AFOGADOS DA INGAZEIRA - MEMÓRIAS Guest Book

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Sou de Barreiras-BA, gostaria de saber se pode me ajudar a encontrar uns parentes meus que são de Tabira.
Francisco Antonio da Silva e Maria Ursulina da Conceição, são os pais da minha avó Maria do Carmo da Silva, que não os vê há mais de 50 anos.
Também tem os irmãos José, Edivaldo e Lindalva, que não sabemos se todos estão vivos, mas é o sonho da minha avó reencontrá-los.
Se puder nos ajudar seremos gratos.
Att: Daniele Vieira
Tel: 77-99967.2928 e 77-99930.3139 (José Carlos)

Daniele Vieira <dani13nascimento@hotmail.com>
Barreiras, BA Brasil - 18-Janeiro-2017 / 0:01:09



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IMÓVEL DISPONÍVEL PARA ALUGUEL


Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 13-Janeiro-2017 / 11:01:37
Maria dos Prazeres Martins da Silva (foto), foi para Afogados da Ingazeira em 2009, juntamente com seu companheiro de nome Marcos, oriundos de Vitória de Santo Antão.
A família até hoje não teve notícias dessa senhora.
Quem souber do seu paradeiro, por favor, ligue para 81-9.9420.2175 para falar com Patrícia, ou 81-9.8771.1566, falar com Lindalva.
Trata-se de sua tia que foi embora com esse homem e, estranhamente, sumiu.
Agradecemos por qualquer informação.

Carlos Moura Gomes <carlosmouragomes@yahoo.com.br>
Gravatá, PE Brasil - 7-Janeiro-2017 / 7:29:43

O verdadeiro Natal Cristão

Há exatamente 19 anos Frei Beto nos transmitia com muita religiosidade que “talvez seja no natal que nossas carências ficam mais expostas. Damos presentes sem nos dar, recebemos sem acolher, brindamos sem perdoar, abraçamos sem afeto, damos à mercadoria um valor que nem sempre reconhecemos nas pessoas...”
Infelizmente, nos dias atuais os ícones do “Papai Noel”, do “pinheirinho” recheado de bolinhas, das “guirlandas verde-vermelhas”, roubaram a cena de uma festa que deveria ser do menino Jesus. Muitas crianças já nem sabem o significado desta importante festa cristã; apenas cobram presentes dos pais e parentes.
Repensemos sobre o consciente decreto proposto pelo estudioso evangelizador. Então, “fica decretado que, neste e em outros natais, em vez de dar presentes, nos faremos presentes junto aos famintos, carentes, enfermos e excluídos.
Fica decretado que, pelo menos um dia, desligaremos toda a parafernália eletrônica, inclusive o telefone e, recolhidos à solidão, faremos uma viagem ao interior de nosso espírito... Vamos fechar os olhos para ver melhor.
Fica decretado que as mesas de natal estarão cobertas de afeto e, dispostos a renascer com o menino Jesus, trataremos de sepultar iras e invejas, amarguras e ambições desmedidas, para que nosso coração seja acolhedor como a manjedoura de Belém”.
Desejo a toda comunidade cristã muita solidariedade e espiritualidade

Carlos Moura Gomes <carlosmouragomes@yahoo.com.br>
Gravatá, PE Brasil - 24-Dezembro-2016 / 14:54:35

Paulo Marinho
Jaboatão dos Guararapes, PE Brasil - 21-Dezembro-2016 / 22:37:17

A voz do povo é a voz de Deus

Há quatrocentos anos a.C. as mulheres já eram vítimas de perseguições. Os filósofos gregos, Platão e Aristóteles, ensinavam que “os homens covardes, que foram injustos durante a sua vida, serão, muito provavelmente, metamorfoseados em mulheres quando se reencarnarem”. E completavam as discriminatórias afirmações, “a fêmea é fêmea em virtude de falta de qualidades”. Nos tempos modernos, o compositor Erasmo Carlos desqualificou essas agressivas teorias cantando “Dizem que a mulher é o sexo frágil / Mas que mentira absurda! / Eu que faço parte da rotina de uma delas / Sei que a força está com elas”.

A Bíblia Cristã tem posições mais radicais em relação à liberdade feminina. Em Deuteronômio cap. 22 vs ,20-21 a redação é das mais assustadoras, diz que “Se uma jovem é dada a um homem e este descobre que ela não é virgem, então será levada para a entrada da casa de seu pai e a apedrejarão até a morte”. Em julho de 2013 quando retornava à Roma, o Papa Francisco disse aos jornalistas “Se uma pessoa é gay e procura Jesus, e tem boa vontade, quem sou eu para julgá-la?”. Mesmo sabendo que Deus aprova as relações sexuais, apenas, entre um homem e sua esposa legítima. Todas as outras relações sexuais sejam homossexuais ou heterossexuais são sempre e absolutamente proibidas, segundo o livro de Hebreus.

A revista semanal americana, Billboard, conhecida como A bíblia da música, escolheu Madona como a Mulher do Ano 2016. Emocionada, a pop star disse em seu emocionante discurso que “Estou aqui em frente a vocês como um capacho. Quer dizer, como uma artista feminina. Estou aqui mais porque quero agradecer do que receber esse prêmio. Agradecer não apenas a todas as mulheres que me amaram e me apoiaram ao longo do caminho; mas para aqueles que duvidam e para todos que disseram que eu não poderia que eu não iria e que eu não deveria, sua resistência me fez mais forte, me fez insistir ainda mais, me fez a lutadora que sou hoje. Fez-me a mulher que sou hoje. Então, obrigada”.

Já que uma parte significativa da humanidade exige novas traduções para comportamentos cristãos, lembramos com muito respeito aos teólogos, pastores e sacerdotes que analisem, cuidadosamente, a equilibrada e inteligente decisão Papal, até porque segundo o conhecido adágio popular, “a voz do povo é a voz de Deus.

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Carlos Moura Gomes <carlosmouragomes@yahoo.com.br>
Gravatá, PE Brasil - 15-Dezembro-2016 / 20:16:41


José Eurico Sanzone (Zé Pequeno), nosso conterrâneo, faleceu ontem no Hospital Esperança (antigo Prontolinda), em Olinda, às 16h.

