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Passando para deixar aquele tradicional, porém muito verdadeiro e carinhoso, abraço. Bom, você sabe do que estou falando. Aquele abraço no qual as almas se comunicam, sem sequer uma palavra. OBS.: e lembre: Só não pode ficar triste pra louvar ao Senhor! A tristeza não faz parte de você!!! AHHHHHHHHHHH... Amém... Rssss... Um grande abraço no coração! Tenha uma boa semana, cheia de luz!
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| Mizi | ||
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17-agosto-2009 / 9:56:17
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O ego passa por aquelas 5 etapas, só de que uma maneira muito, muito sutil, de modo que é quase imperceptível/impossível para ele perceber. Tudo o que acontece no mundo (fenomênico) parece ser tão natural para ele. Então o homem acaba esquecendo-se de sua essência, seu local mais íntimo, sua casa, o lar - que é o verdadeiro lugar de onde ele veio. | Alguns ensinamentos como o budismo, o hinduísmo (e na inha visão, também o crisianismo, em seu ensinamento mais profundo) afirmam que o mundo material/fenomênico (que é o que percebemos com os 5 sentidos do corpo) nã existe. Parece estar existindo, mas não existe realmente. E porque ele é transitório e mutável, isso faz dele um mundo frágil, um mundo feito de uma substância fraca e inconsistente, e por isso pode ser mudado/transformado conforme a conscientização de cada indivíduo. O homem é como aquele macac que deixa de se ver na imensa floresta, que é seu habitat natural, para ver-se de repente confinado dentro de uma casa. Neste mundo há homens que passam suas vidas inteiras confinadas dentro de uma casa. E também há pessoas que descobriram que a casa não é o lugar aonde elas pertencem, saíram e coltaram a viver nas florestas. O texto do macaco e dos Skhandas trata disso. Mas há pessoas que não vão acreditar que a possibilidade apontada pelo texto exista e/ou possa realmente acontecer. Neste caso, pelo menos que o texto sirva de informação, curiosidade, cultura, etc. Fica a critério de cada um... Abraços a todos.
Gugu | |
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10-agosto-2009 / 22:40:44
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Cara, muito complexos esses textos de skandhas... Primeira vez que deparo com isso. Não sei se entendi direito. Entendi como se fossem estágios na construção do ego. Ou seja, um ego completo passou pelas 5 etapas. É isso? | Bom... Mas adorei os macaquinhos! São tão bonitinhos, principalmente o segundo. =D M.A.G.C
Mizi | |
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5-agosto-2009 / 21:00:02
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Gugizito, muito obrigada. Entendi muito bem a espiritualidade verticalizada e horizontal, agora vou entender melhor algumas coisas que vc coloca aqui. | Mizi, tbém adoro essa música, esses dias tava pensando nela.E é bem isso, minha identificação parte de um referencial, por isso ela me toca. beijos e C.L.M.G
Cris | |
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5-agosto-2009 / 15:06:01
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Vocês são os amigos mais lindos do mundo. Amo muitão vcs. Obrigado por tudo aos dois! | M.A....
Mizi | |
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1-agosto-2009 / 23:58:06
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A espiritualidade vertical (a transcendência) pode ser vivida aqui mesmo. Pode ser alcançada depois que a pessoa estiver morta, mas isto não é condição essencial. O despertar espiritual pode acontecer aqui mesmo neste mundo (nesta vida que vivemos), como também no mundo espiritual (que é o mundo para onde vão as pessoas que deixam este mundo). Aqui na terra ou lá no mundo espiritual: tanto a dificuldade quanto a facilidade para alcançar são as mesmas. O mundo absoluto está além de todos os mundos, mesmo dos mundos mais sutis. O mundo absoluto (que é onde se encontra a Verdade Absoluta pregada pelos iluminados) está além de todos o fenômeno - ele não é fenômeno. Ele é Absoluto, é Único, é Eterno, Infinito, Imutável, Insondável, e por isso ele não é fenômeno. Mas o mundo espiritual, que o mundo para onde vão as almas que desencarnam, é fenômeno. Tanto o mundo material que vivemos como o mundo espiritual são constituídos de vibrações, são efêmeros e mutáveis. O mundo espiritual é consituído de ondas mais sutis, de energias mais sutis, refinadas... e é por isso que ele é invisível aos nossos olhos carnais: devido a diferença na qual suas matérias vibram. A horizontalidade não acaba neste mundo, não termina neste mundo em que estamos vivendo - ela continuará a existir em outros lugares da existência; a nossa individualidade não se extinguirá, nós a carregaremos sempre conosco. Portanto, o mundo absoluto, o Reino de Deus, não é "deste mundo"... e por "este mundo" entenda-se tanto o mundo material em que estamos vivendo esta vida, como