém para pedir sua extradição para o Brasil seu filho da puta.

Anônimo
Brasil - 27-Maio-2015 / 17:04:21
colega da Paraíba, me interessei pelo o seu caso e dos companheiros da Paraíba. Sindicato tem que ser combativo.

Me add no zap: 21 98328 4514.

Mais democracia na arbitragem.

Marcal Rodrigues Mendes
Brasil - 15-Maio-2015 / 13:29:35
Olha, vou te falar, aqui na Paraíba é uma piada, temos um sindicato de merda e um presidente que gosta de aparecer. Fica só se vangloriando e não faz nada pelos árbitros.

Criou um grupo de whatsapp ridículo, onde as pessoas ficam só pra não contrariar o mesmo. Esse analfa megalomaníaco acha que é Deus.

Ele seu estafeta, o vice, dois ridículos, enquanto isso as taxas esta atrasadas. Aliás nesse grupo tem um monte de idiota, alias tem duas idiotas que batem palma para maluco dançar.

Bando de desocupado do caralho, apitar futebol que é bom nada...

cangaceiro
Brasil - 6-Maio-2015 / 12:14:08
Sérgio Corrêa disse que o Rodrigo de Sá é antigo, atrasado e não é moderno. kkkkk, novidade, pode colocar outros por ai da FERJ. Esse quadro do verde A é de dar vontade de chorar.

PQP, só afilhado que não fazem nada, só apitam maraca enhenhao etc. Quando tem que ir a São João da Barra, Goytacaz etc, botam os verde B etc.

Raros são os A que prestam, essa COAF é ridícula, a maioria não tinha nem onde morar e hoje são milionários.

Rogério
Brasil - 24-Abril-2015 / 19:12:15



Salvio é aquele juiz paulista conhecido pelos amigos como um grande amigo? Se falou esta certo. E a arbitragem do jogo da Libertadores ele também criticou. No site do uol, os comentaristas falaram totalmente ao contrário.

A atuação do árbitro Sandro Meira Ricci foi polêmica. O juiz saiu do clássico São Paulo 2 x 0 Corinthians contestado pela expulsão de três jogadores. A performance de Ricci na partida de quarta-feira, no Morumbi, foi criticada pelos comentaristas de arbitragem.

O ex-árbitro Carlos Eugênio Simon, comentarista da Fox Sports, criticou duramente a atuação de Ricci, dando "nota 4" para o juiz. Comentarista da ESPN Brasil, Salvio Spinola também reprovou o desempenho de Ricci.

Já o comentarista da Rede Globo, Leonardo Gaciba, foi mais brando no comentário contrário a Ricci.

A expulsão de Sheik foi justa? Luis Fabiano e Mendoza mereciam ter levado cartão vermelho? Confira o que os comentaristas de arbitragem disseram durante a transmissão:

1- EXPULSÃO DE EMERSON SHEIK

Árbitro acertou, disse Leonardo Gaciba, da Rede Globo

"O Emerson deu um pontapé intencional. Agressão feita fora de lance com bola. Se fosse em lance de disputa [não seria para vermelho], mas foi fora da bola. Um pontapé desnecessário no adversário"

Árbitro errou, disse Salvio Spinola, da ESPN Brasil

"O lance envolvendo o Emerson foi mais uma atitude antidesportiva do que uma conduta violenta. Não poderia ser caracterizada como uma agressão"

Árbitro errou, disse Carlos Eugênio Simon, da Fox Sports

"Ele [Ricci] se perdeu aos 19 min quando expulsou o jogador Sheik. E de lá pra cá foi um erro atrás do outro"

2 - EXPULSÃO DE MENDOZA

Árbitro errou, disse Leonardo Gaciba

"Não achei que foi agressão [do Mendoza], rigoroso demais. O jogador não agride. Ele [Ricci] entendeu que foi tentativa de agressão. E para teor de regra, a tentativa de agressão tem o mesmo critério da agressão: é cartão vermelho. Particularmente, acho exagerada a expulsão do Mendoza".

Árbitro errou, disse Carlos Eugênio Simon

"O Luis Fabiano simulou. Não houve agressão. Irreconhecível o Sandro nesta noite. A minha nota é 4"

3 - EXPULSÃO DE LUIS FABIANO

Árbitro acertou, disse Leonardo Gaciba

"Pode ser considerada simulação. Concordo [com a expulsão do Luís Fabiano]"

Árbitro acertou, disse Carlos Eugênio Simon

"Está certo o árbitro [em dar segundo cartão amarelo para o Luis Fabiano]. Cartão amarelo por simulação. Na minha atitude, era amarelo para o jogador do Corinthians [Mendoza] e amarelo para o Luis Fabiano"

Anônimo
Brasil - 23-Abril-2015 / 23:41:27
Alguma dúvida de que o futebol do Rio está morrendo?