Nesta quarta-feira 14, estivemos, eu e o amigo José Batista (Zequinha), seu contemporâneo, no velório - na Morada da Paz, Paulista -, onde nos solidarizamos com a viúva, filhos e demais familiares.
Dos conterrâneos, só vimos, pelo menos até às 11h, além do Zequinha, Aloísio Arruda Filho, Rogério Oliveira Jr., Lúcio André e o Dr. Pedro Alves. Muitos desconhecidos, amigos do Zé Pequeno estavam presentes.

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 14-Dezembro-2016 / 15:09:17


JORNAL DO COMMERCIO – CULTURA

A história do pernambucano Zé Pequeno e seu amigo Altemar Dutra
Aos 85 anos de idade, o pernambucano guarda recordações da amizade com o Rei do Bolero

Não por acaso, o cunhado de Zé Pequeno, hoje aos 85 anos, o convidou para conhecer Altemar Dutra. Boêmio que era, o construtor já costumava ser presença confirmada nas farras familiares, sempre aos finais de semana, no bairro de Jardim Atlântico, em Olinda; mas, desta vez, a presença de um ilustre visitante na festa foi o marco zero de uma amizade que se estenderia do final dos anos 1970 até os últimos anos de vida do cantor e compositor romântico, falecido em 1983, em decorrência de um Acidente Vascular Cerebral, durante apresentação na boate novaiorquina El Continente. Entre as canções mais famosas do cantor mineiro, estão Brigas, Meu Velho, Hino ao Amor; sucessos como esses serão interpretados pelo seu filho, Altemar Dutra Jr., nesta sexta (7) no Manhattan, a partir das 21h.

As memórias de Zé Pequeno foram mencionadas enquanto ele balançava em sua rede, recorrendo às vezes à memória de seu filho, o comerciante Duda Pequeno, que cresceu vivendo e ouvindo as histórias da amizade de seu pai com Altemar. Na casa de veraneio que o pai possuia na beira-mar de Rio Doce, também em Olinda, os dias de sexta-feira, sábado e domingo eram reservado às confraternizações etílicas e, pelo menos uma vez por mês, a passagem do cantor pela cidade abrilhantava os encontros.

Uma dos causos que Zé Pequeno costuma contar é da vez que, voltando de um show na Paraíba ao lado de Altemar e o empresário Lima, o pneu do carro furou e precisaram recorrer ao mecânico. "Lima foi buscar o pneu", conta ele, "A gente ouviu um violão tocando num povoadozinho. Um violão e os bebuns cantanto. A Lima foi ajeitar o pneu e a gente foi lá no violão, cheio de cana. A gente foi pra lá, os camaradas ficaram olhando pra gente, tudo admirado. Tinha um camarada que reconheceu Altemar, de um show no Recife. Ele disse: 'me diga uma coisa, o senhor é Altemar Dutra?' Aí começlou a cachaça até amanhecer o dia.”

O carro, a bebida e as mulheres estavam entre as paixões que os amigos compartilhavam na estrada e nas noites pernambucanas. De acordo com Zé, certa vez, em um dos shows que acompanhou o amigo, o contratante não tinha como pagar. "Ele não ia perder, então perguntou se podia ficar com a caminhonete que estava encostada na garagem da casa, que pertencia ao pai do contratante", diz. Eles voltaram para Olinda dirigindo uma Chevrolet azul, posteriormente pintada de vermelho com inscrição "Sentimental Demais", título de uma de suas músicas mais famosas.

Com Altemar Dutra Junior, que se apresenta nesta sexta (7) no Manhattan Café Theatro, a amizade de Duda se refez há sete anos. "Eu estava ouvindo o programa do (radialista) Samir Habou Hana, quando soube que ele viria se apresentar no Recife. Liguei pra Rádio e deixei meu número, me identificando como o filho de Zé Pequeno; e, poucos minutos depois ele retornou", conta. Desde então, sempre que o herdeiro de Altemar Dutra vem por aqui, os encontros entre os filhos dos velhos amigos ocorrem na capital pernambucana.

Vez ou outra, Altemarzinho - como chamam Altemar Jr. - dá o ar da graça na casa da família, hoje na beira-mar da praia do Janga, onde é possível encontrar um rico acervo de Altemar Dutra contendo LPs, CDs, antigas fotografias dos áureos tempos de boemia pernambucana e até figurino (roupas, sapatos, relógio e jóias). A caminhonete Sentimental Demais foi mandada de volta pela cegonha, para a também cantora Martha Mendonça, viúva de Altemar, pouco tempo depois da morte do “Rei do Bolero”.

Fernando Pires
Recife, PE Brasil - 13-Dezembro-2016 / 22:58:29

Memórias afetivas, “praia do sertão”, rendas, bilros e primeiro amor

Despretensioso, atávico e gostoso de se ler. É assim que pode ser definido o livro “Memórias Afetivas”, de Fátima Brasileiro, que conseguiu, também, cumprir o objetivo a que se propôs: resgatar as recordações da infância e da adolescência, em meio ao clima poético do sertão, do aconchego da família, das histórias que os adultos contavam, das secas na caatinga, das enchentes em Afogados de Ingazeira, quando a população transformava as margens do Rio Pajeú “em praias”.

“Outra cheia imensa, agora em Afogados de Ingazeira, ultrapassou o leito e invadiu a Avenida Manoel Borba, numa correnteza de assustar. As casas do lado do rio foram totalmente tomadas pela água, que alcançou o lado oposto da rua e por pouco também não invadiu aquelas. Passado o susto, uma novidade. A areia trazida pela água formou uma faixa imensa, por um mês ou quase. Afogados, a quase 400 quilômetros do litoral, tinha agora uma praia”. Descreve: “A juventude estilosa, de óculos de sol e lenço na cabeça, aproveitou para passear, jogar bola, se divertir”. E acrescenta: “Famílias inteiras fazendo piquenique, caminhada, tomando banho”.

