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Henrique Sebastião

Obrigado pelas informações.. citei o carismatismo pq me parece que ele esta meio fora de controle.

Hj qualquer leigo carismático se acha no direito de chegar em vc e dizer: "irmão vc ainda não tem a unção, o fogo do espírito, vc precisa do batismo no espírito, vc tem que falar em línhuas estranhas e repousar no espírito santo"

Tudo isso me parece muito estranho e semelhante as seitas pentecostais.

Fique com Deus!

Paulo Santos <xxpaulistanoxx@yahoo.com.br>
26-agosto-2011 / 19:58:55
no dia 11/09 o grupo apostolado da oração ira para itu quem desejar ir conosco venda das passagens na secretaria da paroquia A passagem custara R$ 25,00

Alessandra Frederico <alefrederico@terra.com.br>
25-agosto-2011 / 9:58:20
Paulo Santos,

No momento não há Missa Tridentina na São João Batista. Na paróquia São Paulo Apóstolo do Belém, que fica em local bem próximo, a "Missa de sempre" é celebrada todo primeiro domingo do mês, às 17h.

Maiores informações:

http://spaulobelem.blogspot.com/p/missa-tridentina-latim.html

Henrique Sebastião <henriqueseba@gmail.com>
18-agosto-2011 / 10:49:19
O fenômeno da Renovação Carismática Católica (RCC) não pode ser visto como algo novo ou inédito na história do cristianismo. Existe desde os tempos apostólicos. Já nas primeiras comunidades cristãs os estados alterados da mente suscitam divergências. Paulo se viu coagido a intervir na comunidade de Corinto (1 Cor, 12-15) para estabelecer a hierarquia dos valores e lembrar os critérios de avaliação dessas manifestações. Esses comportamentos lembram o que acontece na RCC, sob formas variadas, e já estavam presentes no primeiro e no segundo milênio cristão. Em vários momentos da Idade Média eles emergiram também, suscitando adesões entusiasmadas e rejeições apaixonadas. Foi assim, por exemplo, nos tempos de Gioachino di Fiori ou na época de espraiamento da "devotio moderna", um movimento espiritual que chegou a levantar as suspeitas do Tribunal de Inquisição até contra o fundador dos jesuítas.

Saibamos que o verdadeiro "carismático" é aquele que põe o Carisma de Deus, o Dom e a Missão de Deus, isto é, a Vontade de Deus, acima do seu próprio eu. Se a Renovação Carismática é carismática mesmo, Deus e a Igreja de Cristo estão acima de tudo: a fidelidade a Deus é mais importante do que qualquer grupo. Se a renovação carismática for fiel em tudo, então ela será realmente carismática.

Quanto aos abusos litúrgicos, não há dúvida de que eles existem e devem ser corrigidos pela Igreja, mas precisamos tomar cuidado para não jogarmos fora "a água junto com a criança".

Um abraço fraterno em Cristo

Henrique Sebastião

Henrique Sebastião <henriqueseba@gmail.com>
18-agosto-2011 / 10:23:44



As ditas missas de cura e libertação ou missas carismáticas não são previstas em nenhum livro litúrgico da Igreja, portanto isso se caracteriza como abuso litúrgico.

Eu gostaria de saber se algum padre da S. João Batista celebra missa tridentina, obrigado.

Paulo Santos <xxpaulistanoxx@yahoo.com.br>
7-agosto-2011 / 0:23:44
Fidel conversei com uma pessoa que esta muito tempo na comunidade e ela nao lrembra do seu n ome e nem os nomes ue vc descreveu se vc tiver outros nomes vejo na comunidade

Alessandra Frederico <alefrederico@terra.com.br>
21-julho-2011 / 9:44:01
Parada #: respeitar e ser respeitado Eu não queria escrever sobre esse assunto; mas diante das provocações e ofensas ostensivas à comunidade católica e cristã, durante a Parada # deste último domingo, não posso deixar de me manifestar em defesa das pessoas que tiveram seus sentimentos e convicções religiosas, seus símbolos e convicções de fé ultrajados.

Ficamos entristecidos quando vemos usados com deboche imagens de santos, deliberadamente associados a práticas que a moral cristã desaprova e que os próprios santos desaprovariam também. Histórias romanceadas ou fantasias criadas para fazer filmes sobre santos e personalidades que honraram a fé cristã não podem servir de base para associá-los a práticas alheias ao seu testemunho de vida. São Sebastião foi um mártir dos inícios do Cristianismo; a tela produzida por um artista cerca de 15 séculos após a vida do santo, não pode ser usada para passar uma suposta identidade homossexual do corajoso mártir. Por que não falar, antes, que ele preferiu heroicamente sofrer as torturas e a morte a ultrajar o bom nome e a dignidade de cristão e filho de Deus?!

