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Ok, man... M.A.G.C.O.F.D.D.Q.E.E (mizi ama o gugu como o filho de Deus que ele é)... ^-^
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| Mizi | ||
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18-junho-2009 / 1:39:05
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Mizi, | eu prefiro responder diretamente à pergunta das pessoas. Quando eu tenho algo importante para falar, eu prefiro fazer um post. E essas coisas que vc entendeu, eu já falei bastante sobre elas aqui. Sobre a questão dos referenciais, eu venho falando deles desde outubro do ano passado, data em que estava começando a "captar" o "truque", com o post Onipresença do Dárcio. No livro de comentários, eu já falei muito sobre isso, também. Pena que tive que apagar as msg's antigas para liberar espaço para outras novas serem escritas. Também, neste ano, eu escrevi alguns posts falando excludivamente destas questões. No mês de janeiro há um post chamado "De hoje em diante tu és o filho de Deus". Em fevereiro, eu coloquei o post "Deus é tudo" e também teve o post "Não te equeças de mim", que foi escrito em duas partes. Em maio tem o post "O referencial da luz" (que não é meu, mas fala dessa questão) e também tem o post que fechou o mês, "o que o homem realmente é". Todos esses posts são os meus "comentários". Em todos eles, eu venho tentando explicar, da forma mais clara que consigo expressar, o conteúdo das mensagens espirituais de todos os autores iluminados que posto aqui. Por isso, vou permanecer respondendo apenas às perguntas das pessoas. Acho que eu prefiro lidar com cada um diretamente. Mesmo assim, obrigado pela sugestão. Também te amo como o filho de Deus que você é. Abraços.
Gugu | |
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17-junho-2009 / 23:27:54
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hum... | Muito bom, obrigado. Sugestão: eu acho que você deveria colocar seus comentários aos posts que vc transcreve, pois suas explicações são super preciosas para o entendimento dos posts. Quando você explica, faz bem mais sentido. A sua percepção pode alcançar com mais facilidade o que as pessoas estão precisando ouvir. É claro que deixar a pessoa reflitir é importante também. Mas, às vezes, colher de chá ajuda... Rss... Assim, a cada post transcrito que você coloca, vc poderia fazer um breve comentário seu a respeito do tema. Nem precisa ser no post, pode ser pelo livro de comentários mesmo. O que acha da idéia? Bom, é só uma sugestão para deixar seu blog mais "compreensível" para os ocidentais. =D Abraços, te amo!
Mizi | |
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16-junho-2009 / 14:52:05
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Mizi, | Antes de começar a responder sua pergunta, que te dizer uma coisa bem sincera. Você deveria continuar acreditando e praticando o amor exatamente nos moldes em que você acredita nele. Não sei se essas coisas que você vê nessas filosofias orientais causam uma confusão em você. É possível, talvez, que você comece a se sentir perdido em meio a todos os ensinamentos... porque um fala à respeito do amor de determindado jeito, e outro ensina sobre o amor de uma outra maneira. E se você se colocar bem no meio onde passa todos os ensinamentos espirituais, se ficar na encruzilhada, você poderá ter essa "pane" mesmo. Mas, se você estyá tendo essa pane, é porque você começou a comparar. Não devia. Você deve seguir acreditando no amor exatamente do modo como você sempre veio, porque essa é a sua sintonia com o ensinamento. Isso seria seguir o seu caminho (porque trata-se de uma sintonização pessoal sua) ao invés de comparar e seguir o dos outros. No que se refere ao amo, não duvide, porque eu acho que você está no caminho certo. Então, não se preocupe muito com o que o Ramana, o Goldsmith ou o Osho dizem à respeito do amor. Agora, as perguntas: "O que significa nossas preces são atendidas, nenhum esforço é em vão, mas não é necessário rezar para que a Vontade de Deus se realize?? vê como Ramana aconselha a oração e diz que nenhum esforço é em vão, e ao mesmo tempo desaconselha que se peça a Vontade de Deus e fala que não se faça algum esforço. Gera ou não gera confusão?" Gera. Mas gera pra quem não entende de onde o Ramana está falando, de qual ponto de referência que ele fala sobre as coisas. O Ramana está num estado de ser em que existe somente uma única Presença. Só há um, e nada existe ao lado desse um, do contrário não haveria 1, mas 2. Nesse referencial, tudo o que acontece, acontece à partir dessa Presença, do Ser único existente. Então, não existe outra vontade ocorrendo senão a Dele. Não há livre-arbítrio, há somente a vontade Dele. Quando o Ramana vê uma pessoa fazendo o bem e amando ao próximo, ele imediatamente sabe que não é a pessoa que está fazendo aquele bem (quer tenha ela a intenção de praticá-lo ou não). Ele vê, porque despertou para a Unidade da existência, do Ser único. Ele vê muitos, mas exatamente naquele quadro/cenário onde ele vê muitos, ele também vê que há somente um. E mais: ele diz que o cenário onde a multiplicidadeexiste é ilusório, e que somente o plano da unidade é real. Todos os iluminados percebem e dizem isso. Mas para perceber você precisa despertar, passar deste referencial ilusório e relativo para o referencial real e absoluto.