A publicação retrata, também, as lúdicas viagens de trem ao Sertão. A autora recorda imagens que hoje pareceriam de cinema. Os vagões de primeira e segunda classe, as malas encobertas com capas de tecido confeccionadas pela mãe, com monogramas da família bordados em ponto de cruz. A Estação do Trem de sua infância, em Caruaru, mostra a forte presença do transporte ferroviário de passageiros, no século passado e a importância que se atribuía até aos seus trabalhadores, algumas encaradas como verdadeiras autoridades. Um deles era Seu Caetano, Chefe da Estação do Trem, em Caruaru, que morava no primeiro andar da sede da unidade, e era visto quase como um mito pelos usuários da linha férrea. Todas essas reminiscências – inclusive as histórias que mãe e avó contavam – são passadas em revista por Fátima, em linguagem coloquial, sem pretensões de se tornar romancista ou escritora. “Alguns amigos me aconselharam a escrever um romance, mas não era isso que eu queria. O que queria, mesmo, era resgatar as memórias da minha infância, no sertão do Pajeú”, diz. Fátima é farmacêutica, trabalha na Amupe (Associação Municipalista de Pernambuco), e fez oficina literária com o escritor Raimundo Carrero.

O livro conta, ainda, as emoções da primeira paixão, o amor platônico, o estudo no colégio, no qual filhos de fazendeiros e de camponeses eram tratados com igualdade. “O ensino era muito bom, a gente concluía, vinha tentar vestibular no Recife e passava na primeira leva”, recorda, sem esquecer os seus tempos de “baliza” nos desfiles de 7 de setembro. As memórias afetivas incluem a mobília do interior, o relógio antigo de parede, o modo como o sertanejo vê o dinheiro, o luar do sertão, a vontade do sertanejo ver o mar, a sabedoria das matriarcas da família. Muito bom. Não quero estabelecer comparações, mas lembrei de “A amiga genial”, da italiana Elena Ferrante, claro, cada qual no seu lugar. Parabéns, Fátima. Vá em frente.

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Preço: R$ 25,00
Local de lançamento: Pátio Café, Avenida Rui Barbosa, 141, Praça do Entrocamento
Horário: 19h do dia 13 de dezembro (terça-feira)
Vendas com a autora: telefone(81)9.9262-3316

Letícia Lins

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Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 12-Dezembro-2016 / 19:59:40

Parabéns aos pedreiros...

Todas as profissões merecem respeito e reconhecimento da sociedade. Compete aos profissionais, atuarem com responsabilidade, segurança, conhecimento e mostrar toda habilidade nas tarefas inerentes a cada modalidade de trabalho. É importante lembrar que um diploma de curso superior, doutorado ou mesmo mestrado, não dá o direito de ninguém se achar superior a nenhum dos trabalhadores, localizados em outros níveis da pirâmide social.

Neste Treze de Dezembro, comemoramos o Dia do Pedreiro. Talvez uma das profissões mais antigas da humanidade. O Novo Testamento cita uma passagem onde o apóstolo Paulo, trabalhava como pedreiro edificando tendas e casas. Aqui no Brasil, com a chegada de Tomé de Souza por volta de 1549, veio também um grupo de técnicos especialistas em construção. E assim, treinaram os primeiros pedreiros da Colônia, ensinando o manuseio com tijolos, pedras, areia e outros materiais. A tarefa de marcar o terreno geometricamente, como também a parte de resistência de materiais, ficava sob os cuidados do pedreiro. Isso lhe dava certo privilégio perante os colonizadores.

O presidente JK quando da conclusão de Brasília em 1961, após três anos e cinco meses de trabalho pesado, determinou que fosse erguido um monumento em homenagem aos pedreiros que muito contribuíram para a realização daquela importante obra. A construção civil era vista por Juscelino, como um dos mais importantes segmentos para do desenvolvimento do país. Daí, demos um grande passo para a especialização desses trabalhadores, indispensáveis em quaisquer edificações, de uma simples casa no bairro onde residem até a mais complexa e enigmática pirâmide egípcia; até o mais formoso edifício do mundo, em Dubai, com 827 metros de altura e, o gigante de concreto que a Arábia Saudita promete para 2020, o arranha-céu Cidade de Jedá, uma enorme torre com 1.000 metros do solo ao topo e 200 andares.

Juscelino Kubitschek de Oliveira, um médico simples e humilde, mineiro de Diamantina, como Presidente do Brasil, deixou o seguinte recado: “Esse operário rudimentar evoluiu, se especializou e se profissionalizou fazendo do uso de pedras e tijolos uma arte para construir as cidades”. Parabéns a todos os pedreiros!

Carlos Moura Gomes <carlosmouragomes@yahoo.com.br>
Gravatá, PE Brasil - 12-Dezembro-2016 / 18:13:21
Meu pai é pernambucano, natural de Afogados da Ingazeira.

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Qual o nome dele?

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Ramon dos Santos da Silva <ramonsilvaazk17@gmail.com>
Ananindeua , PA Brasil - 11-Dezembro-2016 / 13:17:00

O CORRETO É...

HOJE É DOMINGO PÉ DE CACHIMBO... e eu ficava imaginando como seria um pé de cachimbo, quando o correto é: HOJE É DOMINGO PEDE CACHIMBO ... Domingo é um dia especial para relaxar e fumar um cachimbo ao invés do tradicional cigarro (para aqueles que fumam, naturalmente...). E a gente pensa que repete corretamente os ' ditos populares'

No popular se diz: 'Esse menino não para quieto, parece que tem bicho carpinteiro' "Minha grande dúvida na infância... Mas que bicho é esse que é carpinteiro, um bicho pode ser carpinteiro???" Correto: ' Esse menino não para quieto, parece que tem bicho no corpo inteiro ' "Tá aí a resposta para meu dilema de infância!" EU NÃO SABIA. E VOCÊ?

Batatinha quando nasce, esparrama pelo chão.' Enquanto o correto é: ' Batatinha quando nasce, espalha a rama pelo chão. ' "Se a batata é uma raiz, ou seja, nasce enterrada, como ela se esparrama pelo chão se ela está embaixo dele?"

'Cor de burro quando foge.' O correto é: ' Corro de burro quando foge! ' "Esse foi o pior de todos! Burro muda de cor quando foge??? Qual cor ele fica??? Porque ele muda de cor???"

Outro que no popular todo mundo erra: 'Quem tem boca vai a Roma.' "Bom, esse eu entendia, de um modo errado, mas entendia! Pensava que quem sabia se comunicar ia a qualquer lugar!" O correto é: 'Quem tem boca vaia Roma.' (isso mesmo, do verbo vaiar).