“Nem santo salva do vírus da AIDS”. Pois é verdade. O que pode salvar mesmo é uma vida sexual regrada e digna. É o que a Igreja defende e convida todos a fazer. O uso desrespeitoso da imagem dos santos populares é uma ofensa aos próprios santos, que viveram dignamente; e ofende também os sentimentos religiosos do povo. Ninguém gosta de ver vilipendiados os símbolos e imagens de sua fé e seus sentimentos e convicções religiosas. Da mesma forma, também é lamentável o uso desrespeitoso da Sagrada Escritura e das palavras de Jesus – “amai-vos uns aos outros” – como se ele justificasse, aprovasse e incentivasse qualquer forma de “amor”; o “mandamento novo” foi instrumentalizado para justificar práticas contrárias ao ensinamento do próprio Jesus.

A Igreja católica refuta a acusação de “homofóbica”. Investiguem-se os fatos de violência contra homossexuais, para ver se estão relacionados com grupos religiosos católicos. A Igreja Católica desaprova a violência contra quem quer que seja; não apoia, não incentiva e não justifica a violência contra homossexuais. E na história da luta contra o vírus HIV, a Igreja foi pioneira no acolhimento e tratamento de soro-positivos, sem questionar suas opções sexuais; muitos deles são homossexuais e todos são acolhidos com profundo respeito. Grande parte das estruturas de tratamento de aidéticos está ligada à Igreja. Mas ela ensina e defende que a melhor forma de prevenção contra as doenças sexualmente transmissíveis é uma vida sexual regrada e digna.

Quem apela para a Constituição Nacional para afirmar e defender seus direitos, não deve esquecer que a mesma Constituição garante o respeito aos direitos dos outros, aos seus símbolos e organizações religiosas. Quem luta por reconhecimento e respeito, deve aprender a respeitar. Como cristãos, respeitamos a livre manifestação de quem pensa diversamente de nós. Mas o respeito às nossas convicções de fé e moral, às organizações religiosas, símbolos e textos sagrados, é a contrapartida que se requer.

A Igreja Católica tem suas convicções e fala delas abertamente, usando do direito de liberdade de pensamento e de expressão. Embora respeitando as pessoas homossexuais e procurando acolhê-las e tratá-las com respeito, compreensão e caridade, ela afirma que as práticas homossexuais vão contra a natureza; essa não errou ao moldar o ser humano como homem e mulher. Afirma ainda que a sexualidade não depende de “opção”, mas é um fato de natureza e dom de Deus, com um significado próprio, que precisa ser reconhecido, acolhido e vivido coerentemente pelo homem e pela mulher.

Causa preocupação a crescente ambiguidade e confusão em relação à identidade sexual, que vai tomando conta da cultura. Antes de ser um problema moral, é um problema antropológico, que merece uma séria reflexão, em vez de um tratamento superficial e debochado, sob a pressão de organizações interessadas em impor a todos um determinado pensamento sobre a identidade do ser humano. Mais do que nunca, hoje todos concordam que o desrespeito às leis da natureza biológica dos seres introduz neles a desordem e o descontrole nos ecossistemas; produz doenças e desastres ambientais e compromete o futuro e a sustentabilidade da vida. Ora, não seria o caso de fazer semelhante raciocínio, quando se trata das leis inerentes à natureza e à identidade do ser humano? Ignorar e desrespeitar o significado profundo da condição humana não terá consequências? Será sustentável para o futuro da civilização e da humanidade?

As ofensas dirigidas não só à Igreja Católica, mas a tantos outros grupos cristãos e tradições religiosas não são construtivas e não fazem bem aos próprios homossexuais, criando condições para aumentar o fosso da incompreensão e do preconceito contra eles. E não é isso que a Igreja Católica deseja para eles, pois também os ama e tem uma boa nova para eles; e são filhos muito amados pelo Pai do céu, que os chama a viver com dignidade e em paz consigo mesmos e com os outros.

O cardeal Odilo Pedro Scherer é arcebispo metropolitano da Arquidiocese de São Paulo. São Paulo, 28 de junho de 2011

Flavia Marques <fmarques1984m@hotmail.com>
28-junho-2011 / 17:16:56
fidel pelos meus calculos foi por volta 86 seu nome fidel mas seus amigos o chamavam de caca se vc puder dar nomes de pessoas que faziam parte de qualquer forma pesquisarei tao logo consiga de deixo uma msg Alessandra

Alessandra Frederico <alefrederico@terra.com.br>
27-junho-2011 / 23:56:08
Quero agradecer pelas ferias que tive e principalmente sem nenhum problema de saude agora peço a Deus com intersessao de sao joao batista que fique curada ja que depois da volta voltei a te-los

Alessandra Frederico <alefrederico@terra.com.br>
27-junho-2011 / 23:48:53
Boa Noite...

Participei da cominidade de jovens da igreja a muito tempo ou seja na epoca chamava CACA ( com o amigo chegaremos ao amigao ) como isso foi a mais de 25 anos gostaria de saber se tem alguem que da epoca ainda participa da igreja para possivel contacto.

grato

Fidel

Fidel Mosquera <romesrene@hotmail.com>
26-junho-2011 / 20:19:26
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