AFOGADOS DA INGAZEIRA - MEMÓRIAS Guest Book

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Saudações, conterrâneos,

Faço vênia a todos, a fim de solicitar o auxílio de quem possa contribuir para a Memória da nossa querida Afogados da Ingazeira. Estou elaborando um trabalho de conclusão de curso (História) cujo tempo escolhido foi "A Década de 80". O "Nosso Olhar" é sobre como a juventude se mobilizou em prol de trazer a faculdade (FAFOPAI) para a nossa cidade, atitude esta que derivou em novas adesões, ao ponto de toda a sociedade haver participado.

Pelo que me consta, houve manifestações em frente à Catedral em mais de uma oportunidade. Até agora não achei fotos com ninguém dos que consegui entrevistar. Um trabalho desse apresenta certa dificuldade, e a gente nem sempre consegue os dados. Como é um trabalho que a sociedade afogadense terá acesso, posteriormente, faço um apelo, aqui, na crença de que muitos que escrevem devem ter participado desse movimento, ou conhecido alguém que participou.
Diante disso, apelo para quem tiver alguma informação que possa contribuir nesse resgate de memória da cidade, entrar em contato por e-mail.

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Caro Winícius, sugiro pesquisar na própria Faculdade, entre os primeiros alunos e professores. De antemão te indico duas pessoas que poderão te ajudar: Profa. Socorro Dias e o Dr. Milton Oliveira, dentre tantos outros.
Torço para que consigas lograr êxito nessa tua busca.
Como estás concluindo o Curso de História, aproveito e sugiro procurar, também, na FAFOPAI, o "Álbum Iconográfico de Afogados da Ingazeira", de nossa autoria, em Blu-Ray - desde 1900, até o final de 2014. Esse trabalho retrata 114 anos de Iconografia Histórica da nossa cidade.
Caso tenhas dificuldade em encontrar um equipamento reprodutor de Blu-ray, quando em for por aí te informo para que possas visualizar 657 imagens desse trabalho, em pouco mais de 1h. (Fernando Pires)

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Winícius Dias Vasconcelos Galdino <winiciusdvg@gmail.com>
Afogados da Ingazeira, PE Brasil - 19-Agosto-2016 / 18:26:17



CLIQUE AQUI, E VEJA IMAGENS DO NOSSO

IMÓVEL DISPONÍVEL PARA ALUGUEL


Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 15-Agosto-2016 / 8:55:50




Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 15-Agosto-2016 / 8:33:49

Na qualidade de pernambucano e compositor da canção "Yane - a Garota de Ouro" que fiz em homenagem à ilustre cidadã afogadense YANE MARQUES - desejo aqui destacar a sua valiosa contribuição para o nosso Estado, sobretudo, por mais essa recente vitória conquistada, qual seja, conduzir o nosso pavilhão nacional na Abertura dos Jogos Olímpicos 2016 no Rio de Janeiro.

Rogério Andrade <juneran@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 6-Agosto-2016 / 13:54:48

Por Magno Martins, no seu blog:

Tenho razão de chorar por Yane

Elogiada no mundo inteiro, a solenidade de abertura das Olimpíadas, ontem, no Rio de Janeiro, maltratou nossos corações. Valeu a espera até tarde da noite, de olhos grudados na televisão, para ver Yane Marques, a porta-bandeira brasileira, sacolejar o Maracanã com bossa e maestria, levando e levantando a bandeira nacional. Estamos tristes e desapontados com o Brasil da Lava Jato e dos corruptos, mas quem não ficou orgulhoso com o show de competência na produção da festa? Deu para aliviar um pouco o nosso sofrimento, a nossa angústia, a nossa dor rompida pela crise.

De arrepiar mesmo foi sentir que a cada passo que Yane dava na Avenida da Olimpíada, apresentando o Brasil ao mundo, ali estava o Sertão tipificado. Seu brilho amenizou nossas dores secretas, que se juntam na irmandade sertaneja, o nosso jeito próprio de superar adversidades. Ver Yane foi ver gibão e chapéu de couro, o Brasil sertanejo, do coco, das emboladas, do forró, da zabumba e dos vialejos.

O Brasil das vaquejadas, do aboio dos vaqueiros, do arranco das boiadas nos fechados ou nos tabuleiros. Já disse um poeta que no sertão que a gente mora, mora o coração da gente. A roupa de Yane era verde e amarela, as cores do Brasil. Mas ali enxerguei também, investido de paixão sertaneja, a roupa de couro empoeirada, numa prova para o mundo inteiro que ela veio do Sertão.

O Sertão de poetas e trovadores, de violeiros e repentistas, de cordelistas que só Deus soube criar. O Sertão tem espinhos, é verdade, que doem muito, mas tem também a for do mandacaru, a flor do amor. Tem uma lua branquinha e formosa, um carro de boi sempre a gemer. Tem curral desmoronado pela seca, mourão velho deitado, touro valente, vaca braba e barbatão.

