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Parabens Juventude!!!Quando muitos pensava inclusive eu,que estavamos na segundona estamos vivos na competiçao e voltamos novamente com a classificaçao.Amanha vamos torcer pela vitoria do intecarp contra o Tubarao e vencer o Gurupi domingo.Ano passado eu vir este filme o juve tambem precisava que o Paraiso vencesse o Ipiranga de Aliança foi um sufoco mais conseguimos.Pra frente Juve...
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| Wellington costa <wellingtondno@hotmail.com> | ||
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Dno, To 9-maio-2009 / 18:37:48
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quanto ficou o jogo do juve?? |
Carlos Henrique | |
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Gurupi, 9-maio-2009 / 18:09:51
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juve 3 palmas 01 22 do segundo tempo |
furia vermelha | |
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9-maio-2009 / 17:32:26
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Óia moço, tá passando jogo da Vasco aqui em Brasília na Globo... Esse povo fica desprestigiando o bom futebol e passando jogo da série B... Daki a poko vai passar jogo do Vasco Sexta feira 11h da manhã. Mas é bom que pelo menos dá pra ver o fiasco |
Felipe | |
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Brasília, 9-maio-2009 / 16:22:19
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Lendo o artigo sobre energéticos me bateu uma cegueira danada de tomar uma lata daquelas que vinham com querosene jacaré de "MADURO" da lavra do saudoso sertanejo Leopoldino. Isso sim, que era energético! Nenhuma nesguinha de conservantes, antioxidantes, corantes, acidulantes e produzido bem ali mesmo na chapada com garapa de cana fermentada e icrementada com bicarbonato de sódio. |
Wilson José | |
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8-maio-2009 / 14:54:22
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Gosto é igual o óper: cada um tem o seu. E Kelson quase nasceu sem o dele (e eu tmb). Particularmente, não gosto de postar textos longos demais não. Mas Kelson pediu aí o link do texto que sugeri. O link do jornal pede senha, não adiantaria eu passar. Então vai a seguir, o artigo na íntegra -----> Asas para onde? - “Eu quero menos!” – anuncia uma propaganda em horário nobre da TV brasileira. A razão da genialidade do marketing está na contraposição que faz ao atual estado de espírito do homem ocidental. Estamos viciados no “mais”. Nem sabemos por que o queremos, nem se ele vale a pena. Não admitimos a possibilidade de recuar: sempre queremos mais. | Como todo vício, o querer compulsivo é mais forte que qualquer lógica, que qualquer proposição alternativa racional. E aí, como todo drogadito, como o dependente de heroína que a experimenta pela primeira vez em busca da felicidade perdida, ainda que de forma efêmera, vemo-nos, no fim, mais infelizes ainda, perdidos, incapazes. A sociedade de consumo e seus males – a pressa, a insensibilidade, a perda dos valores morais e éticos – é um vício que se instala insidiosa e silenciosamente. Quando mal nos damos conta, somos todos toxicômanos. Neste contexto, não pode haver receita de sucesso que não passe próxima ao conceito do “mais”. Os motéis são o amor mais cômodo; os sandubas, a refeição mais rápida; as cirurgias plásticas e bariátricas, a beleza mais fácil. Como questionar as razões do êxito de um produto que promete o ânimo, a vigília, a atenção, a esperteza, para seres humanos estressados, cansados, mal-humorados? Como duvidar do sucesso de algo que promete tudo isso aos goles de uma bebida doce e gelada? Como desafiar o poder dos “energéticos”? A promessa é vender “energia”. De modo estrito, ela é falaciosa. Energia é entendida, sob o ponto de vista das ciências biológicas, como “calorias”, unidade de valor energético. A maioria das bebidas assim rotuladas até tem um valor calórico relativamente alto, à custa de elevado teor de açúcares. Mas uma pamonha – sim, senhor!, a nossa pamonha goiana – ou mesmo um sorvete encerra mais calorias que uma latinha daquelas e ninguém sai por aí, anunciando-as como “energéticos”. Portanto, à luz da ciência, esta designação para este grupo de produtos não faz sentido algum. Óbvio está que se trata de uma questão de marketing: a propaganda promete uma “energia fácil”, um estado de alerta mental e de sensação de potência física a quem sorve o precioso líquido. Mas são os energéticos realmente esta poção mágica que alardeiam? Qual a composição desta bebida dos milagres? Os ingredientes destas misturas “onipotentes” são velhas conhecidas nossas. Há algumas ervas (que variam de marca para marca) e vitaminas e outros compostos químicos (como a carnitina, por exemplo) em proporções ínfimas, incomparavelmente menores que em muitas outras fontes alimentares que fazem parte da dieta normal de um ocidental. O alardeado efeito dos energéticos reside, na