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Enquanto a bola rola eis o acontece Anauê! Mapa do Brasil fica menor A linha que separa o Norte brasileiro da Venezuela terá novo traçado até o final do mês, e o Brasil vai perder uma área rica em minérios. O Itamaraty acaba de reconhecer o direito da Venezuela sobre cerca de cinco mil quilômetros quadrados de matas, rios, minas de ouro e cassiterita anexados ao Brasil pelo mapa oficial demarcado em 1859. A área situada no extremo Oeste de Roraima, junto à cordilheira do Parimã, onde há dois anos garimpeiros brasileiros ocupam terras dos indios ianomanis. Em setembro de 1990, a guarda venezuelana prendeu nove desses garimpeiros. Foi o ínicio de uma série de gestões entre as chancelarias dos dois países para definir quem era o invasor e quem era o invadido. O incidente não chegou a causar conflito diplomatico, mas exigiu entendimentos extraordinários entre os presidentes Fernado Collor de Mello e Carlos Andrés Perez. As negociações se sucederam em Brasília, em Caracas e na própria área em questão. Brasil e Venezuela se comprometeram a promover, rapidamente, o mapeamento geológico da região. Quando a fronteira foi traçada bilateralmente, no seclo passado, convencionou-se que os rios que se dirigissem para a bacia do Orinoco demarcariam o território venezuelano, e aqueles que corressem para a bacia do Amazonas, o brasileiro. Os poucos funcionários que então percorreram a região logo perceberam a dificuldade de se saber para onde corriam tantos cursos d'agua, em meio a cadeia de montanhas cobertas pela mata. A linha definitiva foi sendo protelada até chegarem os garimpeiros. De acordo com o presidente da União dos Garimpeiros da Amazônia, José Altino Machado, o governo brasileiro está entregando à Venezuela a terceira maior reserva de cassiterita do mundo. O gerente de Geologia da Companhia de Pesquisas de Recursos Minerais, João Orestes Santos, ao percorrer a fronteira nos anos 70, verificou ocorrências de ouro e cassiterita a pouca profundidade e suspeitou da existência de reservas de outros minerais industriais. Mapeados como brasileiros, segundo Santos, as reservas eram na verdade venezuelanas. Transcrito do Correio do Povo ANO 96 - N° 112, domingo 20 de janeiro de 1991.

EDUARDO CZUBINSKI <guerramar@ibest.com.br>
Porto Alegre, RS BRASIL - 3-setembro-2005 / 21:48:29
Mapa do Brasil fica menor A linha que separa o Norte brasileiro da Venezuela terá novo traçado até o final do mês, e o Brasil vai perder uma área rica em minérios. O Itamaraty acaba de reconhecer o direito da Venezuela sobre cerca de cinco mil quilômetros quadrados de matas, rios, minas de ouro e cassiterita anexados ao Brasil pelo mapa oficial demarcado em 1859. A área situada no extremo Oeste de Roraima, junto à cordilheira do Parimã, onde há dois anos garimpeiros brasileiros ocupam terras dos indios ianomanis. Em setembro de 1990, a guarda venezuelana prendeu nove desses garimpeiros. Foi o ínicio de uma série de gestões entre as chancelarias dos dois países para definir quem era o invasor e quem era o invadido. O incidente não chegou a causar conflito diplomatico, mas exigiu entendimentos extraordinários entre os presidentes Fernado Collor de Mello e Carlos Andrés Perez. As negociações se sucederam em Brasília, em Caracas e na própria área em questão. Brasil e Venezuela se comprometeram a promover, rapidamente, o mapeamento geológico da região. Quando a fronteira foi traçada bilateralmente, no seclo passado, convencionou-se que os rios que se dirigissem para a bacia do Orinoco demarcariam o território venezuelano, e aqueles que corressem para a bacia do Amazonas, o brasileiro. Os poucos funcionários que então percorreram a região logo perceberam a dificuldade de se saber para onde corriam tantos cursos d'agua, em meio a cadeia de montanhas cobertas pela mata. A linha definitiva foi sendo protelada até chegarem os garimpeiros. De acordo com o presidente da União dos Garimpeiros da Amazônia, José Altino Machado, o governo brasileiro está entregando à Venezuela a terceira maior reserva de cassiterita do mundo. O gerente de Geologia da Companhia de Pesquisas de Recursos Minerais, João Orestes Santos, ao percorrer a fronteira nos anos 70, verificou ocorrências de ouro e cassiterita a pouca profundidade e suspeitou da existência de reservas de outros minerais industriais. Mapeados como brasileiros, segundo Santos, as reservas eram na verdade venezuelanas. Transcrito do Correio do Povo ANO 96 - N° 112, domingo 20 de janeiro de 1991. Visite meu sítio www.guerramar.ubbi.com.br Anauê! pelo bem do Brasil.