Tem caboclo vaqueiro de grande bravura, vestido de couro, na mata mais dura, entrando pelo mato para pegar boi brabo. O Sertão que Yane encarnou é de gente também que nunca estudou matemática, nunca aprendeu português, mas sabe fazer um verso que muitos letrados não são capazes. Versos que rasgam o nosso coração como se fosse uma navalha, retalhando a alma. > Vi e chorei Yane porta-bandeira eleita pelo povo brasileiro. Ali no cantinho do meu quarto, pensando em escrever algo em sua homenagem para todos nós lavarmos a alma, recorri a uns versos de Rogaciano Leite, pajeuzeiro como Yane, ela de Afogados da Ingazeira, como eu, ele de São José do Egito, cidades-irmãs que se confundem pela beleza e bravura do seu povo. Escrita em 1950, a estrofe abaixo imortalizou Rogaciano:

"Senhores críticos, basta!
Deixai-me passar sem pejo,
Que o trovador sertanejo
Vai seu pinho dedilhar...
Eu sou da terra onde as almas
São todas de cantadores
-Sou do Pajeú das Flores
Tenho razão de cantar!

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 6-Agosto-2016 / 9:46:37

Álbum Iconográfico de Afogados da Ingazeira

Meses atrás tive a alegria de receber um belo presente de Fernando Pires: 654 imagens em mídia blu-ray do seu acervo de fotos de Afogados da Ingazeira! Um trabalho primoroso, feito ao longo dos anos, e, postado no site “Afogados da Ingazeira, Ontem & Hoje”. Que (falo por muitos) nos faz muita falta!
Uma conversa no Facebook entre duas mulheres de Afogados sobre a saudade de amigos que não se viam há mais de trinta anos, e de um tempo que ficou congelado em suas mentes, me fez pensar: “Vou criar um grupo para que pessoas como elas possam se reencontrar e matar a saudade.”
Fotografei as fotos do Blu-ray e postei no grupo, sempre lembrando que aquele acervo é de Fernando Pires. As reações de grande emoção acontecem sempre que uma foto é postada e, nela se vê algo familiar, amigos, amores, lugares, ruas e praças. Esse grupo cresceu e outras fotos vieram de álbuns de outras famílias.
Fernando, nós os afogadenses que vivemos fora, sabemos da importância que tem esse acervo que conta a história da nossa cidade. Para mim e para essas centenas de pessoas do grupo: “Afogados da Ingazeira do meu tempo”, só temos a lhe agradecer imensamente.
Grande abraço, querido amigo.

Maria Dapaz <dapazcantora@hotmail.com>
São Paulo, SP Brasil - 31-Julho-2016 / 23:06:12

Afogados da Ingazeira “As Ruas por onde andei”, de Milton Oliveira

Quando da minha última visita a Afogados da Ingazeira, fui presenteado com algumas lembranças. Uma delas foi o livro Afogados da Ingazeira, “As ruas por onde andei”, de autoria do Sr. Milton Oliveira, com dedicatória apropriada.
Eu não conhecia aquele jovem, mas, ele me impressionou de maneira positiva. Fiquei sabendo que Joaquim Nazário era seu pai, e isto acordou especial lembrança, pois Joaquim era alfaiate, um excelente profissional.
Ele fez meu primeiro terno de linho branco que usei orgulhosamente nas festas de fim de ano Eu estava com 13 pra 14 anos. Foi um momento agradável quando tive oportunidade de conhecer um representante das novas gerações afogadenses. Guardei o livro com meus pacotes para rever ao retornar a Rosemead.

Com bastante curiosidade abri o livro, notei a dedicatória pelo autor ao amigo Fernando Pires, que em si já é uma recomendação.
Continuei na minha descoberta literária e fui encontrando nomes de pessoas que foram parte da minha vida em Afogados “há um milhão de anos”.
As memórias voltaram vivas e claras, tais como Sr.Helvécio Lima, o perfeito cavalheiro, a tocar a flauta que era uma novidade para mim. Sem dúvida a descoberta de outros nomes famosos de uma época que se foi, deixando o exemplo de uma geração que muito produziu, sem muitos recursos.
Quanto mais lia o livro, mais a minha opinião sobre este documentário reafirma que se trata de matéria de boa qualidade. É uma epístola dos que participaram da vida em Afogados da Ingazeira, tiveram seus nomes batizando as ruas da nossa cidade, eram nossos amigos, eram pessoas simples e amigas que de um modo ou de outro lutavam pela sobrevivência com um sorriso amigo, eram pais e mães, era o povo sertanejo afogadense que participou do processo para chegarmos a Afogados de hoje, marchando progressivamente para seu desenvolvimento.

De maneira brilhante esse livro foi estruturado, pois cada página nos apresenta surpresas diferentes dos nossos conterrâneos e amigos na vida da nossa Afogados. É um livro para consultar e conhecer pessoas e fatos que desconhecíamos sobre o nosso rincão. No meu caso, tive uma grande e agradável surpresa ao encontrar meu pai, Ezequiel Moura, incluído nas suas páginas.

Desejo aqui congratular-me com o Milton Oliveira por um trabalho bem feito e agradável, para nos deleitar com a sua leitura. Verdadeiramente, um trabalho de dedicação e persistência.
Congratulações.