Parabéns FERJ por acabar com o que um dia já foi o centro das atenções do Brasil. Brevemente estará perdendo em audiência até mesmo pro Fut7.

Dói ligar a TV e assistir Série A3 Paulista, Curling, Bocha, tudo isso e nada do nosso futebol.

http://globoesporte.globo.com/rj/sul-do-rio-costa-verde/futebol/times/barra-mansa/noticia/2015/04/jogadores-se-reunem-com-diretoria-para-cobrar-salarios-atrasados.html

http://globoesporte.globo.com/rj/serra-lagos-norte/

http://globoesporte.globo.com/rj/serra-lagos-norte/noticia/2015/04/multa-vista-sem-presidente-tecnico-e-time-sao-pedro-pode-largar-serie-c.html

Anônimo
Brasil - 22-Abril-2015 / 18:55:33
FERJ X FLU & FLA - Vai sobrar para quem?

O presidente do Fluminense, Peter Siemsen, criticou duramente a decisão da Ferj (Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro) de transferir a segunda semifinal do Campeonato Carioca com o Botafogo para o Engenhão, casa do rival. Segundo o mandatário tricolor, a mudança de local representa o 'casuísmo' da federação em seus posicionamentos, assim como a vontade de prejudicar o clube das Laranjeiras reiteradamente. A partida será disputada às 18h30 deste sábado.

O Fluminense acusa a Ferj de transferir o jogo do Maracanã para o Engenhão com a intenção de favorecer o Botafogo, clube que tem se mostrado alinhado com a entidade durante esta temporada, ao contrário do desafeto tricolor. O presidente do time das Laranjeiras lembrou outros episódios deste Carioca onde a equipe saiu prejudicada por decisões da federação.

O Tricolor saiu na frente no confronto semifinal com o Botafogo ao vencer a primeira partida por 2 a 1 no último sábado, com dois gols de Fred. O Fluminense joga agora por um empate para decidir o Carioca com Flamengo ou Vasco.

Confira a nota na íntegra:

"Não vão nos calar!

Se alguém quer melhor exemplo de bagunça, falta de transparência e desrespeito ao torcedor, é só acompanhar a gestão da Ferj. Todo mundo sabe que um evento, uma empresa, um trabalho de sucesso depende de talento, suor e, principalmente, de planejamento. As mudanças contínuas de locais de jogo, de regras da competição, de interpretação... Ora não existe mandante, depois, quando interessa, passa a existir... Ora é aplicado um cálculo no borderô, depois é modificado. Os números nunca batem. As atas das reuniões nunca estão disponíveis. A ausência de transparência é total. A famigerada "lei da mordaça". A mudança de critérios para interpretar cada caso ao bel prazer da Federacão e beneficiar 'seus aliados' em detrimento de outras associações já virou praxe, trazendo na lembrança do carioca uma fase muito triste do Brasil, a ditadura. Utilizando frases, bravatas e retóricas para tentar esconder o que o público já sabe.

A Federação é administrada como se pertencesse ao presidente da entidade e seu grupo de apoio, usando todos os subterfúgios de regras mal escritas, coação econômica e toda a prática clientelista possível. Além, é claro, de enorme voracidade arrecadadora da entidade, criando uma Federação rica e um campeonato com constantes prejuízos nos jogos, bem como com um grande número de clubes enfraquecidos economicamente. Tudo isso visa esconder um presidente incapaz de apresentar conhecimento técnico ou solução de qualidade para aquele que já foi o mais importante Campeonato Estadual do Brasil, perpetuado no poder com uma prática em que a soma das ligas amadoras com os times da Série C do Estadual são maioria no colégio eleitoral.

O ódio que o presidente da Federação nutre pelo nosso clube só nos enche de orgulho por não participar de um esquema de benefícios para os aliados. O Flu quer mudar, quer transparência, quer democracia de verdade, quer ter liberdade de expressão e não vai abaixar a cabeça. Se necessário, vai levar esta luta, com todos os obstáculos impostos pela ditadura da Federação, até que o Carioca possa se livrar dessa vergonha e venha a ter uma Ferj moderna, séria e governada por pessoas de alta qualidade, como merece a Cidade Maravilhosa.

Nós não nos importamos em jogar no Engenhão. Aliás, estádio de grande valor em nossa história, no qual ganhamos dois títulos brasileiros, deixando definitivamente a nossa marca e onde nos sentimos em casa. O que nos importamos é com as constantes mudanças para beneficiar os 'aliados' do momento em detrimento a outros. Só neste Estadual, já enfrentamos a "lei da mordaça", a tentativa de intervenção no lado da torcida no estádio, a tentativa de mudar a fórmula da operação comercial do Maracanã, a tentativa de criação da meia-entrada universal, o fim dos benefícios do sócio torcedor e por aí vai.

