José da Penha - Guest Book

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olá a todos!E a vc adriano parabéns pela iniciativa do site,isso só tende a incrementar a divulgação da cidade q tanto amamos!Até agora adorei todas as manifestações ocorridas nele, menos é claro algumas críticas nada agradáveis de pessoas q certamente não sabem o valor q esse lugarzinho, chamado josé da penha, representa p/nós filhos dele.BJO a todos!!!!

darlyne <darlynefontes@bol.com.br>
- 10-Dezembro-2004 / 21:19:54
MEU POVO QUERIDO, VOÇES NAO IMAGINAM COMO ME ORGULHO DE PERTENSER A FAMILIA FONTES QUEM ME CONHECE SABE A MINHA PAIXAO POR JOSE DA PENHA E PRINCIPALMENTE POR SER NETO DE PEDRO EVARISTO FONTES DE QUEIROZ E MARIA DO CARMO FONTES. PRA QUEM NAO CONHECE EU SOU FILHO DE MARIA DAS GRAÇAS FONTES CARLOS (GRAÇINHA DE PEDRO EVARISTO) E VALDIR CARLOS DE MORAIS. SE DEUS QUIZER ESTAREMOS TODOS REUNIDOS NA PASSAGEM DO ANO AI NA NOSSA INESQUESIVEL JOSE DA PENHA. UM GRANDE ABRAÇO A TODOS CONTERRANEOS.

Waldir Carlos de Morais Filho <waldizinho@msn.com>
- 1-Dezembro-2004 / 13:22:03
As Lutas sem Trégua de José da Penha

José da Penha Alves de Souza nasceu a 13 de maio de 1875, na cidade de Angicos. Foram seus pais: José Félix Alves de Souza e Maria Inácia Alves de Souza.

Em 1880, José da Penha foi para Fortaleza, onde estudou no Colégio Militar. Depois, seguiu para o Rio de Janeiro, onde, seguindo Aluízio Alves, fez toda a carreira militar; praça a 2 de agosto de 1890, alferes a 3 de novembro de 1894, tenente a 8 de outubro de 1898 e capitão a 2 de agosto de 1911". Desde jovem, participava de polêmicas, conseguindo se destacar mesmo quando seus adversários eram do nível de um Medeiros e Albuquerque ou de um José Veríssimo.

Nasceu, ao que parece, para debater. Discutir. Liderar. "Seu ardente ideal republicano, impregnado da proteção de Benjamim Constant, o gosto pelo estudo da História dos Povos, a vivência jornalística conduzindo-o à análise dos fatos diários, principalmente os de formação da República emergente, participação militar característica dos primórdios do novo regime, o espírito polêmico, fariam inevitavelmente do jovem pensador-militar um líder político", relata Aluízio Alves.

Não sabia silenciar diante da injustiça.

Na análise de Câmara Cascudo, "o nome de José da Penha Alves de Souza evoca o movimento da luta, o choque de idéias, a controvérsia agitação, sonoridade (...). Nasceu armado cavaleiro, de couraça e elmo, com bandeiras e montante, jurando combater o bom combate. Toda a sua vida e uma série de guerrilhas, de batalhas, de agonias, de sofrimentos, provocados, resistidos com altivez, destemor e sobranceria invulgares".

José da Penha assistiu, no dia 3 de janeiro de 1904, atos de violência praticados por policiais na cidade de Fortaleza. Revoltado, escreveu um artigo, no outro dia, demonstrando seu protesto. Militar, foi preso, sendo submetido ao Conselho de Guerra. Foi absolvido. Sua esposa Altina Santos, não suportando o sofrimento, suicidou-se com o revólver do marido.

José da Penha resolveu seguir para o Rio Grande do Norte para lutar contra a oligarquia Maranhão, que dominava o Estado, como sintetiza Aluízio Alves: "de Pedro Velho o governo foi para Ferreira Chaves, deste para Alberto Maranhão, irmão de Pedro Velho, indo em seguida para o genro, Tavares de Lyra, Antonio de Souza preparou a volta de Alberto Maranhão, que, por sua vez, fez retornar Ferreira Chaves, sucedido, num segundo mandato, por Antonio de Souza, todos eles, nos intervalos, guindados à representação do Congresso Nacional, e Tavares de Lyra e Ferreira Chaves a ministérios".