Zezé de Moura <jojephd@yahoo.com>
Rosemead - Califórnia, CA Brasil - 30-Julho-2016 / 21:39:25

26º FIG - Festival de Inverno de Garanhuns/PE

Maria Dapaz faz show de encerramento no FIG 2016 neste sábado 30/07 às 23h50 no palco do forró.
Acompanhada por excelentes músicos: (Aldrin de Caruaru/sanfona - Lenon Lázaro/guitarra - Del Lima/baixo - George Rocha/pandeiro e zambumba e Neuton Oliveira/percuteria) Maria Dapaz também toca violão e coloca no seu repertório grandes sucessos da sua autoria, como Brincar de Ser Feliz, Bailão de Peão e Na Aba do Chapéu, na voz de Chitãozinho e Xororó; sucessos esses que já foram trilhas de novelas da globo (Pedra sobre Pedra e Malhação).
Com arranjos criados especialmente para esse show, Maria Dapaz faz o público cantar junto o refrão tão conhecido: "Como é que eu posso me livrar das garras desse amor gostoso?". Grande intérprete do repertório de Luiz Gonzaga, Dapaz inclui pérolas como "Sala de Reboco, A Vida do Viajante e Cigarro de Paía" e apresenta seu sucesso junino 2016 "O Cochicho"

Joma Produções Artísticas - São Paulo - Brasil
SP (11) 4704.3494 - Cel. (11) 9 9627.0936 VIVO (WhatsApp)
Recife (81) 9 9755.2542 TIM
SKYPE: jocelyne.aymon

Joma Produções Artísticas <jomaprodart@uol.com.br>
Recife, PE Brasil - 29-Julho-2016 / 21:41:50

Riacho Fundo

Após a visita a Afogados, fomos até Riacho Fundo, na Ingazeira, que foi da Família da minha irmã Firmina e do seu esposo Júlio Bento, de boas memórias. Na foto abaixo temos minha sobrinha Zorilda me abraçando com entusiasmo e alegria na área fora do refeitório; Maria José, conhecida como Mazé, e também Elvira, nossa participante especial desta página, e Ian, meu neto.
Foi-nos servida uma ótima refeição sertaneja. Senti a falta da Rosilda, que é a líder do estabelecimento que atualmente é uma “Missão Cristã”, pois estava no Recife naquele momento.
Tivemos enorme prazer em visitar aquele sítio, não só pelas lembranças, mas, pela vida pacata e até mesmo diríamos preguiçosa, sem insultar aos residentes que trabalham para manter aquele lugar em excelentes condições.
Naquela tarde morna e agradável sentei-me sozinho ao lado de um dos prédios que tem em frente um jardim modesto, mas de uma beleza natural e fiquei relembrando o passado tão distante e me reencontrei com alguns fantasmas que me deram boas vindas e até me abraçaram. Voltei a ser criança, se bem que por um breve momento da minha imaginação. Acordei do sonho, com a voz do Ian, meu neto que me procurava, a dizer, “aqui estás”. Voltei a realidade e as lágrimas começaram a correr.
Percebi no jardim borboletas lindas, um par delas estava a fazer piruetas no jogo de reprodução. Outro par estava apenas demonstrando sua beleza dada pelo Criador. Havia também, para nos ajudar a absorver aquela beleza, pássaros a demonstrar diferentes tons de cores para embelezar aquela tarde morna e agradável.
Não vi as vacas leiteiras que eram parte daquele belo quadro do meu sertão da década de 40 do século passado, mas apenas um pequeno bando de cabritos que veio me cumprimentar com o seu “béééé”.
Fomos visitar a construção da barragem da Ingazeira que me pareceu gigantesca. A coisa agora é saber se o governo está mesmo disposto a concluir aquela obra tão necessária para a região.
Nos divertimos com aquela visita. Com aproximação do Sol ao poente voltamos a Afogados.
Devo dizer que o amigo Fernando Pires foi o nosso condutor ida e volta. Sou muito grato ao Fernando, que, como sempre, foi o nosso líder amigo, sempre pronto a nos ajudar.
Ao retornarmos a Afogados era minha intenção visitar a rua que tem o nome do meu pai “Ezequiel Moura” e mostrar ao meu neto, mas, me passou pela memória. Fica para uma próxima visita, com outro neto, quem sabe.
Todas estas emoções me abalaram um pouco, no entanto me abriu os olhos para agradecer ao Senhor Deus por todas as dádivas que tem me concedido.
Louvado seja o nosso Deus, em nome de Jesus Cristo.
Amigos, até breve!

Zezé de Moura <jojephd@yahoo.com>
Rosemead - Califórnia, CA EUA - 21-Julho-2016 / 21:41:09