EDUARDO CZUBINSKI <guerramar@ibest.com.br>
Porto Alegre, RS BRASIL - 3-setembro-2005 / 21:01:45
É chegado o momento de organizar novamente um partido de integralistas para podermos encontrar o nosso espaço político.

José Nogueira Bernardes <zenogueira2@yahoo.com.br>
Curitiba, PR Brasil - 2-setembro-2005 / 7:34:25
Enquanto rola a bola veja o que aconteceu Mapa do Brasil fica menor A linha que separa o Norte brasileiro da Venezuela terá novo traçado até o final do mês, e o Brasil vai perder uma área rica em minérios. O Itamaraty acaba de reconhecer o direito da Venezuela sobre cerca de cinco mil quilômetros quadrados de matas, rios, minas de ouro e cassiterita anexados ao Brasil pelo mapa oficial demarcado em 1859. A área situada no extremo Oeste de Roraima, junto à cordilheira do Parimã, onde há dois anos garimpeiros brasileiros ocupam terras dos indios ianomanis. Em setembro de 1990, a guarda venezuelana prendeu nove desses garimpeiros. Foi o ínicio de uma série de gestões entre as chancelarias dos dois países para definir quem era o invasor e quem era o invadido. O incidente não chegou a causar conflito diplomatico, mas exigiu entendimentos extraordinários entre os presidentes Fernado Collor de Mello e Carlos Andrés Perez. As negociações se sucederam em Brasília, em Caracas e na própria área em questão. Brasil e Venezuela se comprometeram a promover, rapidamente, o mapeamento geológico da região. Quando a fronteira foi traçada bilateralmente, no seclo passado, convencionou-se que os rios que se dirigissem para a bacia do Orinoco demarcariam o território venezuelano, e aqueles que corressem para a bacia do Amazonas, o brasileiro. Os poucos funcionários que então percorreram a região logo perceberam a dificuldade de se saber para onde corriam tantos cursos d'agua, em meio a cadeia de montanhas cobertas pela mata. A linha definitiva foi sendo protelada até chegarem os garimpeiros. De acordo com o presidente da União dos Garimpeiros da Amazônia, José Altino Machado, o governo brasileiro está entregando à Venezuela a terceira maior reserva de cassiterita do mundo. O gerente de Geologia da Companhia de Pesquisas de Recursos Minerais, João Orestes Santos, ao percorrer a fronteira nos anos 70, verificou ocorrências de ouro e cassiterita a pouca profundidade e suspeitou da existência de reservas de outros minerais industriais. Mapeados como brasileiros, segundo Santos, as reservas eram na verdade venezuelanas. Transcrito do Correio do Povo ANO 96 - N° 112, domingo 20 de janeiro de 1991. Um não concluío o mandato. SMJ o outro idem. Anauê pelo bem do BRASIL.

EDUARDO CZUBINSKI <guerramar@ibest.com.br>
Porto Alegre, RS BRASIL - 28-agosto-2005 / 21:15:15



Eu sou guerramar,pois sou da Marinha de Guerra do Brasil "guerra" de Marinha de Guerra "mar" de MARinha.Veja o que aconteceu. Anauê pelo bem do BRASIL.

