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Caso você queira colocar seu registro, clique aqui!
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Ana, A palavra não é somente as expressões verbais que expressamos. As palavras que saem de nossa boca são 'Palavra', os pensamentos são 'Palavra', nossas ações são 'Palavra'. E mesmo que não falemos ou pensemos em nada, a nossa expressão fisionômica é 'Palavra'. E toda 'Palavra' que é emitida adquire corporificação, toma forma e se concretiza nesse mundo. Infelizmente, no momento não tenho como arrumar o material para você. Mas, quando estiver fazendo o seu projeto, baseie-se por essas diretrizes, que o seu projeto irá ficar muito bom. Grande Abraço, obrigado.
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| Gugu | ||
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1-setembro-2010 / 8:58:41
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Olá!!! Estou conhecendo a SEICHO-NO-IE agora. Estou gostando. Gostaria se pudesse que me enviasse um material :O envangelho 2ºsão João onde se fala sobre" O Poder da Palavra" p/ que eu possa fazer meu projeto. Obrigada e gostei do seu blog. |
Ana Paula <anamonteiro1973@yahoo.com.br> | |
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29-agosto-2010 / 21:07:14
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Muito bom o texto do Pe. Fábio também. | Levar uma vida simples é a melhor coisa pra nossa alma! Abç!
Mizi | |
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6-agosto-2010 / 10:51:11
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"Em síntese, quando você vive no mundo da religião, você fica no ônibus. Quando você vive no mundo da espiritualidade que a sua religião ensina – ou pelo menos deveria ensinar" |
Então, acho que as religiões devem ser um instrumento a serviço da pessoa, para que ela possa saber como encontrar sua espiritualidade. A partir do momento que a religião se torna um obstáculo para que a pessoa, sob todos os aspectos, se torne "boa", então tem algo de errado. Talvez não com a religião em si. Talvez seja a pessoa que não tenha se adaptado bem àquela crença... talvez seja melhor ela se adaptar a uma outro sistema de crenças que seja mais compreensível para ela e que vá ajudá-la a encontrar sua espiritualidade de forma mais eficaz. As religiões em si não são um empecílho. Afinal, religião e espiritualidade deveriam andar de mãos dadas, já que a religião conduz à espiritualidade, e a espiritualidade se manifesta na religião. Bom, se sua religião não está servindo, então vá fazer algum serviço. Braçal de preferência. Pode ser que isso ajude a encontrar alguma espiritualidade. Como diz o Pe Fábio, ao ouvir as reclamações de uma de suas fiéis: "Ah! minha filha! Vá lavar uma pilha de louça suja, vá... Quem sabe essa lavação acabe limpando também sua alma" Rsss... Abraços!
Mizi | |
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4-agosto-2010 / 11:58:50
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Caro Gugu e amigos, muito se fala em viver de um modo mais presente, mais consciente, sem tanta influência da mente. Mas concordemos que isso é uma tarefa extramamente difícil, talvez impossível no momento para grande parte da humanidade. Entendo que isso acontece porque as pessoas não diferenciam ego, mente e consciência. Elas apenas diferenciam corpo e espírito. Elas não questionam sua mente porque acham que cérebro e mente são uma coisa só. Elas não reconhecem que a mente enquanto dominada pelo ego é condicionada e não livre. Eu mesmo lia livros sobre o assunto e pouco entendia. Mas tive uma experiência em que ficou muito claro para mim que a mente dominada pelo ego é apenas uma impostora. Vou descrever, quem sabe possa funcionar para alguém, é muito simples: Sabe aquele domingo frio e preguiçoso em que vc está debaixo de uma coberta querendo que o dia dure o máximo possível em face da terrível rs segundona? Aproveite que vc quer que o tempo passe devagar, concentre-se e comece a contar sua respiração. Você verá que perderá a contagem várias vezes antes mesmo de chegar a 30. Isso porque vários pensamentos pipocarão involuntariamente na sua mente. Serão de pensamentos que fazem um certo sentido até os mais absurdos. Mas vc quer continuar a contagem, não quer pensar em nada. Mas eles vão surgindo um após o outro. Se vc não ficar atento e não corta-lo pela raiz se identificará com ele e sentirá as emoções provenintes dele e perderá totalmente a contagem. Terá que começar do zero. Quanto mais tempo vc conseguir ficar livre dos pensamentos mais presente vc estará. E isso também irá acontecer quando estiver realizando atividades rotineiras. Mas isso é o que também busco e o mais difícil. No entanto, saber que os pensamentos são apenas impostores é de grande ajuda e essencial para evolução. Abraço a todos. |