Grupo Escolar…

Grupo Escolar Padre Carlos Cottart era o nome original dado àquela escola, mas, políticos e burocratas sempre procurando algo para destruir, mudaram o nome para "Escola Estadual". Ora, o Grupo Escolar sempre foi uma escola estadual uma entidade estadual, qual a razão para tal mudança? Eles não têm resposta.
Quando da minha recente visita a Afogados da Ingazeira, o amigo Fernando Pires parou o carro em frente ao meu “Grupo Escolar” que a princípio não reconheci pela simples razão da mudança do nome. No entanto, logo após o primeiro choque, imediatamente reconheci onde estava. As lembranças começaram a voltar à minha mente como uma chuva com o barulho do trovão e raios fulminantes.
Comecei a rever amigos daquela época que faziam aquela caminhada a pé, diariamente, em busca do aprendizado: João da Mata, Fernando Cruz e seu irmão Gilberto, Maria Padilha, Inezinha Correia e muitos outros que fizeram esta vida mais agradável pela sua participação nas nossas brincadeiras.
Lembro-me bem que no quarto ano, o tumulto era intenso e Dona Creuza Valadares, nossa professor, resolveu que nao merecíamos a hora do recreio. Ficaríamos na sala de aula. Houve um momento de silêncio… Resolvi que, se,era recreio, mesmo em detenção, necessitávamos algo para ajudar a passar o tempo: colecionei as sombrinhas das nossas queridas irmãs e iniciei a oferta para venda de tais peças. Foi um sucesso! As gargalhadas e piadas eram contínuas e o tempo se foi, até hoje, deixando muitas saudades daque magnífico tempo da juventude que nos deixou. Onde estão meus amigos?
Voltando à nossa visita…
Depois de sermos recebidos com muito carinho pela vice-diretora da escola e sua assistente, tivemos uma ótima conversação com elas, tiramos algumas photografias, e o mais importante de tudo foi o fato de ter ao meu lado o meu neto Ian, de 19 anos, com sua barbicha e bigode avermelhados que hoje estuda na Washington Universidade de Saint Louis em Saint Louis Mo. Ele esteve comigo em todos momentos e ficou muito impressionado com a recepção nos dada por nosso povo Nordestino.
A pergunta que me fazia era: “quem são estas pessoas? ”Eu respondia que eram amigos que estavam simplesmente demonstrando sua alegria de ver um sertanejo expatriado voltando a visitar o Sertão.
Fomos apresentados ao jovem Zezito Sá Maranhão Jr., mais conhecido como Junior Finfa. Gostei muito de conhecê-lo, pois o seu pai era um bom amigo, bem como seus tios. Ele apresenta uma característica que herdou do seu pai: o sorriso franco alegre e agradável. Fomos convidados a uma visita ao seu escritório e lá continuamos a conversa. Ele convidou-me para participar no seu site, infelizmente ainda não pude fazê-lo, pois no aeroporto de São Paulo perdi algumas coisas importantes, tais como meu CrediCard, endereços e também cartões, inclusive o cartão com endereço do Junior.
Era hora do almoço... Nada melhor do que procurar um bom local para enchermos a pança, e isto o Fernando proveu, sob a direção dele entramos e nos acomodamos num restaurante que nos deu inspiração para devorar aquelas guloseimas ali apresentadas.
Eu esqueci que só temos um estômago e continuei devorando um pouco de cada uma daquelas deliciosas comidas.
Obrigado Fernando Pires, e o meu neto falou amém!
Como percebem, tive um tempo curto mas bem aproveitado e alimentado de corpo e alma!
Até breve…

Zezé de Moura <jojephd@yahoo.com>
Rosemead - Califórnia, CA EUA - 14-Julho-2016 / 22:52:44


Faleceu nesta terça-feira 12, aos 58 anos, no Hospital Emília Câmara,
em Afogados da Ingazeira, o seresteiro DEDA DE CORINA.
Nossa solidariedade aos familiares.

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 12-Julho-2016 / 21:49:39

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 12-Julho-2016 / 21:30:55

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 10-Julho-2016 / 9:39:26

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 10-Julho-2016 / 9:31:53

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 10-Julho-2016 / 8:58:17

Três fotos

Estas fotos são uma prova da minha visita a Afogados da Ingazeira e deixam a pensar se realmente aconteceu. Foi um momento que veio e se foi tão rápido.
Guilherme era nosso ponto de referência; Zé Coió nos recebeu como amigo e tivemos momentos bem agradáveis sentados à noite na calçada na Av. Rio Branco; Gastão nos proporcionou uma recepção muito agradável.
Estávamos andando pela cidade quando alcançamos a Travessa Major Antônio César (conhecida na minha época por Beco de Maroca, depois Beco da facada, de Zezé, de Fernando Simão...) que me trouxe muitas recordações.
Uma delas foi a barbearia que lá existia por muitos anos: primeiro do Elisbão e depois do Manoel Genésio (sogro de Coió) de boas memorias.
Descemos mais um pouco e entramos numa loja onde um moço que fica logo na entrada nos atendeu e nos dirigiu ao Gastão Cerquinha. Foi um momento de surpresa para nós. Nos abraçamos, trocamos cumprimentos e tivemos uma conversa agradável de pessoas que não se viam há muitos anos.
Quando da despedida o Gastão generosamente me presenteou com alguns volumes do seu livro “Afogados da Ingazeira, Retalhos da sua História”, sendo um deles com dedicatória que me deixou emocionado.

Passadas mais de duas semanas do nosso retorno à Califórnia, após um longo repouso para nos recuperarmos do enfado da viagem, fui abrindo pacotes e malas, e, separando o conteúdo, lá estavam os livros do Gastão. Coloquei-os na mesa que uso para leitura.

Ontem fui para a cama no horário costumeiro: 11 da noite, e adormeci. No entanto acordei às 12h30 da madrugada com insônia. Depois de procurar revistas e livros, não achei nada interessante. Lembrei-me então do livro do Gastão. Comecei a fazer uma breve olhada, e página por página comecei a me entusiasmar com a leitura e o tempo foi passando... Às 5 da manhã concluí.
Gastão, sei que muito já foi dito sobre o seu trabalho literário, mas, desejo aqui adicionar minha gratidão por uma obra tão agradável, boa e informativa sobre o nosso povo sertanejo e sua terra. Fiquei emocionado com a participação do Magno Martins,seu filho, que demonstrou um grande amor pelo seu papai.
Que o Senhor Deus vos guarde e abençoe. Até breve...