Outro que todo mundo diz errado, 'Cuspido e escarrado' - quando alguém quer dizer que é muito parecido com outra pessoa. O correto é: ' Esculpido em Carrara. ' (Carrara é um tipo de mármore)

Mais um famoso.... 'Quem não tem cão, caça com gato.' "Entendia também, errado, mas entendia! Se não tem o cão para ajudar na caça o gato ajuda! Tudo bem que o gato só faz o que quer, mas vai que o bicho tá de bom humor!" O correto é: ' Quem não tem cão, caça como gato .... ou seja, sozinho!'

Dicas do “Professor Pasquale”

Vai dizer que você falava corretamente algum desses?

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"O destino une e separa as pessoas, mas força alguma é tão grande para fazer esquecer pessoas que por algum motivo, um dia nos fizeram felizes!"
(Autor desconhecido ...)

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 11-Dezembro-2016 / 9:38:31

Faleceu em Afogados da Ingazeira, nesta manhã de domingo, aos 74 anos de idade, o amigo Tarciso Campos Sá.
O sepultamento será realizado amanhã, no cemitério São Judas Tadeu.
Nossa solidariedade aos familiares.

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 4-Dezembro-2016 / 15:25:27

Exercite seu cérebro!

O Alzheimer é uma terrível doença, que provoca graves danos cerebrais nas pessoas, fazendo-as perderem a memória e não terem mais sentimentos de prazer ou alegria, devido ao descontrole de seus próprios corpos e mentes.

O paciente perde a consciência de suas ações, de sua própria identidade, porque já não pode mais reconhecer-se. Perde o caráter, a vontade, o poder de decisão e precisará dos outros para controlar a sua própria vida. Além de não poder reconhecer seus amigos e familiares!

O Alzheimer é, sem dúvida, um grande monstro! Mas, de acordo com alguns especialistas, é possível fazer alguns exercícios para afastá-lo ou minimizá-lo!! Exercícios simples, mas que promovam mudanças em algumas rotinas, levando à estimulação de algumas áreas específicas do cérebro.

Esta é uma nova técnica para melhorar a concentração, desenvolver a criatividade e inteligência, realizando estes simples exercícios de neuróbica. Uma descoberta no "Neuroscience", revela que o cérebro tem uma capacidade extraordinária de crescer e mudar o padrão de suas conexões.

Os autores desta descoberta, Lawrence Katz e Manning Rubin (2000), revelam que neuróbica, ou "neurônios aeróbicos", é uma nova forma de exercício cerebral, projetada para manter o cérebro ágil e saudável, criando novos e diferentes padrões de comportamento, e as atividades dos neurônios em seu cérebro.

Cerca de 80% de nossas vidas diárias, é ocupado por rotinas que, apesar de terem a vantagem de reduzir o esforço intelectual, escondem um efeito perverso: limitam e atrofiam o cérebro, não permitindo a renovação e crescimento dos neurônios.

Para contrariar esta tendência, é necessário praticar alguns "exercícios para o cérebro", que fazem a pessoa pensar apenas no que você está fazendo, concentrando-se na tarefa. O desafio da neuróbica está em fazer tudo ao contrário do de rotina, forçando o cérebro a um trabalho adicional.

Alguns dos exercícios para desenvolver neuróbica:

- Use um contador de pulsos de relógio, diferente do normalmente utilizado;
- Escovar os dentes com a mão oposta;
- Caminhe ao redor da casa, de volta, ao contrário do que na ida (na China, esta rotina é praticado em parques);
- Vista-se com os olhos fechados;
- Incentivar o paladar com as coisas em diferentes sabores;
- Veja fotos de cabeça para baixo (ou fotos, ou você);
- Verifique o tempo no espelho (olhe o relógio pelo espelho);
- Alterar a forma de rotina (itinerário) para ir e voltar para casa;
- Você pode fazer muitos outros neuróbicos exercícios, dependendo de sua própria imaginação.

A ideia é mudar a rotina de comportamento. Para isso, precisamos fazer algumas coisas diferentes, para o exercício do outro lado do seu cérebro (o direito), estimulando-o dessa forma.

Vale a pena tentar! Mal não há de fazer...

(Neuróbica. Consiste em desenvolver o equilíbrio e uso pleno do cérebro, como as coisas que realizamos diariamente.)

(Autor desconhecido)

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 30-Novembro-2016 / 11:38:35
Taty Vaqueira na TV - Primeira entrevista de Taty à uma TV.
A entrevista foi concedida ao programa "Você em Dia" do canal A8, filiado à Rede Record de televisão, em Sergipe.

Detalhe: Ela é afogadense, e sucesso no Brasil. Veja video...

Paulo Fernando Marinho de Almeida <paulo.fm@bol.com.br>
Jaboatao dos Guararapes, PE Brasil - 27-Novembro-2016 / 20:50:55

Minhas Memórias
(Walmick Martins)

No ano de 1950, meu pai Francisco Martins dos Santos (Chico bobina) e toda a família foi morar no Recife. Quatro anos depois minha mãe Maria Guimarães Martins faleceu, e eu, o caçula e minha irmã Wandira Guimarães Martins, após um ano, em 1955, viemos para Afogados da Ingazeira, pois meu pai havia se casado novamente com Evarista Correia de Siqueira, filha de José Correia de Siqueira (Zezé).
Aí começou o meu caminhar, na história da Rádio Pajeú e Cine Paje (hoje Cine São José). Fui contemporâneo de Waldecy Xavier de Menezes, devido a ter acesso a Dom Mota e ao Padre Antônio de Pádua Santos. Assisti a montagem da antena e parte eletrônica da Rádio realizadas pelo Dr. Sabóia.

Inicialmente, ainda em fase experimental, fui discotecário, controlista (primeiro, na época), pois Waldecy e eu engatinhávamos na rádio. A emissora funcionava com um motor ao pé da antena, e lembro-me que num certo dia um raio caiu e tirou a Rádio do ar. Eram válvulas imensas – no transmissor -, do tamanho de uma garrafa. (Hoje, onde estão os estúdios da Pajeú, vizinho ao cine São José, havia uma base para residência, de propriedade do Dr. Jesus Lima).

Algum tempo depois, D. Mota me colocou no Cine Pajeú como auxiliar de Antônio de Dondon. Ajudava na projeção dos filmes e colocava músicas que saíam em 2 cornetas na frente do cinema. Lembro-me de Jamelão e outros cantores da época. Na tela tinha uma cortina e tocava a valsa “Sobre as Ondas”, música prenunciando o início da projeção, e em seguida o gongo que até hoje existe. Era muito bonito quando a cortina ia se abrindo e a projeção já se iniciava.