Mapa do Brasil fica menor A linha que separa o Norte brasileiro da Venezuela terá novo traçado até o final do mês, e o Brasil vai perder uma área rica em minérios. O Itamaraty acaba de reconhecer o direito da Venezuela sobre cerca de cinco mil quilômetros quadrados de matas, rios, minas de ouro e cassiterita anexados ao Brasil pelo mapa oficial demarcado em 1859. A área situada no extremo Oeste de Roraima, junto à cordilheira do Parimã, onde há dois anos garimpeiros brasileiros ocupam terras dos indios ianomanis. Em setembro de 1990, a guarda venezuelana prendeu nove desses garimpeiros. Foi o ínicio de uma série de gestões entre as chancelarias dos dois países para definir quem era o invasor e quem era o invadido. O incidente não chegou a causar conflito diplomatico, mas exigiu entendimentos extraordinários entre os presidentes Fernado Collor de Mello e Carlos Andrés Perez. As negociações se sucederam em Brasília, em Caracas e na própria área em questão. Brasil e Venezuela se comprometeram a promover, rapidamente, o mapeamento geológico da região. Quando a fronteira foi traçada bilateralmente, no seclo passado, convencionou-se que os rios que se dirigissem para a bacia do Orinoco demarcariam o território venezuelano, e aqueles que corressem para a bacia do Amazonas, o brasileiro. Os poucos funcionários que então percorreram a região logo perceberam a dificuldade de se saber para onde corriam tantos cursos d'agua, em meio a cadeia de montanhas cobertas pela mata. A linha definitiva foi sendo protelada até chegarem os garimpeiros. De acordo com o presidente da União dos Garimpeiros da Amazônia, José Altino Machado, o governo brasileiro está entregando à Venezuela a terceira maior reserva de cassiterita do mundo. O gerente de Geologia da Companhia de Pesquisas de Recursos Minerais, João Orestes Santos, ao percorrer a fronteira nos anos 70, verificou ocorrências de ouro e cassiterita a pouca profundidade e suspeitou da existência de reservas de outros minerais industriais. Mapeados como brasileiros, segundo Santos, as reservas eram na verdade venezuelanas. Transcrito do Correio do Povo ANO 96 - N° 112, domingo 20 de janeiro de 1991.

EDUARDO CZUBINSKI <guerramar@ibest.com.br>
RS BRASIL - 28-agosto-2005 / 21:07:22
Mapa do Brasil fica menor A linha que separa o Norte brasileiro da Venezuela terá novo traçado até o final do mês, e o Brasil vai perder uma área rica em minérios. O Itamaraty acaba de reconhecer o direito da Venezuela sobre cerca de cinco mil quilômetros quadrados de matas, rios, minas de ouro e cassiterita anexados ao Brasil pelo mapa oficial demarcado em 1859. A área situada no extremo Oeste de Roraima, junto à cordilheira do Parimã, onde há dois anos garimpeiros brasileiros ocupam terras dos indios ianomanis. Em setembro de 1990, a guarda venezuelana prendeu nove desses garimpeiros. Foi o ínicio de uma série de gestões entre as chancelarias dos dois países para definir quem era o invasor e quem era o invadido. O incidente não chegou a causar conflito diplomatico, mas exigiu entendimentos extraordinários entre os presidentes Fernado Collor de Mello e Carlos Andrés Perez. As negociações se sucederam em Brasília, em Caracas e na própria área em questão. Brasil e Venezuela se comprometeram a promover, rapidamente, o mapeamento geológico da região. Quando a fronteira foi traçada bilateralmente, no seclo passado, convencionou-se que os rios que se dirigissem para a bacia do Orinoco demarcariam o território venezuelano, e aqueles que corressem para a bacia do Amazonas, o brasileiro. Os poucos funcionários que então percorreram a região logo perceberam a dificuldade de se saber para onde corriam tantos cursos d'agua, em meio a cadeia de montanhas cobertas pela mata. A linha definitiva foi sendo protelada até chegarem os garimpeiros. De acordo com o presidente da União dos Garimpeiros da Amazônia, José Altino Machado, o governo brasileiro está entregando à Venezuela a terceira maior reserva de cassiterita do mundo. O gerente de Geologia da Companhia de Pesquisas de Recursos Minerais, João Orestes Santos, ao percorrer a fronteira nos anos 70, verificou ocorrências de ouro e cassiterita a pouca profundidade e suspeitou da existência de reservas de outros minerais industriais. Mapeados como brasileiros, segundo Santos, as reservas eram na verdade venezuelanas. Transcrito do Correio do Povo ANO 96 - N° 112, domingo 20 de janeiro de 1991.

