AFOGADOS DA INGAZEIRA - MEMÓRIAS Guest Book

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Ainda corria a Guerra do Paraguai e o jovem 'Padre José' dava assistência à capela da Colônia e à casa de orações do primeiro núcleo habitacional de 'Barra da Passagem', que os padres deram o nome de 'Misericórdia', hoje a bela Afogados da Ingazeira.
Uma epidemia de cólera levou o Padre José para junto dos justos. Foi quando o palácio da Soledade no Recife mandou vir da capela de Maria Madalena, no Teixeira, o padre Pedro Pereira de Souza, aquele mesmo que foi logo brigando com o Coronel Chico Miguel, Francisco Miguel de Siqueira, genro do fundador e homem forte na Ingazeira, descendente de duas moças, Moema e Aracê, que escaparam do trucidamento de um grupo de colonos, uma longa história; depois a gente conta aqui.
O Padre trouxe com ele seu irmão mais moço, de nome Antonio. Pra encurtar a história, Antonio do Padre, como era conhecido, foi logo se apaixonando por Maria Leopoldina, irmã de Joaquim Pires Ferreira, (trisavô de Fernando Pires). Desse casamento, tivemos: Levina (Nozinha Pires), que casou a primeira vez com seu primo Gedeão Pires Liberal; Zeca Pereira (avô de Totonho Valadares), casou com Manoela Valadares; Severino Pires (avô de Paulo e Antonio Pires), casou com Maria Cândida Liberal Firmo; Anna Leopoldina casou com seu primo, irmão de Gedeão, Manoel Pires Liberal (pais de Sinhá, Davina, Antonio, Maria José, Maria Né e Abigail; avós de Petain e de Virgilio) e, finalmente, Pedro Pereira Sobrinho, casou a primeira vez com sua prima, Antonia Liberal Souza.

Hercules Sidnei Pires Liberal <sliberal@uol.com.br>
Recife, PE Brasil - 11-Dezembro-2019 / 23:12:45
Andei aqui a dar alguma pista de que esse mar de gente que representa a família Pires Liberal nessas ribeiras do Pajeú tem por origem o casal constituído por João Ferreira Liberal e Anna Engrácia Nogueira.
Ele, negociante vindo de Limoeiro. Ela, da família fundadora da Ingazeira. Isso, aí pelos tempos de mil oitocentos e trinta e tantos. Os livros paroquiais mostram isso.
Contei também que ambos constituíram a Fazenda Quixaba e que suas alianças pelos casamentos respectivos de dois dos filhos, Miguel Salvino e Antonia Luzia, com Anna Maria e Gervasio, ambos dos Pires Ferreira, deu-se essa conta toda dos Pires Liberal. Gervasio era irmão do meu avô, Pai Quim, e tio da avó de Jurandir Pires Galdino, Moça Pires.
Miguel e Anna Maria nos deram João (meu avô materno), Balbina, Manoel (Neco), Antonia, Cândida (Dinha), José e Maria. Já Antonia Luzia e Gervásio trouxera à luz Joaquim, Gedeão, Francisco, Emília, Severino, João, Antonio, Manoel (Né), Sedothe, Maria, José e Conrado.
Outros filhos do casal fundador cuidaram de engrossar a linha genealógica dos parentes pelos lados dos Liberal, dos Nogueira e dos que mais vieram.

Hercules Sidnei Pires Liberal <sliberal@uol.com.br>
Recife, PE Brasil - 6-Dezembro-2019 / 17:42:16

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Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 29-Novembro-2019 / 17:16:43
Ainda se vê na calçada, a primeira que se segue à prefeitura, umas poucas amostras do ladrilho que cobria a sala de visitas da casa em que morava a Nozinha Pires.
Não alcancei vivo Gedeão (Pires Liberal), seu primeiro marido e primo. Ela, filha de Maria Leopoldina Pires Pereira (irmã do meu avô e do pai de Gedeão e nome de uma rua às margens do Pajeú) e Antonio de Souza Pereira (irmão do padre Pedro de Souza Pereira, nome de bairro em Afogados.
Os pais de Gedeão eram Gervásio Pires Ferreira e Antonia Luzia Liberal (ela, filha de João Ferreira Liberal, fundador do sítio Quixaba, e de Anna Engrácia Nogueira que, como disse em outro texto, era da família dos fundadores da Ingazeira).
Uma irmã de Nozinha, Anna Leopoldina, se casou com um irmão de Gedeão de nome Manoel Pires Liberal (Neco), assassinado aí pelos anos 20 e pouco.
Nozinha e Gedeão tiveram uma filha de nome Maria. Das filhas de Manoel e Anna, lembro de Davina e Abigail.
Meu amigo e primo Petain Ávila é filho único de Abigail.

HERCULES SIDNEI PIRES LIBERAL <sliberal@uol.com.br>
Recife, PE Brasil - 28-Novembro-2019 / 10:18:22
Fomos informados do falecimento do nosso amigo e ex-colega de sala no ginásio Mons. Pinto de Campos, Ivo Januário da Silva, entre 23h e 24h de ontem (27.11), aos 74 anos, aí em Afogados da Ingazeira.

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Em 2007, há 12 anos, de passagem por Afogados da Inqazeira, dessa vez fui até à Farmácia para entrevistá-lo, inclusive em vídeo.