Muitas vezes atrasávamos o horário da seção devido ao atraso do trem que trazia os rolos com trailers, documentário, filmes e seriado “Deusa de Joba”, preto e branco e mono. Também não tínhamos energia pública a não ser quando ligávamos o motor que ficava atrás do cinema , onde hoje é a Paulo Guerra.
Lembro-me de uma mudança que foi feita no único projetor que era a carvão e consumia muita energia. Por isso foi adquirido dois projetores Bell Howell 16 mm à lâmpada, não sendo muito aprovado devido a distância da tela. A imagem não ficava nítida, então voltou-se para o velho projetor à carvão.

O primeiro Ginásio em Afogados foi onde hoje é A Cúria Diocesana, atrás da igreja. Chamava-se Ginásio Mons. Pinto de Campos, com a direção do padre Antônio de Pádua. Ainda tenho uma transferência minha, assinada por padre.

Naquela época fazíamos de tudo. Fui coroinha na igreja, quando o padre celebrava a missa de costas para o público, e em latim. Usávamos umas vestes para ajudar a missa.
Também fui muitas vezes com padre Antônio no seu Ford 29 ajudar nas missas que ele celebrava nas redondezas.
Com Bernardo Delvanir Ferreira, filho de Seu Otávio, e Gago, formávamos um trio chamado os Pinguins do Pajeú para cantarmos na rádio aos domingos.

Este é o resumo da minha trajetória aqui em Afogados.
Fui colega, no Ginásio Mons. Pinto de Campos, de Raul Cajueiro, Joaquim Nazário (pai de Milton Oliveira), Rivadávia e muitos outros mais.
Devido ser o primeiro ginásio, eu, menino, estudava junto com adultos. Dr. Aloísio foi um dos professores.

Depois fui servir o exército no 14 RI em Socorro-Jaboatão dos Guararapes.

Só retornei a Afogados da Ingazeira em 2002, ao me aposentar. Estou até hoje na terrinha que nada se parece com a Afogados da minha juventude.

Walmick Guimarães Martins <walmickmartins@outlook.com>
Afogados da Ingazeira, PE Brasil - 27-Novembro-2016 / 18:49:10

A guardiã da memória de Tabira, no sertão

Em Tabira, sertão de Pernambuco, a sorte de pobres e ricos passou pelas mãos de Nevinha. Mas era a própria memória da cidade, antes perdida no tempo e no espaço e hoje dona de seu passado, quem mais lhe devia. Foi ela quem, em cartas, discursos e livros, escreveu sua história.
A terra era distrito quando o pai, comerciante hábil, chegou à prefeitura de Afogados da Ingazeira e a emancipou.
E se o velho Pires se tornou líder político, foi porque Nevinha escrevia os discursos e os lia no coreto da praça. "Era sua conselheira", diz o filho, Pedro. Indicada a prefeita, do marido ouviu não. Mulher que comanda cidade mandaria em casa, dizia. "Ela queria, tinha cancha." Mas aquiesceu.
Após o colégio interno estudou contabilidade, pedagogia e letras. Ensinou por 40 anos. Quando batiam à porta pedindo à moça letrada que interviesse, escrevia de cartas aos parentes no sul a pedidos a autoridades, com a caligrafia das freiras. No velório, um amputado chorou: sua carta ao presidente lhe garantiu a aposentadoria.
Viúva, aposentada e após ter feito do filho médico, decidiu verter o dom em livros. De arquivos e genealogias fez "Tabira e Sua Gente"; dos causos folclóricos do sertão, "Tabira: História e Estória". E cavou um estudo geopolítico da região que políticos como Marco Maciel tiravam do bolso na hora de discursar. Não parou nem com a escoliose, a mesma de Frei Damião.
Morreu de falência dos órgãos, dia 19, aos 91. Pouco antes, o filho Pedro a levara à geriatra. A médica pediu que escrevesse uma frase qualquer. De suas mãos brotou: "Eu amo Tabira."

(De Willian Vieira, para a Folha de São Paulo, ed. De 26.11.2016)

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 27-Novembro-2016 / 10:52:46

O Mundo Mágico das Letras

O famoso cientista francês, Antoine Laurent LAVOSIER, afirmava que “Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”. Realmente, tudo se transforma como a própria frase atribuída ao pai da química moderna que recriou o famoso enunciado do poeta latino Titus Lucrecius Carus que, por sua vez, já trouxe a ideia do filósofo grego Epícuro, esses últimos, bem antes de Cristo.
Adaptar é recriar. O jovem, e até a criança, tem que acordar para desenvolver o talento que, muitas vezes, se encontra reprimido no interior de sua fértil e fantástica imaginação. Em abril de 1999, tive o prazer de assistir uma palestra com a psicóloga Berenice Sica Lamas, na ocasião a professora da PUC do Rio Grande do Sul mostrava a necessidade de acreditarmos que o estudo e o aprendizado da literatura passam, sempre, pela própria experiência dessa clientela que deve, também, além de adaptar contos e histórias, inventar outras formas de descrever sobre assuntos do cotidiano; enfim, criar seus textos literários independente de como foram construídos, assim não corre o risco de permanecer, apenas, lendo grandes clássicos da nossa rica literatura infanto-juvenil.
No ano seguinte, precisamente em outubro de 2000, ouvi o professor da Universidade Estadual de Feira de Santana, José Roberto Cardoso Meireles, dizer com muita tristeza que a televisão seduz a sociedade, com todos os seus recursos; alia-se a essa sedução a transformação social que tornou o núcleo familiar cada vez mais distante, mais disperso e tão escravo da telinha. Ora, o que tá faltando para que o livro também provoque tamanho interesse? Infelizmente, não só os livros são esquecidos pelos governos, mas a educação por completa. Afinal é fácil controlar quem não tem conhecimento. Os maiores educadores do mundo atestam que quanto mais conhecimento as pessoas adquirem através dos livros, ficam mais contestadoras, aumentam o senso crítico, triplicam a vigilância com as injustiças e se transformam em seres humanos bem mais felizes.
Certamente, foram esses ensinamentos que me libertaram da inibição e fizeram com que, amadoristicamente, escrevesse textos referentes a diversos assuntos e temas. Agora, já pronto, o primeiro trabalho na categoria infantojuvenil “Caminhos Opostos” que brevemente estará sendo lançado em todo Sertão do Pajeú. Devo confessar que, mesmo tendo consciência dos meus modestos e limitados dotes literários, ao passar algo real ou mesmo sonhos da vida para o papel, sinto-me como os extraordinários repentistas nordestinos que com uma inteligência e sabedoria inexplicáveis “tiram de onde não tem e colocam onde não cabe”, provando que todos podem figurar nesse importante cenário do Mundo Mágico das Letras.