"*O que significa que amar a todos de forma igual é o mesmo que não amar ninguém??" Quando você compreende o "truque" desses "referenciais", fica fácil você entender o que os ´sabios estão falando. Ora eles falam de um, ora falam de outro. Eles sempre falam de acordo com a pessoa que pergunta. Então, se vc estiver atento, poderá observar: "agora ele está falando de um ponto de vista relativo"... "ele está começando a aprofundar - está passando a falar do referencial absoluto... agora ele provavelmente vai contradizer tudo o que disse antes". A resposta deve ser formulada de acordo com a "pessoa que pergunta" e não com a pergunta. Até pq muitas vezes, a pessoa não sabe direito o que pergunta, ou então não está madura o suficiente para entender a resposta da própria pergunta que ela fez. Ok? Abraços.
Gugu | |
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16-junho-2009 / 11:41:09
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Gugu, | minha pergunta se deve ao fato de que muitas afirmações categóricas que são frutos das filosofias orientais parecem contraditórias em si. E isso realmente provoca uma pane na compreensão das pessoas. Não sei se é uma estratégia proposital, bem a gosto do zen-budismo (o de provocar crises nas cabeças das pessoas, para que elas abandonem o ego). Mas vê como Ramana aconselha a oração e diz que nenhum esforço é em vão, e ao mesmo tempo desaconselha que se peça a Vontade de Deus e fala que não se faça algum esforço. Gera ou não gera confusão? Eu percebo que essa confusão aparente se dá pelo fato de se referirem a realidades diferentes. Ora se refere a uma realidade material, ora se refere a uma realidade espiritual. Mas muitas vezes isso não fica claro, e até os sábios podem se confundir em suas próprias palavras. Muitas vezes percebo que nessas perguntas, as pessoas se referem em termos materiais, e os sábios respondem em termos espirituais, o que gera uma profunda confusão. Temos que tomar cuidado com a confusão de conceitos, sem misturar o que é material com o que é espiritual. Nesse sentido, encontrei um texto interessante sobre esse assunto num blog (www.seguirjesus.blogspot.com). É como eu penso sobre esse assunto do livre arbítrio, do rezar pedindo que a Vontade de Deus se realize, e sobre a necessidade disso ou não... Acho que quando Jesus nos aconselhou a não orarmos pedindo por nossas necessidades, ele falava de bens materiais de sustento do corpo. E isso Deus sabe que precisamos. Mas orar pela Vontade de Deus está além disso. A Vontade de Deus está além de qualquer satisfação material ou concreta. É a satisfação de um bem espiritual que se reflete em nossa postura moral (Consciência). Se isso não puder ser objeto de oração, então fere-se o livre arbítrio, no qual o homem pode agir em desacordo com sua Consciência e com a vontade de Deus, mas de acordo com a vontade de seu ego. Talvez, e bem pelas diretrizes das filosofias orientais, o que Maharshi talvez estivesse dizendo, naquele trecho confuso que eu destaquei, que seria melhor rezar para que a vontade do ego não se realize, pois, fora esta, o que há é a Vontade Divina. Mas, no final, da na mesma. Eu, particularmente, prefiro orar em termos positivos, pois tiro o foco da mente e do ego, e coloco o foco em Deus. Acho mais salutar. Olha como é igualmente bonita a filosofia cristã e ocidental à respeito do assunto. O texto de que falei: "Quarta-feira, 10 de Junho de 2009 A RELAÇÃO COMIGO PRÓPRIO Não devemos dar ouvidos à auto-suficiência, mas sim à vontade de Deus, ou seja, não devemos ficar pelos nossos desejos e necessidades, mas pesquisar profundamente em nós até encontrarmos o ponto em que possamos ficar em harmonia com a vontade de Deus. Este é também o ponto em que entramos em contacto com a nossa realidade essencial, com o nosso ser mais interior. Há diversas vozes dentro de nós. Uma delas é a voz superficial que São Bento relaciona com a própria vontade: «Agora, eu quero ir ali, quero ter isto, preciso disto sem falta, ou não quero aquilo que me irrita...» Quando nós mergulhamos suficientemente em nós, em espírito de oração, descobrimos uma outra voz que se identifica com o nosso ser interior. É a voz de Deus. É a vontade de Deus. A vontade de Deus não é algo estranho que nos abafa, é antes a expressão mais genuína daquilo que a nossa vida, a nossa liberdade, a nossa sinceridade querem. Só quando nós vivemos da vontade de Deus, da nossa verdade interior, é que a nossa vida vale a pena. A ligação com o nosso ser puro é condição para podermos experimentar Deus. Quanto mais pesquisarmos a fundo em nós, mais reconheceremos que não vivemos em nós mesmos mas em Deus; que Deus nos chamou para formar a sua imagem em nós. E o nosso chamamento interior só é verdadeiro quando sentimos esta imagem de Deus em nós, quando escutamos o apelo da sua vontade a nosso respeito. (Anselm Grün, em "Bento de Núrsia - Mestre da Espiritualidade")"