Zezé de Moura <jojephd@yahoo.com.br>
Rosemead - Califórnia, CA EUA - 9-Julho-2016 / 23:05:50


Na manhã de 16 de junho Zezé Moura se encontrou com os contemporâneos "Seu" Guilherme, Gastão Cerquinha e Coió, quando conversaram algum tempo sobre seus tempos da juventude em Afogados da Ingazeira dos anos 1950.

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 7-Julho-2016 / 20:19:50
Maria Isabel Rufino Padilha Barbosa, segunda filha do casal Antônio de Siqueira Padilha e Áurea Rufino de Siqueira Padilha, nasceu em 17 de janeiro de 1955, em Afogados da Ingazeira.
Formada nos cursos Pedagógico e Contabilidade, mudou-se para o Recife com sua família em 1980.
Três anos depois conheceu Paulo Roberto Barbosa com quem se casou em 1986. No estado de Sergipe constituiu sua família e teve três filhos: Antônio Diego, Ana Caroline e Natália Vanessa.
Inspirada nos bons exemplos de seus pais, sempre se dispunha a ajudar as pessoas, independente de quem fosse.
Devota de Nossa Senhora Auxiliadora, participou ativamente da Igreja Católica, onde cultivou boas amizades e multiplicou amor. Alegre e amiga, dedicou sua vida à família, sendo esposa e mãe zelosa.
Maria Isabel faleceu em Aracaju (SE) no dia 24 de junho de 2016, aos 61 anos, em decorrência de uma breve enfermidade, deixando grande saudade aos familiares e amigos.

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 4-Julho-2016 / 22:21:05

Visita II

Duas semana já se foram desde o meu regresso à Califórnia, e existe um reboliço na minha mente ao relembrar coisas que vi, lugares que visitei, pessoas que abracei, etc.
Uma pessoa amiga, esta manhã, me fez a pergunta: Como foi a viagem, valeu a pena?
Sem duvida! foi minha resposta. Só o fato de estar na terra onde nasci e vivi por 18 anos, vale ouro. Falamos um pouco sobre vários assuntos e chegamos a um acordo em vários tópicos, ressaltado, como ponto a considerar, o prédio da ASAVAP.
Ao abrir esta página hoje à tarde, dei de cara com a foto do prédio daquela Associação, em construção, e tomei aquilo como um apelo do amigo Fernando. Resolvi que seria o tópico do momento.

Tive prazer de acompanhar à distância, mas com muito interesse, o movimento inicial da construção daquele prédio, desde o desbravamento do terreno até a ereção das primeiras paredes. Era tudo um festejo de trabalho pela causa.
Fiquei a vibrar de entusiasmo desde o início do projeto, semana após semana, com grande expectativa. Vieram então alguns senãos e foi um desapontamento pra mim. Ausentei-me por um longo período.
A visita foi uma boa solução às minhas questões. Nada como ver e trocar palavras com a sra. Fátima Guerra, idealizadora da ASAVAP. Ela nos recebeu não só de braços abertos, bem como de portas abertas.
Fomos primeiro à “Casa de Apoio Otília Fonseca” que gentilmente abriga temporariamente a ASAVAP, e depois fomos ver o prédio em construção.
Essa visita me fez renovar o desejo de continuar colaborando com a conclusão daquele empreendimento. Aos que ainda não participam, sugiro que a visitem, vejam quem são os reais beneficiados para que tenham uma clara e perfeita ideia do bem que trará aos mais necessitados do nosso sertão do Pajeú. Uma obra social cristã que nos faz orgulhosos de sermos parte.

Vamos entusiasticamente apoiar a ASAVAP.

Ate breve!

Zezé Moura <jojephd@yahoo.com>
Rosemead - Califórnia, CA EUA - 4-Julho-2016 / 15:55:26

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 3-Julho-2016 / 20:12:03
Afogados da Ingazeira...

Hoje ela completa 107 anos, mas pasmada de emoção e inveja vejo que os anos a rejuvenescem, em crescimento, beleza e deslumbramento.
Seu pôr do sol alaranjado, misturado ao azul do céu, pincelado com nuvens cinzentas sem igual.
Suas serras, lavadas pelas chuvas recentes brilham envolvendo toda cidade, qual cinturão de aço. Suas ruas, que me viram andar, descobrir no vai e vem dos dias gente que ia, que vinha, que foram levadas para o descanso eterno. Suas praças que me abrigaram no primeiro beijo.
Esta terra, pátria minha, amada desde sempre, me orgulha e me renova, levando para longe as tristezas, doenças e banzo, tudo que se diz sobre ela ? verdadeiro.
Isto é o que eu sinto agora, sentada na calçada vendo novos rostos, nova descendência.