Foi para mudar essa situação que José da Penha investiu contra a liderança de Alberto Maranhão. Procurou o apoio de um juiz de Caicó, José Augusto, que também combatia a oligarquia Maranhão. Mas José Augusto também não era favorável ao candidato escolhido pela oposição, argumentado a João da Penha: "se o candidato da oposição fosse o senhor, nestas circunstâncias, eu o apoiaria (...) O que se pretende é destrui-la para montar uma oligarquia nacional, com o filho do presidente da República, que nem sequer conhece o Rio Grande do Norte".

Estava certo o Dr. José Augusto. José da Penha, na realidade, combateu o que poderia ser uma imposição de uma oligarquia Ferreira Chaves, contra uma imposição do próprio José da Penha. E o que é pior, ele pretendia impor uma pessoa totalmente estranha ao Rio Grande do Norte, o tenente Leônidas Hermes da Fonseca, que, por sinal, apresentava apenas uma qualidade: era filho do presidente da República... O capitão José da Penha teria, sem dúvida, muito mais chance de vitória caso ele próprio fosse o candidato. Mas é possível que o seu pensamento fosse realmente o de derrotar a oligarquia Maranhão: "O meu coração tem a dureza daquelas pedras. E com este rochedo de carne, hei de esmagar a oligarquia dominante".

José da Penha promovia, assim, a primeira campanha popular da história do Rio Grande do Norte. Sendo também o primeiro a falar diretamente com o povo. Fazendo uma campanha popular, conclamando a população para derrubar uma oligarquia que possuía figuras ilustres, de grande valor, como Alberto Maranhão.

Aluízio relata: "a campanha incendiou os ânimos de todo o Estado. não foi um movimento restrito à capital, sempre mais sensível a rebeliões populares. Não. As cidades do interior recebiam José da Penha e seus caravaneiros com o povo nas ruas - homens, mulheres, crianças -,aclamando-os, cantando o hino da campanha, desfraldando bandeiras".

A campanha se desenrolar num clima tenso, propício para que se cometesse violência. Com ameaça de proibição de comícios da oposição.

José da Penha empolgava com sua oratória que, na opinião de Câmara Cascudo, "era calorosa e acre, irritada, vergostante, panfletária, satírica:.

No dia 20 de julho de 1913, ocorreu um tiroteio que durou quarenta minutos. A casa em que José da Penha estava hospedado foi cercada pelo Batalhão de Segurança, desde a véspera. No tiroteio, D. Leontina, companheira de José da Penha, foi ferida. Os seus adeptos foram presos e logo depois soltos.

A primeira campanha popular terminaria de maneira melancólica. José da Penha foi abandonado pelo seu próprio candidato que, na realidade, jamais assumiu a candidatura... Falando sobre o assunto, Aluízio Alves considera que "a repercussão na imprensa do Rio, as versões espalhadas de que partira de José da Penha e de seus amigos, o tiroteio, o incitamento à greve, dias antes, a fábrica de tecidos, fundada por Juvino Barreto, na Ribeira, foram os últimos atos necessários para desvendar o mistério: a primeira campanha popular do Rio Grande do Norte não tinha candidato".

Joaquim Ferreira Chaves partiu, então, sozinho para a eleição, que se realizou no dia 14 de setembro de 1913.

E, em 27 de setembro de 1913, José da Penha inicia a sua viagem de volta para o Ceará, via Recife. No Ceará, ele havia sido eleito deputado estadual.

Pouco depois, Franco Rabelo convocou José da Penha para combater os adeptos do padre Cícero. No dia 2 de fevereiro de 1914, partiu com duzentos homens para combater mais de mil guerreiros. Armados e treinados pelo governo federal. Ao se despedir do povo de Fortaleza, vaticinou: "Vou porque não posso faltar. É só voltarei vitorioso ou morto".