Matheus <matheus_r_alves@hotmail.com> | |
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22-julho-2010 / 20:03:20
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Valeu a pena ressaltar tudo isso, Matheus. | Quando estamos 100% presentes, a mente está 100% ausente, porque no presente não existe a mente, somente 'Aquilo que é' existe. Estar 100% no Agora significa o desfazimento de todos os conceitos mentais. Por exemplo: a mente julga que temos um corpo carnal e que vivemos num mundo concreto. Mas a mente só pode pensar assim quando não estamos 100% presentes. Se estivermos no Agora, não seremos mais 'seres com corpos carnais vivendo uma vida material'. Se estivermos 100% presentes e alcançarmos o estado de não-mente, perceberemos que nós APENAS SOMOS. Não somos 'isto' ou 'aquilo', apenas somos. Por isso é que, quando o discípulo teve decepado o seu dedo, ele imediatamente compreendeu a verdade. O dedo material dele não estava mais lá, mas ele percebeu que lá mesmo, no lugar que o dedo material costumava ocupar, havia uma existência espiritual, uma presença ou forma espiritual de dedo. Naquele momento de intensa atenção, de intensa presença, o discípulo viu/compreendeu que, mesmo que ele não tivesse mais o seu dedo material, ele tinha o dedo real, o verdadeiro dedo. E isso, obviamente, vale para todo o resto. Mesmo que percamos todo o nosso corpo, poderemos ter a certeza de jamais termos perdido nada, se tivermos olhos ou a compreensão adequada da vida, da existência. Se de repente todo o universo material explodisse e desaparecesse para sempre, jamais nada teria sido perdido. Este mundo fenomênico/material -- ou seja, o mundo visível captado pelos cinco sentidos humanos (mentais) -- é uma ilusão, assim como o nosso corpo, assim como o nosso dedo. E, indo ainda mais a fundo, somente Deus - a realidade espiritual, consciencial - é existência verdadeira. Mas não para a mente - para a mente isso não faz sentido algum. Mas para a Consciência é tudo muito lógico, faz todo o sentido. Grande abraço.
Gugu | |
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20-julho-2010 / 9:38:23
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Sobre o artigo "o dedo de Gutei", vale a pena ressaltar que o Mestre cortou o dedo do discípulo (de surpresa), mas não foi por uma punição. Ali o Mestre percebeu uma janela para iluminação. Com tal ato ele trouxe o aluno totalmente para o presente, num alto nível de consciência, ou seja, sem a influência da mente com seus pensamentos incessantes. Imaginem o susto que ele tomou rs? Quando estamos neste estado estamos 100% presentes, e somente neste estado é que o discípulo pôde compreender a verdade e tornou-se iluminado. Abraço a todos |
Matheus <matheus_r_alves@hotmail.com> | |
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19-julho-2010 / 22:38:04
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Se essas vias (ainda que aparentemente diversas) servirem para percebemos o que somos e o que Deus é (sem importar o ponto de vista), então as religiões terão cumprido sua função, certo? | Seu paradigma também é lindo, mas em alguns momentos, como vc disse, "parece" abrir um grande abismo entre este e outras formas de pensar. E assim, "parece" ser diferente do meu paradigma, mas talvez não seja também... São apenas formas de pensar e de entender. E pensamentos vêm e vão. Minha Esperança é que Deus tenha compaixão de todos nós, independetemente do que possamos achar Dele ou não. Ou do nome que tivermos dado a Ele ou não. Assim, um maior números de pessoas farão o encontro com Deus. Tenho Esperança de que, dessa forma, o coração do homem seja bom de verdade, para que ele não hesite em afirmar que é Um com Deus. Abraços, meu amigo!