Maria Lúcia Nogueira
Afogados da Ingazeira, PE Brasil - 1-Julho-2016 / 14:09:14

A Visita

Reconheci estar em Afogados da Ingazeira, ao rever a casa que foi do meu pai na Av. Rio Branco, esquina com a Trav. Cel.Paulino Rafael, o velho Cine Pajeú, hoje São José, e o prédio dos Correios.
Segui mais um pouco e lá estava a monumental marca da Igreja Cathedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios, obra planejada e iniciada pelo pároco Pe. Carlos Cottart, hoje venerado pelos conterrâneos como um homem de visão arquitetônica sem par. Essa igreja foi parte da minha vida até 1951, quando deixei o velho rincão para ingressar na Marinha do Brasil.

Como sempre acontece, o Progresso nos deixa com um sabor de doce e amargo pelo simples fato de nos dar uma visão de Progresso com o senso de perda daquilo que se foi e não mais existe. Por exemplo, o velho Cruzeiro era um marco de referencia que não mais existe (no centro da cidade, mas no bairro São Francisco, na Sete de Setembro). Quando vínhamos pra cidade e alcançávamos aquele marco era como uma voz a nos dizer: “sejas bem-vindo!”

Tive a oportunidade de abraçar Carlinhos de dona Lica que, com alguns outros conterrâneos conseguiram restaurar o prédio do Cine Pajeú para servir às gerações futuras, apresentando películas para o nosso deleite. Ele me acompanhou em várias ocasiões e durante a festa noturna com fogueiras de São João e boa música (na Av. Rio Branco). Foi aí que tive a oportunidade de rever um veterano de Afogados do meu tempo: Sr.Guilherme. Ele tinha uma mercearia do lado oposto a casa do meu pai. Eu estava nos meus 13 anos de idade e juntamente com outros amigos da mesma idade estávamos trocando ideias e desafiando uns aos outros quando me ocorreu a ideia de comer goiabada, mas não tínhamos dinheiro. Depois de muito lero lero eu desafiei o Sr.Guilherme a me dar uma lata de goiabada dizendo-lhe que comeria o seu conteúdo até o último pedaço. Ele com alguma relutância aceitou o desafio e a turma a me incentivar e alguns a duvidar que eu alcançaria o objetivo.
Ao terminar fui pra casa e de lá para o Cinema que estava apresentando um dos famosos seriados. Isto foi há muito tempo, mas o sr. Guilherme confirmou tal evento. Foi uma visita muito agradável relembrar um passado tão gostoso e de boas memórias. Foi ótimo revê-lo e saber que ele continua com a mente sã e a conversa agradável, apesar dos seus 93 anos.

Na mesma data visitei minha prima Terezinha Moura, filha do meu tio Geraldo Moura. Tive a oportunidade de apresentar-lhe meu neto Ian, nos seus 19 anos de idade, que foi meu guardião.
Terezinha mantém um bom senso de humor e a beleza natural dada pelo Criador. Foi muito emocionante para mim pois estávamos sentados na calçada tal qual o faziam meus pais em diferente época. A satisfação de conhecer também as novas gerações da família foi imensa. Que o Senhor nosso Deus os abençoe e guarde.

Estava sempre conosco o Geraldo Bernardineli, filho do Sr. Otavio (dentista), de boas memórias. Fizemos uma boa conexão, pois não o conhecia. Ele esteve constantemente conosco.

Como percebem, a minha visita a Afogados, depois de 14 anos (da minha última estada em 2002), foi uma constante dose de emoção que me fez reviver momentos muito significativos, e conhecer novas pessoas.

Até a próxima...

Zezé de Moura <jojephd@yahoo.com>
Rosemead (Califórnia), CA EUA - 28-Junho-2016 / 21:54:18
Caro Fernando,

Tivesse eu que definir, diria que o BLU-RAY foi algo que veio para enriquecer, mais ainda, o que já era muito rico, o " Álbum Iconográfico de Afogados da Ingazeira em DVD, de 2013".
Um trabalho imensurável iniciado com a trilha sonora de "A Volta da Asa Branca" executada ao violão... Daqui a 100, 200 anos, algum aluno, algum professor, algum estudioso estará, com certeza, usufruindo desse trabalho do Fernando Pires. É um legado que vai ficar para a posteridade. Magnifico trabalho, magnifica apresentação!
Difícil destacar isoladamente algo na apresentação; entretanto o Grupo Escolar Padre Carlos Cottart, onde fui aluno da D. Ivone Barros, que tinha como diretora a D. Genedy; o coreto, que de certa feita foi pintado por meu pai (ele dava um de servente de pedreiro, pintor de paredes... só mais tarde chegaria a pedreiro...); fui seu ajudante na pintura (eu era um moleque de 10, 11 anos); a rua Henrique Dias onde morei; as pessoas, que já se foram como Dinamérico, "seu" Dino, que me ensinou os primeiros solfejos; os religiosos Mons. Antonio, D.Mota, D.Francisco e até o Pe. Oliveira lá da Escola Normal (o Pe. Oliveira vez por outra aparecia lá em casa e, às vezes punha-se a cantarolar "Uma Casa Portuguesa"); o Geraldo Cipriano (fomos juntos em 1960 para Pesqueira); o Bião (seus pais moravam em frente à nossa casa, na rua Henrique Dias); a Catedral, que por motivos óbvios fui frequentador assíduo; tudo isso me encheu de muita alegra, muita saudade, e, sim, uma certa nostalgia....