o mundo espiritual que é pra onde iremos após deixarmos este mundo. | A busca da espiritualidade vertical é um tanto quanto solitária, ela só pode ser solitária, porque é algo que se você não desenvolver em você, ninguém mais poderá fazer isso para você. É como aquilo que o Osho falou no texto: existem certas coisas que temos que fazer por nós mesmos. Não há ninguém por perto para abrir os nossos olhos. Se nós não os abrirmos, então quem fará isso para nós? Por isso a busca da espiritualidade vertical é um tanto quanto solitária mesmo. Mas uma vez que a pessoa vai, aos poucos, conquistando esta consciência de espiritualidade, de repente a consciência desenvolvida/obtida começa a agir inclusive no âmbito do mundo do fenômeno (horizontal). É como se uma força passasse, aos poucos, a assumir e governar o mundo que antes vínhamos enfrentando com nossas próprias (egoístas e pequenas) forças. Essa Força é puro amor, e por isso age no mundo com amor, portanto não é uma força indiferente. Portanto, essa forma de espiritualidade parece ser um pouco desvinculada de tudo, mas ela não é. O mundo não é excluído. Quando agimos com nossa própria força, mesmo sendo com a tentativa de espalhar amor e coisas boas no mundo, isso é o pequeno eu agindo. E cedo ou tarde, ele se decepcionará. Ele não se sentirá completamente preenchido/realizado, apesar de tudo - simplesmente porque é ele quem continua tentando fazer/realizar todas essas coisas. A espiritualidade vertical nos permite alcançar o mesmo estado espiritual em que Jesus se encontrava, quando disse: "As minhas obras não sou eu quem as realiza. É o Pai em mim quem faz as obras". Paulo, quando despertou pra essa Verdade, disse de si mesmo: "Já encontro-me crucificado com Cristo. E vivo não mais eu, mas Cristo vive em mim". O pequeno eu de Paulo sumiu para dar lugar a Consciência do Cristo que habitava nele. Esse mesmo despertar espiritual permitiu a Paulo declarar: "Temos a mente de Cristo". Por isso, Cris, essa é a diferença. E é por este motivo que dou preponderância a Verdade Vertical. Eu estou inteiramente de acordo com o Dárcio, Goldsmith, Taniguchi, Osho, Ramana, e todos os outros místicos. Um dia eu chego lá... E espero que todos, também. =) Bjos!
Gugu | |
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1-agosto-2009 / 23:02:05
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Cris, | Os conceitos (o seu e o dele) são diferentes. A espiritualidade que o Dárcio menciona é estritamente vertical. A espiritualidade que você entende é de natureza horizontal. Qual a diferença? A vertical foca o nosso relacionamento pessoal com a Fonte, com Deus. A horizontal diz respeito ao relacionamento nosso com o mundo e com o nosso próximo. Por isso, devido a essa diferença de conceitos, imagino que todo texto de conteúdo vertical talvez seja chato ou difícil de entender. Aqui no meu blog, eu friso mais a espiritalidade vertical do que a horizontal. Nenhuma delas possuem importância maior que a outra; cada uma possui o seu respectivo valor. Porque ambas as coisas são de grande importância - é importante sermos conscientes e sabermos manter um relacionamento nosso diretamente com Deus (com a Fonte de nossa Vida, a a Fonte da Vida de tudo quanto existe) e também sabermos manter um bom relacionamento com as pessoas, no mundo. A iluminação nos revela Deus, mas não nos tira do mundo. Aprendemos a nos relacionar com Deus (verticalidade), a saber tirar tudo quanto precisamos da Fonte inesgotável de Vida que Deus é, mas isso não faz com que o mundo da individualidade (separatividade) desapareça de nossas vistas. Então, no nosso dia-a-dia cuidamos constantemente de um relacionamento vertical e outro horizontal. A verticalidade nos assegura a nossa comunhão direta com Deus ("Amar a Deus acima de todas as coisas, com todo o nosso entendimento e de todo o nosso coração"). Já a horizontalidade pede que nos relacionemos bem com as outras pessoas ("Amar ao nosso próximo como a nós mesmos"... "Fazer ao próximo aquilo que gostaríamos que fosse feito conosco). Esses são os dois mandamentos de Cristo, não? Sim, ele deixou dois mandamentos: um para preservar o nosso relacionamento direto com Deus (verticalidade) e outro para assegurar o nosso bom relacionamento com as outras pessoas no mundo (horizontalidade). Portanto, essas duas formas de espiritualidade, esses dois conceitos completam-se um ao outro. O seu conceito se volta mais para uma espiritualidade horizontal, mas a espiritualidade de pessoas como Dárcio, Goldsmith, Ciência Cristã, Ramana Maharshi, e outros, são puramente verticais. Eu dou mais prioridade ao vertical do que ao horizontal. Pois acredito que isso se enquadra nas palavras de Cristo: "Busquem primeiro o Reino de Deus e as demais coisas (no mundo) lhes serão acrescentadas". Buscar o Reino de Deus é buscar diretamente dentro, ao invés de fora. "Dentro" é vertical, "fora" é horizontal. Cristo disse que o Reino de Deus não é deste mundo.