Mizi | |
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15-junho-2009 / 15:35:17
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Gugu, | Gostaria de saber mais sobre isso aqui: "As duas alternativas que você sugere dão no mesmo. Quando percebemos que todos são apenas o Eu Único, quem está lá para amar ou odiar?" E isto daqui: "Eles rezam a Deus e no final da oração dizem: “Seja feita a Vossa vontade”. Se a vontade Dele vai ser feita, então por que eles oram? (...) Não é necessário dizer a Ele o que você precisa. Ele conhece muito bem suas verdadeiras necessidades, e cuidará de atendê-las. Questão: As nossas preces são atendidas? R.: Sim, elas são atendidas. Nenhum pensamento é emitido em vão. Cada pensamento produzirá o seu efeito em um ponto ou em outro. A força do pensamento nunca será em vão." *dúvida: O que significa nossas preces são atendidas, nenhum esforço é em vão, mas não é necessário rezar para que a Vontade de Deus se realize?? *O que significa que amar a todos de forma igual é o mesmo que não amar ninguém?? Abraços!!
Mizi | |
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15-junho-2009 / 15:06:18
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Cris, | Respondendo a esta sua pergunta: "'...assim, qualquer tentativa de curar, mudar ou corrigir o universo físico é uma evidência de que não temos desenvolvido o suficiente a consciência espiritual.' Isso eu não consegui entender...o que vc acha que o Goldsmith quis dizer com isso?" ______________________ Cris, Podemos dizer que existe duas formas de espiritualidade: a espiritualidade que você vive neste mundo (em relação a você e aos outros) e a espiritualidade que você vive numa espécie de "mundo interior" (essa espiritualidade possui relação entre você e Deus). Essas duas formas de espiritualidade estão relacionadas, sobrepostas uma à outra. Elas se interligam porque a Vida de Deus, assim como está presente em você, está presente nos outros também. Então, quando você vive a espiritualidade que descobre esta vida em si mesma, você vive a espiritualidade do mundo interior (vamos chamá-la assim)... E a espiritualidade do mundo exterior você vive quando você tiver percebido que Deus também vive no teu próximo, que, assim como vocÊ faz parte desta existência, eles também fazem. Tudo está ligado por uma Essência básica, e esta essência é Deus. Logo, em razão dessa Essência, você poderá perceber que você e o outro são um só, são na verdade uma só Vida. A espiritualidade que Goldsmith se refere é a do mundo interior. Nela, não há lugar de onde vir, nem para onde se ir... tudo sempre esteve e estará aqui. Tudo o que sempre houve é o aqui - sem ir para lugar algum, não há nada a ser feito, nenhum lugar para onde se evoluir. Há apenas um despertar. Quando há algum lugar para se ir, você não pode ter um despertar, pode apenas fazer aquilo que deve fazer. Mas quando não existe essa situação, quando todo o quadro apresenta-se como um "beco sem saída", então não há nada a ser mudado neste quadro. Não há nada a ser mudado, porque não há nada para se fazer, não há para onde se ir, tudo o que é possível existir/estar já está ali. Então a única saída é um "despertar". E o despertar revela a existência de um outro quadro, um outro cenário exatamente no lugar onde aquele outro existia. É a essa forma de espiritualidade a que Goldsmith se refere em toda sua mensagem - que o homem necessita despertar para a Verdade e conhecer Quem ele É, que ele saiba de onde veio, e, assim, volte para lá. A vida humana se passa dentro de um quadro, dentro de um cenário. Mas esse cenário não é real. Ele só (parece) é real enquanto você não toma ciência do outro que verdadeiramente existe por detrás dele. Até lá, o cenário humano parecerá ser a coisa mais real o possível. E dentro desse cenário é que existe a outra forma de espiritualidade, no qual você evolui, se desenvolve, se aperfeiçoa, e interage com o seu próximo, com a sociedade, com o mundo. Acho que isso desmistifica o que Goldsmith estava dizendo. Ok? Abraços!