Com certeza a Afogados da Ingazeira de hoje está bastante modificada em relação à última vez que lá estive, em 1977. O próprio BLU-RAY apresenta essas modificações.

A lastimar o estado da barragem de Brotas; como o BLU-RAY é de 2014 (dezembro), cabe-me indagar se foi feito, de lá para cá, algo no sentido da recuperação da mesma.
Você sempre foi um crítico ferrenho do estado de abandono em que se transformou e batalhador ferrenho também, no sentido da recuperação.

Resta-me, Fernando, agradecer pelo envio do BLU-RAY; muito obrigado mesmo.
Aqui no Rio, dentro de nossas possibilidades, estamos ao seu inteiro dispor.
Um bom domingo, uma boa semana.

Cordialmente,

Manoel Neto
Rio de Janeiro, RJ Brasil - 20-Junho-2016 / 16:06:46

Revendo a Terra onde nasceu...

O cidadão José Lopes de Moura (Zezé Moura) , filho do Sr. Ezequiel e dona Aurora Moura, saiu de Afogados da Ingazeira para o Recife, aos 17 anos, em 1951. Por ainda não ter completado a maioridade para ingressar na Escola de Aprendizes Marinheiro, retornou a Afogados da Ingazeira. Em 1952, agora “de maior”, voltou à capital pernambucana onde cursou por 10 meses a referida Escola e de lá foi de navio para o Rio de Janeiro onde ficou na Marinha por seis anos (até 1958).

Naquele ano dirigiu-se para São Paulo à procura de emprego e onde reencontrou a mulher que viria a ser a sua esposa, casando-se em 9 de maio de 1959.

Em 1962 veio com a esposa visitar os seus pais, em Afogados, para apresentar-lhes o seu primogênito.

Sua primeira viagem internacional, já casado, vislumbrando novos horizontes para a família, foi sozinho para Boston (EUA). No mesmo ano retornou ao Brasil onde vendeu seus bens e, em junho de 1969, foi para São Francisco, Califórnia, nos Estados Unidos, já com a esposa, dois filhos, e onde permaneceu um ano e meio.

Retornou para Boston, onde trabalhou na United States Steel, durante 2 anos. Finalmente realocou para o Sul da Califórnia, localizando-se na cidade de Rosemead, estabelecendo moradia e onde criou seus dois filhos que lhe deram 4 netos.

Em 1998, tendo descoberto o site www.afogadosdaingazeira.com, manteve contato comigo, seu conterrâneo. A partir daí veio a saudade da sua terra natal, quando resolveu vir, com a esposa em 2002, em visita ao Brasil. Naquele ano eu não pude acompanhá-lo porque ainda não estava aposentado. Passados quatorze anos, tendo-lhe cobrada nova visita, pois iria ciceroneá-lo (eu estava livre dos obrigações trabalhistas desde 2004), resolveu vir, desta vez não com a esposa, pois está adoentada, mas com o neto Ian.

Na quarta-feira passada (15) levei-o para a visita tão desejada: Estava na terra natal, hospedado na residência dos meus familiares, onde chegamos às 16h. À noite apresentei-o aos amigos Carlinho de Lica e Vavá de Toreba. Como eu havia viajado doente (com séria crise de sinusite), fiquei logo acamado para no outro dia estar pronto para mostrar-lhe a Afogados da Ingazeira de hoje. Carlinho o levou à residência de Chico Vieira, onde reviu o amigo, além de Dulcinéa, de quem se lembra ainda uma menina.

Na manhã da quinta-feira (16), saímos para que ele conversasse com alguns contemporâneos. Inicialmente passamos na residência de “seu” Guilherme que hoje conta 93 anos de idade e está com uma memória invejável. Logo ele se recordou das peraltices do visitante...

(Acredito que Zezé fará um relato da sua passagem pela sua terra natal...)

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 20-Junho-2016 / 15:44:46

Gavião em Ação

Nestes dias primaveris nos sentimos enlevados a um nível de “enjoiment” sem par, ao testemunharmos a beleza natural das flores, dos pássaros, dos diversos cheiros adocicados da manhã, a realização de que somos, todos, parte deste cenário tão belo que nos leva a pensar que ainda somos crianças.

Nossa casa está localizada em terreno que nos oferece bastante espaço para termos fruteiras, flores de diferentes cores, árvores grandes e pequenas, bem como nossa horta que nos brinda com jerimuns, couve, etc. Consequentemente somos prendados com a grande participação de diversos tipos de pássaros no nosso quintal e jardim.

Temos Colibris e Pintassilgos que nos visitam anualmente. Também Salta-Caminho, Tico-tico, uns quatro tipos de Juritis, e o meu favorito que canta até tarde da noite que chamamos de “Moking bird” ou “Moking jay”. Ele desde o início da Primavera canta quase incessantemente e fazendo piruetas, tudo isto para atrair a fêmea; quando eles se juntam, daí então, todos os esforços são dirigidos para reprodução da espécie. Eles produzem uma variação de sons sem cessar, de um modo extremamente deleitoso.