Mizi | |
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5-julho-2010 / 11:45:41
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Mizi, | Se seu paradigma é simples, ótimo, você sabe que o caminho é por aí. Mas é um erro pensar que, por você ter e achar que seu paradigma é simples, não haverá a simplicidade em outras espiritualidades ou religiosidades. Cuidado para não pensar que essa simplicidade só pode ser conseguida ou alcançada pelos meios que você conhece. Porque não é assim. A mensagem é simples. A diferença dela pro que você entende, acho, é que pra você "Deus e o homem existem" e para ela "Apenas Deus existe, o homem não existe". Quem será endeusado? O homem não existe, o ego não existe. Tente perceber como seria a existência se de repente o mundo explodisse, sumisse da existência como todos os "homens" e "egos" que ele aparenta comportar. A realidade fenomênica é tão irreal quanto o homem fenomênico. O primeiro modo de pensar ("Deus e o homem existem") abre naturalmente pra você achar que o homem será endeusado ou equiparado a Deus, caso "Deus seja tudo". É por isso que você se descontenta com esses textos, vendo-os como um absurdo, que eles são um atentado contra o cristianismo. Portanto, há uma diferença nos paradigmas. Você parte de uma premissa, o que inevitavelmente o fará a chegar a uma conclusão diferente daquele que partiu de uma outra. Mas isso não significa que a simplicidade só existe no caminho como você o entende. Outra diferença: O modo de ver a figura de Jesus Cristo. Para a grande maioria dos cristãos, o homem não é nada sem Jesus Cristo. Esse é um ponto de vista. O outro é que Jesus era um homem assim como nós, mas que atingiu em alto grau a consciência do Cristo, assim como Buda, Krishna, etc. Vocês fazem questão de classificar Jesus como um "Deusão", ao passo que, embora respeitem outras religiões, consideram os outros como "deusinhos" ou apenas "mensageiros de Deus". Querer que Jesus seja considerado um Deus superior e especial aos outros é pura formalidade religiosa, embora alguns não gostem de admitir isto. Importar-se com isso é o mesmo que dois indivíduos de religiões diferentes discutirem entre si pelo fato da religião do outro adotar um ritual diferente do que ele julga correto. Ao invés de olharem para a essência, ficam presos ao formalismo, o que os faz sentirem aborrecimento um com o outro. Esses textos não consideram Jesus como o homem especial como você gostaria de vê-los dizer. Nenhum deles. Nenhum dos autores. Por que? Porque Aquilo que eles viram revelou que Deus é tudo em toda a parte. Deus não é mais em Jesus do que o é em nós. Ele é igual em toda a parte. Muitas vezes eles farão menção ao "Cristo", mas não a Jesus. Farão menção ao Buda, sem que necessariamente estejam falando de Gautama Sidharta. Eles estarão falando do Espírito, não da carne. Você escreveu que "acha que não estamos longe de acreditar na mesma coisa". Talvez estejamos, talvez não. As diferenças são poucas, mas talvez, em algum ponto, elas abram um abismo enorme, embora no final terminemos tendo conclusões semelhantes ou iguais sobre como devemos viver a vida ou que devemos fazer no mundo. Por isso estou colocando assim as cartas na mesa, mostrando as diferenças. As conclusões ficam por conta de cada um de nós. Abraços.
Gugu | |
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5-julho-2010 / 8:19:36
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Meu amigo, meu paradigma é muito simples. É por isso que eu não consigo entender esse tanto de coisas. E não consigo ver necessidade de tanto conhecimento assim. Sei lá. Às vezes acho que as pessoas complicam as coisas com muitas teorias. Eu digo também por mim. Já fui homem de tantas teorias, mas um dia vi que estava me "endeusando". Me achando de mais. Entende minha preocupação? Mas acho, pelo que você me mostrou, que afinal não estamos longe de acreditar na mesma "coisa". Me desculpe a impertinência do comentário. | Mas se me permite que eu passe uma mensagem às pessoas: doenças vêm e vão. Pensamentos surgem e são substituídos. Mas o Amor não nos é tirado nunca. Cura e Amor são um só. Curar é amar. Ser curado é ser amado. Assim, busquem amar e ser amados. Estarão curando e também sendo curados. Isso, ninguém nunca vai nos tirar. Grande abraço pra vc tb. M.A...
Mizi | |
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4-julho-2010 / 23:38:04
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