No caso do Fluminense, tivemos a transferência do jogo contra o Friburguense para Volta Redonda, a transferência do jogo contra o Vasco para um Engenhão em obras e, finalmente, agora a transferência do jogo contra o Botafogo para o Engenhão que segue em obras, com capacidade reduzida, colocando em risco público e espetáculo, quando o Maracanã está em perfeitas condições de uso. O que mais chama a atenção é que no caso da transferência do jogo contra o Vasco para o Engenhão, a Ferj alegou que não existe mando em clássico e que ela coloca o jogo onde bem entender. Agora, no jogo com o Botafogo, ela entende que tem mando e, por isso, não precisa consultar o Fluminense. São dois casos claros de casuísmo para atender seus 'aliados'. Por fim, vale lembrar das denúncias e inquéritos sobre declarações críticas ao campeonato e/ou a gestão da Federação por pessoas que representam Fluminense e Flamengo, enquanto o presidente, que hoje envergonha a instituição fundada pelo Fluminense há mais de 100 anos, fala palavrões em arbitrais, xinga dirigentes, dá declarações desrespeitosas e nenhuma denúncia e inquérito a ele são sequer mencionados.

Ainda é importante lembrar que o Fluminense deu entrada no pedido de certificação de clube formador previsto na Lei Pelé há mais de um ano e meio na Ferj. Esta, simplesmente, engavetou o processo para prejudicar o clube, tendo em vista que todos os requisitos estavam ali atendidos. O Fluminense não se abateu com as dificuldades criadas pela Ferj e requereu à CBF que avocasse para si a vistoria e a elaboração do parecer. Em menos de dois meses recebemos da CBF a Certidão de Clube Formador.

Como tudo isso não tem limite, esta semana estamos novamente diante de um caso gravíssimo. Não bastasse a expulsão do nosso atleta Fred para impedir que ele jogasse contra o Madureira (aliado), o julgamento da injusta expulsão e das declarações dadas pelo atleta na saída de campo será amanhã, enquanto atletas de CRVG e CRF, expulsos anteriormente, tiveram seus julgamentos adiados. Será que mais uma vez está trabalhando para tirar o nosso craque do jogo de sábado?

Mais uma vez, o Flu vai enfrentar muito mais do que um jogo, mas todo um sistema construído ao longo de muitos anos para favorecer os aliados, perpetuar o poder e prejudicar aqueles que têm opiniões diferentes e que possam representar um sopro de mudança. Não serão as dificuldades impostas que vão nos desanimar. Pelo contrário. Só nos trazem a certeza de que se trata de um caminho sem volta. O futebol carioca precisa de coragem, seriedade e modernidade. Esta luta não tem data para acabar. Vamos seguir jogando e lutando para mudar o futebol brasileiro.

O Fluminense sabe que para esta situação ser modificada vai exigir não somente o questionamento público dos desmandos, mas a tomada de medidas judiciais que venham a limitar o nível de intervenção e de desequilíbrio causados pela Federação, além da compensação dos prejuízos.

Peter Eduardo Siemsen, - Presidente do Fluminense Football Club"

Anônimo
Brasil - 15-Abril-2015 / 0:04:10
Todos eu sei quem são, agora me diga quem é seu madruga divide taxa? kkkkk.

Anônimo
Brasil - 12-Abril-2015 / 14:14:16
Depois daqueles 3 pênaltis para o bacalhau? KKKKKKKKKK.

Manda a pg do face, pois este sacana pode pegar qtas desejar, mas trair os de preto....

Anônimo
Brasil - 12-Abril-2015 / 10:27:40
Estive no Maracanã e apreciei uma grande atuação da equipe de arbitragem no jogo FLUMINENSE x BOTAFOGO. Cavaleiro, Muniz, Silbert, Arleu e Elton, tendo como assessor a experiência e alegria do JJ Loureiro, deram um show no aspecto individual e apresentaram um trabalho em equipe como pouco se viu no Brasil até o momento.

Uma arbitragem madura, não deixando nenhum atleta os comissão dos clubes esboçar qualquer reclamação. Dentre tantas turbulências, espero que as comissões do RJ e CBF olhem com carinho para esses colegas, que cada vez mostram que são capazes de atuar em grandes jogos sem causar problemas.

analisador <atuacaodegala@aula.com>
RJ, Brasil - 12-Abril-2015 / 3:44:25
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