E foi o que aconteceu. Morreu combatendo. Suas tropas, contudo, venceram os jagunços, na batalha de Miguel Calmon, no dia 22 de fevereiro de 1914.

Epitacio Fontes <epitacio@brisanet.com.br>
Pau dos Ferros, RN Brasil - 30-Novembro-2004 / 20:14:02
Todos nós,filhos ausentes,estamos maravilhados com a existência deste site.Parabéns,ADRIANO!!!Pois além de mantermos contatos com nossos conterrâneos,ainda podemos mostrar para os amigos que ainda não conhecem nossa cidade o quanto ela tem de bom,sua história e seu povo.Beijão para a nação jpenhense e até o sempre esperado reveillon...

Ana Jarvis <aninhamafaldo@hotmail.com>
Natal, RN Brasil - 30-Novembro-2004 / 13:09:57



ESTÁ CHEGANDO O FINAL DO ANO, É O TEMPO EM QUE A MAIORIA DOS FILHOS AUSENTES SE ENCONTRAM EM JOSÉ DA PENHA. SUGIRO QUE FAÇAMOS UM EVENTO PARA AS PESSOAS QUE VISITAM E SE COMUNICAM ATRAVÉZ DO SITE. PODERIA SER UM CHURRASCO, UMA SERESTA OU AOENAS UM ENCONTRO EM UM DOS BARES DA NOSSA CIDADE. VAMOS AMADURECER ESTA IDÉIA. DEIXEM SUA OPINIÃO. ABRAÇOS A TODOS! JERRY ALEXANDRE JÁCOME.

JERRY JÁCOME <professorjacome@hotmail.com>
NATAL, RN BRASIL - 29-Novembro-2004 / 20:54:00
Olá Amigos! É bastante animador vc conhecer a história da sua família, da sua cidade através de um site dessa categoria. Os tempos de abscuridade ficaram com a quimera do passado, hoje José da Penha ganha proporçöes enormes com este grande avanço. E isto se dá devido a competëncia e o reconhecimento dos seus amados filhos da terra. Fiquei feliz quando soube que está sendo escrito um livro sobre a história do povo jpenhense e por sinal gostei muito do título que faz o tracadilho com a família Fontes e a sua história. Parabéns Adriano pela iniciativa. A divulgaçäo do site está sendo feita de forma bastante intensa, o que facilita e engradece cada vez mais o conteúdo deste.

Francisco Henrique <fhenriquecr@bol.com>
José da Penha, RN Brasil - 29-Novembro-2004 / 16:24:12
meus comterraneos,é com grande prazer que tive acesso ao saite de josé da penha particulamente gostei muito. Em breve estaremos comemorando o final de 2004 jutos,sou irmão de fracinaldo,quero tambem parabemlizar abel pela grande vitoria.áte breve...

jader alves bazerra <jader_alves750@hotmail.com.br>
sã0 paulo, sp brasil - 18-Novembro-2004 / 14:24:28
Adriano parabéns pelA iniciativa, o site esta 10. Agora kd as fotos do churrasco de Abel? Abraços

JANNY e GERLÂNDIO <jannycl@hotmail.com>
Luís Gomes, RN Brasil - 15-Novembro-2004 / 22:40:41
Fiquei muitoo feliz em descubri esse site, em poder ter notícias de minha querida cidade e entrar em comtato com pessoas que tanto gosto, Parabéns Adriano pela iniciativa. Abraço a todos, fiquem com Deus.

Deilson <deilson.fontes@terra.com.br>
São Paulo, SP Brasil - 15-Novembro-2004 / 12:37:08
Olá

Adriano,quero te parabenizar pela site,pois nos deixa informados sobre as novidades da nossa terra.Quando acesso,me sinto mais próxima de vocês.Um abraço a todos da minha família,aos amigos e em especial à você.

Magna Varélia <magnavarelia@ig.com.br>
Sobradinho, DF Brasil - 11-Novembro-2004 / 19:52:51
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