Gugu | |
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1-agosto-2009 / 22:42:09
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Bem, gente, | não pensem vocês que, com tudo o que eu disse, eu estava querendo desmerecer de alguma maneira o Dárcio. Se eu não apreciasse seus textos, eu nunca colocaria eles como post neste blog. O que eu quis dizer é que os textos que ele escreve não são pra todo mundo. A meu ver, o tipo de texto que ele escreve são para pessoas que já possuem um certo grau de esclarecimento, compreensão e certeza da existência/realidade única de Deus. Os textos dele são para pessoas assim. O universo é muito rico, a existência é abundante. É legal ter pessoas que doam suas vidas e fazem isso valendo-se da relatividade, a fim de alcançar maior número de pessoas. E também é belo haver pessoas que trabalhem nesse sentido utilizando-se das verdades mais altas. Assim, se você está em um grau avançado de desenvolvimento, serão essas "verdades mais altas" que o ajudarão a manter-se no nível de desenvolvimento já conquistado e também seguir cada vez mais em frente. Mas digo que o texto dele é de difícil entendimento, porque me coloco no lugar das pessoas e procuro ver os textos com os olhos delas. Eu sei como é, porque quando li os primeiros textos dele, eu não entendi nadinha. Os textos do Dárcio, eu os estudo desde 2006. E lembro de como eles me pareciam "pesados", difíceis de entender no começo. Sei que a maioria das pessoas sentem o mesmo. Aliás, o prório Dárcio sabe disso. Mas, mesmo assim, ele persiste não abrindo mão. Por que? Por que ele não se importa com aqueles que lêem? Não. Se ele não se importasse, ele sequer teria motivo para escrever os textos. E ele possui centenas de textos escritos, além de muitos livros. É como se ele quisesse dar um presente para as outras pessoas, mas esse presente não pudesse ser qualquer presente: ele gostaria de dar O presente, aquele que mais vale a pena, o melhor presente de todos. E é por isso que ele não abre mão. Por isso, o que eu escrevi não foi uma crítica a ele, mas foi só para que as pessoas fiquem mais "atentas" quando estiverem lendo os textos absolutos do Dárcio. Vou continuar respondendo os outros comentários.... Abraços a todos.