Carlos Moura Gomes <carlosmouragomes@yahoo.com.br>
Gravatá, PE Brasil - 25-Novembro-2016 / 13:57:11
Há dez anos (outubro de 2006) levei minha mãe para Solidão, e na volta passamos em Tabira para visitar Nevinha Pires (foto), nossa prima (fizemos algumas imagens desse momento).
Em janeiro mamãe partiu... agora, foi a vez de Nevinha.

"O mistério da morte é parte do enigma da alma e da vida em si: entender a morte significa realmente entender a vida. Durante a vida como a conhecemos, o corpo é vitalizado pela alma; na morte, ocorre uma separação entre o corpo e a alma. Porém a alma continua a viver como sempre fez, agora livre das restrições físicas do corpo. E como o verdadeiro caráter da pessoa – sua bondade, virtude e altruísmo – estão na alma, é lógico presumir que ele ascenderá a um estado mais elevado após cumprir suas responsabilidades na terra."

Aos familiares, nossa solidariedade.

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 20-Novembro-2016 / 20:26:14

A violência dos violentos

As Organizações Mundiais que estudam esse tão delicado assunto, dizem que a violência é a imposição de um grau significativo de dor e sofrimento evitáveis. Os sociólogos afirmam que corremos o risco de sermos vítimas de vários tipos de violência.
Os juristas lembram a existência da violência dolosa, violência culposa, violência preterintencional; e ainda, afirmam que a violência é o uso abusivo ou injusto do poder. O Atlas da Violência 2016, tristemente, aponta que em cada dez vítimas de violência letal no mundo, uma está no Brasil. Mesmo assim, segundo as previsões das mais famosas universidades, há evidências de que a violência pode ser evitada por uma série de medidas envolvendo indivíduos, famílias e comunidades.
Os relatórios apresentados por entidades religiosas, civis e militares apontam que mais de 1,6 milhões de pessoas morrem vítimas da violência em todo o mundo. Por isso pedem aos governos que tomem providências imediatas visando reduzir esses números que incluem assassinatos, violência doméstica e guerras armadas, por razões, muitas vezes injustificáveis.
Ontem, 19 de outubro de 2016, a emissora de maior audiência da América Latina, mostrou a violenta luta entre Ryan Bader contra Rogério Minotauro, onde o brasileiro ficou com o rosto totalmente deformado pelos potentes socos, deixando um rio de sangue no ringue, ou seja, no “campo de guerra”.
Infelizmente, modalidades agressivas e muitas vezes mortais, como MMA, UFC e até o boxe são simpáticas aos “olhos gananciosos” da mídia, aos “olhos de serpente” do Comitê Olímpico Internacional e, aos “olhos estrábicos” da Justiça, essa mesma Corte que em outubro passado, através do Supremo Tribunal Federal julgou inconstitucional a lei estadual cearense que regulamentava a vaquejada como prática desportiva e cultural, proibindo assim a mais tradicional festa dos nordestinos.
Diante de tamanho contrassenso, fico na dúvida sobre a imparcialidade da justiça representada pela venda no rosto; não sei se a balança que deveria indicar equilíbrio e ponderação está auferida pelas mentes sóbrias dos magistrados; já não posso confiar na força da espada que determina o cumprimento das decisões judiciais; porém, acredito em Pedro que no capítulo 3, diz que os humanos da atualidade esperam o dia do julgamento e da destruição das pessoas violentas e da violência.
Imparcialmente,

Carlos Moura Gomes <carlosmouragomes@yahoo.com.br>
Gravatá, PE Brasil - 20-Novembro-2016 / 16:16:01

Faleceu hoje, em Afogados da Ingazeira, minha grande amiga Alda, filha do saudoso Luis de Ernesto.
Meus pêsames ao seu esposo e filhos.
Eterna Saudade, Alda.

Robelia Soares de Siqueira André <Robeliasoaes123@ hotmail.com>
Jacupiranga, SP Brasil - 18-Novembro-2016 / 21:27:12

Luiz Barbosa da Silva (Gonzaga Barbosa)

Neste ultimo dia de outubro faleceu, no sítio Pacús, aos 76 anos de idade, nosso amigo Gonzaga Barbosa.
Aos familiares, nossa solidariedade.

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Nas minhas idas a Afogados da Ingazeira, lhe visitava no seu sítio e conversávamos sempre, inclusive ao telefone.
Ele me disse:

"Fruto da união de José Barbosa da Silva e Anna de Queiroz Vianna Barbosa, nasci no sítio Pacus (Fazenda União), em Afogados da Ingazeira, no dia 28 de agosto de 1940. Até hoje resido na mesma casa onde nasci.
Sou Católico, Apostólico Romano. Não frequento a minha Igreja por motivos óbvios: não posso me locomover; passo os dias deitado em uma rede desde os meus 12 anos de idade.
A minha infância, até os 12 anos, foi a de uma criança simples, modesta, pois nasci de uma família humilde. Só perdia um dia de aula se fosse o jeito. O meu grande sonho era ser médico, mas quando recebia os primeiros acenos da adolescência, um fato desfez toda a programação natural de tudo que estava na minha mente.
Mas, mesmo com todos os obstáculos – que não foram poucos – não fiquei tolhido na ”concha da deficiência”. Com determinação, enfrentei as pedras do caminho.
Quando fiquei deficiente estava na 3ª série do curso primário. Então, devido aos problemas que me acometeram, tive que repeti-la. A 4ª série fiz com a professora Adalgisa Maria Brandão e a quinta com a saudosa professora dona Leta Moraes.
Com a ajuda do então professor José Virgínio Nogueira cursei Admissão ao Ginásio e, algum tempo depois, Madureza Ginasial, por correspondência, através do Instituto Universal Brasileiro.
Graças a Edvonaldo Macedo de Almeida, hoje advogado, que me trazia o material do Ginásio Mons. Pinto de Campos para que eu pudesse estudar em casa, cursei Contabilidade, concluindo-o no dia 26 de dezembro de 1976. Também estudei Didática Geral em 1972.
Em 1993 fiz vestibular de Letras na FAFOPAI (Faculdade de Formação de Professores de Afogados da Ingazeira), e fui aprovado. Cheguei a me matricular, mas, tendo em vista a impossibilidade de frequentar as aulas, fechei a matricula. Em vista desses entraves na minha vida, lendo muito tornei-me autodidata e sou autor de três livros.
Não me casei em virtude da minha deficiência. Sou agâmico, e isso me impossibilitaria à procriação. Mas, amo as mulheres.
Passo os dias deitado em uma rede, lendo e escrevendo. Atualmente uso um computador que me faz viajar pelo mundo através da internet. Detalhe: teclo com apenas um dos dedos.
Mesmo com todos os meus problemas considero-me um homem feliz, pois sinto que sou querido por todos os que me cercam."