Após o café da tarde costumamos sentar nas cadeiras na área de entrada da nossa casa para nos deleitarmos com o gorjeio dos pássaros. Observarmos com bastante interesse quando eles ficam a se banhar na tigela de barro que está ao lado da garagem e comer as sementes que são parte diária da minha gratidão a estes livres contribuidores do nosso bem-estar e com o deleite de vê-los voarem como masters que são.

Um dos nossos visitantes é um Gavião pequeno, mas poderoso que sua graça nos proporciona observar magníficos voos que nos deixa a ponderar sua beleza. Tenho visto os resultados do seu trabalho, mas nunca em ação. Isto estava a ser mudado.
Às sete da manhã levantei-me como de costume, me espreguiçando, abrindo janelas etc. Quando abri a janela da sala de jantar fiquei estarrecido, lá estava em frente de mim aquela magnifica beleza do Gavião, em cima de uma das suas vítimas que era uma Juriti, segurando-a contra o asfalto com suas poderosas garras. Ele estava muito atento à sua própria segurança, olhando em todas as direções em posição de imponência. Ele permaneceu no local por 20 minutos até que sua vítima esteja imóvel. Durante todo período ele estava a picar as penas e às vezes picava a carne da sua vítima. De repente, quando percebeu não haver perigo, ele levantou voo e se localizou numa das arvores na área e foi continuar o seu almoço.

Zezé Moura <jojephd@yahoo.com>
Rosemead - Califórnia, CA EUA - 16-Maio-2016 / 22:33:21

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 14-Maio-2016 / 18:10:52

Uma belíssima aula de português!

Foi elaborado para acabar de vez com toda e qualquer dúvida se tem entre: presidentE ou presidentA.

A presidenta foi estudanta?
Existe a palavra: PRESIDENTA?
Que tal colocarmos um "BASTA" no assunto?

Escrito por Miriam Rita Moro Mine - Universidade Federal do Paraná.

No português existem os particípios ativos como derivativos verbais.
Por exemplo: o particípio ativo do verbo atacar é atacante, de pedir é pedinte, o de cantar é cantante, o de existir é existente, o de mendigar é mendicante...
Qual é o particípio ativo do verbo ser?
O particípio ativo do verbo ser é ente. Aquele que é: o ente. Aquele que tem entidade.
Assim, quando queremos designar alguém com capacidade para exercer a ação que expressa um verbo, há que se adicionar à raiz verbal os sufixos ante, ente ou inte.
Portanto, a pessoa que preside é PRESIDENTE, e não "presidentA", independentemente do sexo que assuma.
Diz-se: capela ardente e não capela "ardenta"; se diz estudante, e não "estudanta"; se diz adolescente, e não "adolescenta"; se diz paciente, e não "pacienta".
Um bom exemplo do erro grosseiro seria:
"A candidata a presidenta se comporta como uma adolescenta pouco pacienta que imagina ter virado eleganta para tentar ser nomeada representanta.
Esperamos vê-la algum dia sorridenta numa capela ardenta, pois esta dirigenta política, dentre tantas outras suas atitudes barbarizentas, não tem o direito de violentar o pobre português, só para ficar contenta".

Pelo amor à língua portuguesa, repasse esta informação.

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 11-Maio-2016 / 14:42:38

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 10-Maio-2016 / 10:08:13

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 10-Maio-2016 / 10:06:45
Caro Fernando,
Em 6 de abril você publica matéria, na qual o Zé João solicita sua ajuda no sentido de que obtivesse notícias sobre os irmãos Antônio e Maurílio, em Afogados da Ingazeira.
Propositalmente deixei o tempo passar, aguardando um possível retorno da sua "pessoa amiga", que iria contatar a Sra. Das Dores e/ou sua filha Márcia, o que parece não ter acontecido.
A Márcia mora na casa que deixamos em Afogados, à Rua Henrique Dias, e que nunca vendemos.
As informações da "pessoa amiga" estão corretas. Apenas não mencionou mais um outro irmão, o Anacleto, que ainda era uma criança, quando saímos de lá. Provavelmente você não se lembre; mas já nos contatamos algumas outras poucas vezes (no Facebook), em 2009, quando me brindou com "Passeio em Afogados da Ingazeira" e "Alvorada de um Novo Século“ e, posteriormente em 2013 com o "Álbum Iconográfico" (em DVD).
Pois bem, já em 2009, mais precisamente agosto de 2009 mencionei que o Antônio, um dos "Pirritas", já era falecido. Também são falecidos o José Hegídio e os nossos pais Teodoro e Antonina. Eu, Maurílio e o Anacleto moramos no bairro Marechal Hermes na cidade do Rio de Janeiro.
O Maurílio tomou conhecimento do interesse do Zé João (e Antônio de Pádua), mas não se lembra da pessoa.
O Anacleto, casado, é diácono permanente (não foi seminarista); atua na Igreja de Nossa Senhora das Graças em Marechal Hermes. Pode ser visto frequentemente exercendo suas funções, através da internet, notadamente na missa das 19h, aos domingos, quando também normalmente estou por lá.
Passe essas informações ao Zé João.

Em tempo: Você ainda teria a Iconografia Histórica em Disco Blu-Ray?
Caso positivo, informe o valor e mande os dados bancários.

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Manoel, enviei e-mail pra ti. (Fernando Pires)

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Manoel Neto
Marechal Hermes, RJ Brasil - 6-Maio-2016 / 10:01:54
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