Gugu | |
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1-agosto-2009 / 14:54:28
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Ops... | "A tática do Sr. Dárcio parece ser outra." Não me entendam, mal... não quis julgar as técnicas do Sr. Dárcio. Nem estou dizendo que é um jeito ruim de escrever... Só estou dizendo que é uma técnica que eu não usaria. Eu tentaria separar bem os dois referenciais para atingir mais pessoas. O Dárcio só fala a partir de um único referencial. Mas as intenções dele são boas. É raro ver uma pessoa que se importe tanto com o desenvolver espiritual dos outros. A maioria nao se importaria. As pessoas precisam tb fazer um pouco de esforço. Como falou o Gugu, buscar mais Deus e menos a cura. Buscar mais o Deus das curas do que as curas de Deus. =D M.L.C.G
Mizi | |
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31-julho-2009 / 15:10:36
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Crisita e Gugu, | é aquela velha história, neh: a maioria das pessoas estão buscando as curas de Deus... mas quase nunca buscam o Deus das curas. Particularmente, não acho errado buscar as curas de Deus, mas acho que pelo menos depois (ou antes de preferência) deveríamos despertar para a busca do Deus das curas. Mesmo qd obtemos de fato as curas, de 10 pessoas é sempre apenas 1 que volta. Normalíssimo, pq o interesse do mundo é outro. Mas se essa 1 voltar, já valeu a pena. Assim, não acho errado uso de sutras ou orações... mas acho que a pessoa, em algum momento, deve despertar para a realidade superior atrás dos "pedidos", ou seja, para a fonte. Mas é um caminho muito pessoal. Além disso, tenho uma opinião pessoal no tocante ao uso de mantras e/ou orações repetidas. Entendo essas fórmulas mais como expressão de uma devoção do que como "pedidos", assim como fazem alguns monges em suas devoções... PS.: Pessoal, tb já fiquei muito "cabreiro" por causa dos textos do Sr. Dárcio, mas nunca quis comentar nada com medo de ser mal interpretado... Mas já que vcs tocaram no assunto... Principalmente aquela estória do "MIM". Rss. Mas acho que cada um tem seu estilo de se comunicar. Eu prefiro me fazer entendido pelo maior número de pessoas. A tática do Sr. Dárcio parece ser outra. Parece mais com uma seleção. A intenção do Sr. Dárcio é boa. Mas não acho que palavras específicas revelem qualquer realidade espiritual. Para mim são tb palavras, iguais a todas as outras. Apenas apontam a realidade espiritual: uma realidade que nunca poderá ser vista por olhos, escutada por ouvidos (apenas sentida com o coração). Palavras são setas a apontar o caminho. Por isso, não hesito em usar as palavras que envolvam menos confusão, mesmo que isso signifique usá-la de acordo com um referencial "decaído". Por exemplo, o Pe. Fábio de Melo tem uma música fabulosa, que parte de um refencial totalmente ilusório, mas que faz a pessoa entender, principalmente se esta pessoa já estiver identificada com esse referencial. A música diz: "o amor começa aqui, no contrário que há em mim... e a sombra só existe porque brilha alguma luz!". É uma mensagem perfeita para quem está comumente identificada com situações ruins, que acha que a própria vida é um erro, que está em trevas... (diga-se de passagem... a maioria pensa assim). Então a pessoa pensa "eu sou trevas". Ele diz: "só existe trevas se brilhar alguma luz". Ou seja, "Se existe sombra, há uma luz dentro de você, e o Amor começa nessa luz, nesse contrário que vc acha que não é..." Então, usando esse referencial as pessoas que estão nessa situação podem entender melhor. Não adianta eu falar para uma pessoa identificada com o pecado que ela é luz, Amor. Além de rir de mim, ela pode cometer o grave erro de achar que a ilusão em que ela vive está correta, que é verdadeira. E isso seria um desastre. Na minha opinião, não há gesto de amor mais bonito do que esse. Deixar sua posição privilegiada, chegar ao coração daquele que está na miséria, se identificar com ele, para depois fazê-lo se erguer e levá-lo pro outro referencial. O Amor não pode ser um tapa. Não é bruto. Ele sabe esperar o tempo de cada pessoa. "O amor tudo espera". "É paciente". Não foi assim que fez Jesus? Sendo Deus, não se despojou (kenesis) de tudo para se fazer o menor de todos? E sendo o menor de todos, não levou muitos para a luz? Acho que olhando as pessoas de cima, mantém-se uma distância assombrosa que nunca pode ser superada. Quem tá lá fica lá. Quem tá aqui fica aqui. Olhar de cima não é amor. É vaidade. Amor é olhar de baixo. Colocar o miserável na sua frente, acima de você próprio, nem que seja para poder ir empurrando-o aos poucos para frente/cima. As pessoas nunca vão entender isso, pq é loucura querer levar a miséria dos outros. Pq a lógica do mundo é o "ego", e nao o "alter". Ao meu ver, hoje em dia, é tão mais difícil falar de Deus a partir de um referencial ilusório do que a partir do referencial da Verdade, porque requer compromisso e relacionamento com aquele que está num referencial baixo. E temos medo de macular algo sagrado. No entanto, temos que entender que o sujo não suja o puro. É o contrário. O puro é que purifica o sujo. Jesus nunca teve medo de tocar nos leprosos, nos doentes, nem de comer com os pecadores. Nao tinha medo de andar na companhia de ladrões e assassinos. Ele sabia que não podia ficar impuro, tornar-se igual a eles. Ao contrário, andando com eles, havia a possibilidade de torná-los puros e era isso que o interessava. A lógica de Deus é a lógica do avesso. Abraços!
Mizi | |
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31-julho-2009 / 14:04:44
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