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 1-Novembro-2016 / 8:24:33

Misteriosas conveniências

Segundo uma famosa enciclopédia, justiça é como uma força que bate bem forte dentro do peito. É um conceito presente no estudo do direito, da filosofia, da ética, da moral e da religião. Paradoxalmemte, suas concepções e aplicações práticas variam de acordo com cada povo e, infelizmente, até no seio dessas mesmas comunidades, o que vem sendo criticado por estudiosos dessa ciência.
O ministro do Supremo Tribunal Federal, Luiz Roberto Barroso, disse em uma de suas palestras que “Precisamos fazer uma revolução no modo como o Judiciário funciona”. Na verdade a Justiça Brasileira, impulsionada pela indignação da sociedade, já tem mostrado evidências de que poderá acontecer avanços nessa área tão delicada e importante em qualquer civilização.
A Operação Lava a Jato, coordenada pelo competente juiz Sérgio Moro, enche os olhos do mundo jurídico pela coragem e equilíbrio nas decisões tomadas contra ricos empresários e políticos poderosos. Recentemente, a ministra Carmem Lúcia saiu em defesa da classe afirmando que “Onde um juiz é destratado, eu também sou”, referindo-se aos ataques e ofensas do senador Renan Calheiros a um juiz que acatou denuncias contra o Presidente do Senado.
Tudo isso é louvável! Porém, gostaríamos muito que, tanto a determinação do nobre juiz paranaense como a solidariedade da Presidenta da Suprema Corte aos seus colegas de toga, fossem ampliadas para analisar as liminares cassadas pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, referente a aquisição da fosfoetanolamina sintética, mais conhecida como a pílula que cura o câncer, comprovada pelos cientistas brasileiros que desenvolveram essa fórmula desde 1990 e, sofrem perseguições diversas, inclusive da própria Justiça Brasileira. Esse impasse impede que pacientes obtenham esse composto, enquanto a ANVISA não acelera os testes clínicos para que essa substância torne-se remédio e seja distribuída, gratuitamente, a todos que necessitam dela para viver.
Caso contrário, enxergamos os julgadores agindo com “um peso, duas medidas”, como preconizava o filósofo grego Sócrates, ou seja, trata alguns casos com justiça plena e imparcial e outros com total injustiça e frieza, aplicando a Lei como bem entende e de acordo com misteriosas conveniências.
Esperançosamente,

Carlos Moura Gomes <carlosmouragomes@yahoo.com.br>
Gravatá, PE Brasil - 26-Outubro-2016 / 14:38:24

Na verdade, em 1977 eu morava em Afogados e estudava na escola Conego João Leite. A minha professora se chamava Consuelo e eu a amava.
Queria muito noticias dela.
Grata!

Cleonice Ramos Godoy <cleoramosgodoy@hotmail.com>
São Paulo, SP Brasil - 24-Outubro-2016 / 14:32:07

“Caminhos Opostos” - Um conto com característica regional... (literatura infanto-juvenil) - Carlos Moura Gomes

Ao adquirir um exemplar desse livro, por apenas R$ 15,00, você ajuda a Instituições Oncológicas e Abrigo de Idosos (ASAVAP), pois metade da renda vai para essas Casas e a outra metade custeará nova edição para continuidade a esse Projeto.
Caso queira receber em casa mande seu endereço completo para o e-mail “carlosmouragomes@yahoo.com.br” e deposite R$ 15,00 + R$ 6,00 da postagem que enviaremos pelos Correios. [Bradesco, agencia 283-6, c/c 0080046-5.
Os pacientes dessas Instituições com câncer, e os idosos que vivem em abrigos agradecem.

Carlos Moura Gomes <carlosmouragomes@yahoo.com.br>
Gravatá, PE Brasil - 24-Outubro-2016 / 6:25:36

Fomos informados do falecimento de José Benedito da Silva (ZIL da codorna) ocorrido na noite deste sábado 22.
Aos familiares, nossas condolências

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 23-Outubro-2016 / 14:44:25


José Batista de Queiroz (Zé de Darci, foto) - (1940-2016), aos 76 anos de idade, foi sepultado neste domingo 16, no cemitério da cidade ocidental, em Brasília (DF).

Paulo Marinho <paulo.fm@bol.com.br>
Jaboatão dos Guararapes, PE Brasil - 16-Outubro-2016 / 18:02:45


É verdade Paulo Marinho, Zé de Darci era famoso pela sua praticidade e alta produtividade na construção de paredes de alvenaria.

Marcelo Vieira <marcelovieira62@outlook.com>
Casinhas, PE Brasil - 16-Outubro-2016 / 17:35:59
Fernando, você conheceu ZÉ DE DARCI? Ele faleceu hoje em Brasília. Se eu tiver os detalhes vou te enviar, ok?
Ele foi o melhor pedreiro de Afogados da Ingazeira. Um dos prédios construídos por ele, a panificadora Estrela do Norte.

Paulo Marinho <paulo.fm@bol.com.br>
Jaboatão dos Guararapes, PE Brasil - 15-Outubro-2016 / 20:38:51
Faleceu neste domingo 9, pela manhã, aos 93 anos de idade, em Afogados da Ingazeira, o Dr. José Humberto Mesquita Campos.
O sepultamento foi realizado nesta tarde, no cemitério São Judas Tadeu.
Aos familiares, nossa solidariedade.