EDUARDO CZUBINSKI <guerramar@ibest.com.br>
Porto Alegre, RS BRASIL - 28-agosto-2005 / 20:58:32
Precisamos de pessoas para solucionar, remediar e não de pessoas para denunciar as pessoas sem elas serem. Mentir é pecar. Mentira tem perna curta... O gaucho é um nordestino disfarçado de brasileiro, onde diz: "gaucho não gosta de sopa e de caldo, gaucho gosta de picanha, pois picanha gera bosta..."...

Ai de nós se não fosse o gaúcho sem o cearense de lado, observando.

dr miguel lima

DR MIGUEL LIMA <adv24horas@hotmail.com>
FORTALEZA - CEARA, CE BRASIL - 28-agosto-2005 / 10:49:40
PARA DESARMAR OS CIDADÕES, É PRECISO ENSINAR A TODOS O MOTIVO DE DESARMAR. FICAM ASSIM A POLICIA ARMADA E O CIDADÃO DESARMADO. POIS, CIDADÃO NO PAIS É AQUELE QUE VOTA. A ARMA EM UM POLICIAL COM MANDATO JUDICIAL DE INTERESSE POLITICO TRAZ SEQUELAS, COMO ESSAS INVASÕES DA POLICIAL FEDERAL AOS ESCRITORIOS DE ADVOCACIAS. O MESMO RISCO QUE CORRE UM JUIZ, UM PROMOTOR, UM DELEGADO, UM SOLDADO, UM POLICIAL, E OUTRO OPERADOR DO DIREITO ... O ADVOGADO CORRE O MESMO RISCO OU ATÉ PIOR. O HOMEM É VIOLENTO POR SI SO. A VIOLENCIA GERA VIOLENCIA. DESARMAR É BOM QUANDO DESARMA TODOS E NÃO PARTE DE TODOS. SOU A FAVOR DA ARMA NA MÃO DE UMA GUERRA, NUMA LUTA. POIS, PARA NÃO MORREMOS DEVEMOS MATAR - DIREITO DE SOBREVIVÊNCIA. SE MATA NO PAIS NÃO É DE BALAS, É DE INJUSTIÇA SOCIAL, DE DESIGUALDADE SOCIAL E DE MEIOS INJUSTOS.

A MATANÇA POR BALA É ASSIM MALÉFICA, MAS A MATANÇA PELA SEDE DE JUSTIÇA E PELO SOCIAL É AINDA MAIS MALÉFICA, POIS É SATANICA. DR MIGUEL LIMA OAB CE 6425

BOM DESARMAR, MAS MELHOR PREVENIR.

DR MIGUEL LIMA ADVOGADO OAB CE 6425 FONES 085 99246616 E 30811198

DR MIGUEL LIMA <adv24horas@hotmail.com>
FORTALEZA - CEARA, CE BRASIL - 28-agosto-2005 / 10:37:54
"O integralista é o soldado de Deus e da Pátria, o homem novo do Brasil, que vai construir uma grande Nação." Plínio Salgado

EDUARDO CZUBINSKI <guerramar@ibest.com.br>
RS BRASIL - 27-agosto-2005 / 22:03:32
"O integralista é o soldado de Deus e da Pátria, o homem novo do Brasil, que vai construir uma grande Nação." Plínio Salgado

EDUARDO CZUBINSKI <guerramar@ibest.com.br>
Porto Alegre, RS BRASIL - 27-agosto-2005 / 21:58:12
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