verdade, em duas substâncias bem familiares, especialmente para nós, brasileiros: a cafeína e o açúcar. São eles os responsáveis pela maioria das sensações percebidas pelos seus bebedores, tanto as desejáveis quanto as indesejáveis. A quantidade de cafeína presente em uma lata de 240 ml é menor do que a contida em uma xícara média de café expresso – 80mg x 100mg, respectivamente. Mas, de qualquer forma, é suficiente para exercer suas ações no corpo humano. A experiência cotidiana e uma série de estudos dotados de rigor científico vêm comprovando que a combinação cafeína + açúcar causa um estado de elevado alerta mental e melhora nas respostas cognitivas (de atenção e raciocínio). Diminuição do sono e melhor resposta a estresses físicos também foram relatados. Mas a que custo? A ingestão de uma lata de energético por dia parece não causar nenhum problema à saúde, mas acima disto (como frequentemente acontece nas boates e nas raves contemporâneas) o risco se torna real, especialmente devido às quantidades ingeridas de cafeína em combinação com o teor elevado de açúcares. O risco é ainda maior quando outras substâncias, como a taurina, o ginseng e o guaraná, estão presentes na bebida, pois eles agem (supõe-se) como agonistas da cafeína (ou seja, potencializam o seu efeito). Vários males já tiveram comprovadas associações com a cafeína: doenças dispépticas (úlceras e gastrites), taquiarritmias cardíacas (alteração do ritmo dos batimentos do coração), ansiedade, sensação de morte iminente, hipertensão arterial (pressão alta), distúrbios do sono... A alta concentração de açúcar nas fórmulas “não diet” (a maioria) pode até dar uma certa sensação de euforia momentânea, mas, associada à cafeína – que aumenta a produção de urina –, pode levar mais fácil à desidratação. Os efeitos são ainda piores quando associados a bebidas alcoólicas, como vemos no mais das vezes. Adicionam-se a isto corpos quentes e suados, aquecidos por várias horas de dança e pela multidão agregada as pistas... Não se trata, aqui, de vilanizar os “energéticos”, de afirmar que o seu consumo é irreversivelmente lesivo a despeito da quantidade ingerida, nem de agrupá-lo junto à lista de entorpecentes. Mas uma bebida que é proibida na França e na Dinamarca e que, na Inglaterra, recebe um tratamento semelhante ao do cigarro (com um aviso no rótulo destacando alguns de seus males), deve ser merecedora, ao menos, de nossa suspeição. Afinal, o que é ruim para o francês, deve o ser para o brasileiro. Ou não? (Ass. Breno de Faria)
Geraldo <geraldof@cultura.com.br> | |
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Goiânia, GO 8-maio-2009 / 13:11:12
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Qual o link dessa matéria aí Gera? |
Kelson | |
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Brasília, DF 8-maio-2009 / 11:29:17
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Nada melhor que um dia após o outro, dias atrás meu compadre Luisinho andou rindo da foto postada aqui no site, hoje vejo sua foto, todo estiloso e ainda mais, parece que estava brincando de banbolê quando a foto foi tirada. Brincadeiras a parte, o que vale mesmo é a iniciativa brilhante do meu primo Gera, em fazer lembrar os bons tempos do passado. Parabéns primo. |
Albino Rodrigues <albinorp@hotmail.com> | |
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Dianópolis, TO 8-maio-2009 / 8:35:18
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Cultura demais nunca é de menos! Toda sexta um crítico gastronômico escreve sobre alguma comida ou bebida em O Popular, daqui de Goiás. Hoje o assunto são ENERGÉTICOS (Red Bull, Flash Power e etc). Eu sugiro a leitura. O texto é muito grande, por isso não colarei todo aqui. Deixo apenas esta parte final (que eu não conhecia): "Mas uma bebida que é proibida na França e na Dinamarca e que, na Inglaterra, recebe um tratamento semelhante ao do cigarro (com um aviso no rótulo destacando alguns de seus males), deve ser merecedora, ao menos, de nossa suspeição". Eu, como vários conterrâneos, muitas vezes tomamos tais tipos de bebidas. No carnaval então, valei-me! Pois leiam o artigo. Ele fala das substâncias e os efeitos de cada. E pirem: uma chícara de café expresso, pirem!, tem mais cafeína que uma lata de energético. Muito interessante o texto! Té logo Tonha! |
Geraldo <geraldof@cultura.com.br> | |
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Goiânia, GO 8-maio-2009 / 8:02:58
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Gera, que relíquia é essa? Ta vendo o que dar gozar dos outros logo acham um chapa pra colocar na sessão nostalgia...Essa chapa aí foi tirada onde hj é batalhão da PM (Antigo Banco do Brasil/Fórum). A era desse retrato não sei. Gostei mesmo foi da juba, estilo Black Power. Valeu tio Wilson Veneno pela chapa. |
Luizinho | |
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Bragança Pta., SP 7-maio-2009 / 21:29:00
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