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Há alguns anos, nas minhas viagens a Afogados, fui visitá-lo em seu apartamento para uma entrevista. Veja o que ele contou...

“Nasci em Ipojuca, em 3 de fevereiro de 1923. Filho de João Batista Campos (Noca) e Maria Julieta de Mesquita Campos, fui o primogênito de uma família de 16 filhos, dos quais 8 ainda estão vivos.

Em meados de 1924, por questão de saúde, meu pai volta a morar em sua terra natal, Afogados da Ingazeira, de onde saiu para morar em Campina Grande, PB, retornando, ainda, por imposição de sua saúde, no inverno de 1930.

No São João de 1933, eu, com então 10 anos, segui para a casa do meu avô materno no Recife, para estudar no Grupo Escolar João Barbalho onde terminei o curso primário para, em janeiro de 1935 ingressar no Colégio Marista onde cursei ginasial, na época com duração de cinco anos, terminado em dezembro de 1939. Já então tinha sido criado o curso pré, com duração de dois anos e obrigatório para o vestibular, antes de ingressar na faculdade, o que fez no Colégio Osvaldo Cruz, no Recife.

Em 1942 prestei exame vestibular, ingressando na Escola Superior de Agronomia, recebendo o diploma de Engenheiro Agrônomo no fim de 1945. Já trabalhava no Diário Oficial e era Auxiliar Acadêmico no Instituto de pesquisa na própria faculdade em Dois Irmãos.

Concluído o curso superior em março de 1946, assumi um emprego no Estado e, em maio do mesmo ano, fui designado para o Departamento de açudagem, com sede em Caruaru onde logo me adaptei. Lá, passei a colaborar no Jornal Vanguarda e atuei como professor de matemática em dois colégios locais e nos Ginásios Caruaruense e Sete de Setembro onde fui paraninfo da primeira turma de concluintes do ginasial.

J unto com alguns jornalistas, como Odílio Andrade, José do Patrocínio, Luís Torres e Antonio Miranda, foi criado o Movimento Literário Jornalístico com o apoio do dr. Mauro Mota, então do Diário de Pernambuco, no Recife, que pôs em evidência o trabalho que chamou de Jornalismo Matuto, fazendo-os membros da Associação de Imprensa de Pernambuco e pondo à disposição de todos a sua página literária domingueira no Diário.

Resultante de tão valioso apoio, a turna de Caruaru resolveu fundar a Associação Caruaruense de Imprensa, congregando os jornalistas que trabalhavam no interior do Estado e, principalmente, em Caruaru, cujo número já passava de 30 naquela época, com os Correspondentes de Órgãos da Capital.

Em 1949, eu, Odílio Andrade e Jaime Menezes, após várias conversas, resolvemos lançar uma revista, saindo em março do mesmo ano o periódico trimestral com o nome de “ARU” que se desenvolveu rapidamente, contando com a participação de diversos membros da ACI, mas somente atingiu a 5ª edição em abril de 1950 quando, por força da transferência do Departamento de Açudagem de Caruaru para o Recife, os seus diretores, eu e Odílio, tivemos que deixar a “Cidade dos Aveloses” para residir na capital pernambucana, pois éramos seus funcionários, fato que impôs o arrefecimento das atividades jornalísticas dos mesmos. O Jaime Menezes foi residir em São Paulo.

Já estabelecido no Recife, fui designado para implantar a 2ª Residência do SAPI em Arcoverde e, logo depois, fui nomeado para o cargo comissionado de Chefe do Serviço de Divulgação Agrícola onde esteve até 30 de janeiro de 1950, quando fui designado para fazer um curso intensivo da Fundação Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro. De volta, fui para o IPA, retornando ao Departamento de Açudagem em novembro do mesmo ano.

Em março de 1952, fiquei à disposição da Prefeitura Municipal de Moreno até dezembro de 1952, voltando à repartição de origem até fevereiro de 1955 quando, por Ato do Governador fui indicado para fazer o Curso de Engenharia Rural em Sorocaba (SP), com duração de seis meses.

De volta ao Recife, cursei Administração Pública sob os auspícios da Secretaria da Fazenda do Estado de Pernambuco em 1956 e, no ano seguinte fui nomeado diretor adjunto do Departamento de Açudagem e Irrigação.

No governo Cid Sampaio, fui transferido para Inajá, PE onde permaneci 20 meses, como “castigo político”. Depois fui para Belo Jardim administrar as construções rurais da “Residência”.

Em janeiro de 1963 fui nomeado para instalar a 20ª Residência Regional do DPV em São José do Egito, acumulando a 19ª em Afogados da Ingazeira até dezembro de 1966, quando fui assessorar o Sr. Secretário da Agricultura quando, no final do governo, retornei ao Departamento de Produção Vegetal onde permaneci até 1977 quando me aposentei por tempo de serviço.

Aposentado, passei a trabalhar como autônomo em projetos rurais e agroindustriais com maior atuação em trabalhos para a SUDENE, tendo participação em inúmeros projetos no Nordeste.

Realizei levantamento semi-cadastrais de cidades para efeito de eletrificação, inclusive de Afogados da Ingazeira, São José do Egito e Carnaíba, entre outros. Realizei estudo de linhas de transmissão –LT para o DAE no agreste e sertão, não esquecendo a açudagem, tendo, quando do encontro de Salgueiro em 1950 que foi a semente da criação da SUDENE e que congregou técnicos de todas as áreas e de todo o Nordeste, atuado como relator da Comissão Técnica de Águas.

Participei de Cursos de Irrigação em Petrolina, Barreiras (BA) e Fortaleza (CE), tendo publicado duas monografias sobre o assunto e diversos outros trabalhos para o Jornal do Commercio, Diário de Pernambuco e revistas técnicas.

Em maio de 1996 recebi o Diploma de Mérito Agronômico da Academia Pernambucana de Ciências Agronômicas, da Universidade Federal Rural de Pernambuco.

Em 1999, com o falecimento da minha esposa Maria do Carmo Veras Campos, com quem fui casado 51 anos, além dos doze entre namoro e noivado, fixei residência em Afogados da Ingazeira, terra do meu pai e da minha esposa.

Tenho 2 filhos, Fred e Mônica, e quatro netos.”

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 9-Outubro-2016 / 18:39:13
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