Gugu | |
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13-junho-2009 / 20:08:14
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Espaço de comentários renovado! =) | Abraços a todos.
Gugu | |
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6-junho-2009 / 19:51:07
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Sobre o texto do Goldsmith... | Primeiro, Mizi, vc não está só. Eu sempre tenho essas crises de acreditar. E tenho uma falha grave que é achar que Deus me abandonou ou não existe nos períodos que minha vida passa por turbulências. Mas acho que essas duvidas são normais e necessárias. Qualquer buscador tem periodos assim.Obrigada pro dividir suas dúvidas conosco. Vejo vc como um menino de tanta fé...às vezes me sinto fraca por ter tantas dúvidas. É bom ver que nem nas dúvidas estamos sós. Força pra vc. Essa farse aqui representa bem o que penso: "...aquele que procura Deus, em verdade já O tem." C.L.M :) Gugu, esse texto é bem interessante. Minha dúvida é a mesma do Mizi, em relação à frase que ele destacou. Vou esperar vc responder então o que ele disse. "...assim, qualquer tentativa de curar, mudar ou corrigir o universo físico é uma evidência de que não temos desenvolvido o suficiente a consciência espiritual." Isso eu não consegui entender...o que vc acha que o Goldsmith quis dizer com isso? Associo evolução a uma busca contínua de auto-aperçoamento. Então tentar melhorar, seja a minha vida ou a dos outros, significa me afastar da evolução? Não concordo. Entendo que a vida é uma soma, e que a carane e avida material são partes da VIDA toda, essa vida que o Goldsmith resume ao Espírito.E cuidar de tratar bem de curar, evoluir também é nossa obrigação. beijos
Cris | |
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6-junho-2009 / 19:34:19
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Gugu: “É melhor que as coisas não aconteçam às pessoas exatamente como elas querem...” Concordo com essa frase. Os imprevistos e surpresas, bon sou ruins, testam nossa capacidade de dapatação, de entrega, testam nossas forças. E são boas para exercitarmos a humildade, saber que não podemos controlar tudo o tempo todo. “A menos que você espere o inesperado, jamais encontrará a verdade...” Essa frase define bem minha experiência de vida. Quando eu era mais nova, tracei um plano que não admitia falahs. E cada evz que eu tinha que mudar o caminho, ou parar um pouco, sofria muito. Mas foram tantos e tantos os sinais de que o caminho que sempre achei que serio melhor não era o melhor, que fui obrigada a parar para pensar e a ser mais flexível. Não é possível estar sempre certo, e Deus me fez ver isso de modos algumas vezes dolorosos. "A vida é sutil.(...) A linguagem é muito pobre, ela conhece somente duas coisas, sim e não. E a vida é muito rica, ela conhece infinitas posturas e posições entre o sim e o não – infinitas gradações. Trata-se de um espectro de milhões e milhões de cores. Sim e não são muito pobres – você nada diz com eles. Sim e não significam que você dividiu a vida em preto e branco. Mas a vida tem milhões de cores, ela é um arco-íris." Adorei esta parte. Como vc interpreta isso, Gugu? Entendo que significa que até qualquer opção possui diversas nunaces, nem todas boas, nem todas más...nem tudo é ruim, nem tudo é bom. Cada opção encerra em si o feio e belo e acho que o caminho diz mais que o ponto de chegada. |
Cris | |
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6-junho-2009 / 19:24:32
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