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Nasceu em 5 de julho de 1945 na fazenda Cedro Branco, Iguaracy. Para que ele viesse ao mundo, a sua mãe, mulher de fibra e corajosa, fez o parto e cortou o cordão umbilical sem qualquer ajuda, pois estava sozinha no momento que deu à luz. Em 1953 a família se mudou para Afogados da Ingazeira.

Ivo, menino pobre, já aos 11 anos, em vista da extrema necessidade, trabalhava na tocaia de gado. Foi carreiro de João Correia e do mestre Liliu.

Aprendeu as primeira letras na escola da Pitombeira, com a professora dona Evarista (Listinha Correia), de quem se recorda com muito carinho. Diariamente andava duas léguas para chegar às Escolas Municipais Reunidas (depois denominadas Escolas Reunidas Dona ANNA MELO). Atualmente mudou de endereço com alteração do nome para Escola ANA MELO

Em 14 de fevereiro de 1959 o Sr. Sérgio Anacleto (zelador do Colégio Normal), vendo o seu sofrimento diário, conseguiu, junto ao Sr. Helvécio de Macedo Lima, um emprego de “menino de recados”. O garoto Ivo, com o tempo foi adquirindo a confiança do farmacêutico até ser o seu braço direito em tudo que se relacionava com os negócios da farmácia.

No Ginásio Monsenhor Pinto de Campos cursou o ginasial, concluíndo-o em 1966. Em 1970, o de contabilidade. Ano seguinte quis partir para fazer vestibular de medicina no Recife, convidado que foi por vendedores de medicamentos que passavam por Afogados e conheciam suas habilidades no trato com medicamentos, mas seu Helvécio, já idoso e doente, pediu que ele ficasse cuidando dele e de dona Maria das Dores.

Com o falecimento do casal, Ivo continuou administrando a Farmácia Lima juntamente com o único filho de seu Helvécio, Dr. Jesus Lima. Em virtude da mudança de Dr. Jesus Lima para João Pessoa, ficou sozinho à frente do empreendimento.

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Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 28-Novembro-2019 / 7:02:22
Outro casamento movimentou Ingazeira daqueles tempos ainda na primeira metade do século 19. Vindo de Limoeiro, província de Pernambuco, o negociante João Ferreira Liberal engraçou-se de Anna Engrácia Nogueira da nascente sociedade local, pois descendente da família Ferreira da Costa, a mesma de Eusébia Ferreira da Costa, esposa do Coronel Agostinho Nogueira de Carvalho, fundador da Ingazeira. Assim, dizem os assentos paroquiais assinados pelo Padre Plácido que “aos quatro dias do mês de fevereiro do anno de mil oitocentos e trinta e nove pelas seis horas do dia na Fazenda Ingazeira desta Freguesia de Sam José tendo... e das testemunhas Coronel Agostinho Nogueira de Carvalho, viúvo, e Luiz Francisco Nogueira, casado, moradores nesta mesma freguesia...”. Ele, filho natural de Chrispiniana da Rocha Lima, e ela filha de Gonçallo Ferreira da Costa e de Maria Roza.

Foram felizes para sempre e constituíram a Fazenda Quixaba, além de uma enorme família. Entre os muitos filhos do casal, Miguel Salvino Liberal casou com Ana Maria, da família Pires Ferreira. Uma irmã de Miguel, Antonia Luzia, casou com um irmão de Anna Maria, Gervasio Pires Ferreira, um dos maiores negociantes da Ingazeira da sua época. É outra história.

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Hercules Sidnei Pires Liberal <SLIBERAL@UOL.COM.BR>
Recife, PE Brasil - 26-Novembro-2019 / 9:15:33

Fomos informados, há pouco, do falecimento de Hildete Oliveira, ocorrido no Hospital Santa Joana, aqui no Recife, e que o sepultamento será realizado no cemitério São Judas Tadeu, em Afogados da Ingazeira.

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 23-Novembro-2019 / 6:52:32
Caro FERNANDO, Passado um mês, foram cumpridas novas e repetidas demandas, de outubro p'ra cá. Desmancho a ausência e retorno ao seu valoroso MURAL, cada vez mais útil e agradável.
Revendo arquivos que recomendam cuidados especiais, tal como o do saudoso CARLOS MOURA GOMES, de 8/11/2015, isto mostra quão importante é o MURAL.
Acrescente-se a tudo isto, a apresentação do passeio aéreo, executado com qualidades profissionais, mostrando nossa cidade. É digno de referências de gratidão, porque não há nenhum outro, em qualquer sistema, tão bem feito e suficiente.
Outras apresentações nos deixam saudade de amigos que partiram para o Oriente Eterno, como HORÁCIO PIRES e VALDECI MARTINS. Que o Senhor os tenha em seus braços, hoje e sempre.
Aproveito o ensejo e parabenizo agora conhecendo o seu Canal "Fernando Pires 1" no You Tube. Tenho sido o "Filho ausente", como disse outrora, o Padre EDILBERTO.

José Batista <batista.inga@globo.com>
Recife, PE Brasil - 22-Novembro-2019 / 12:36:00

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Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 22-Novembro-2019 / 9:29:30


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Vídeo da gravação do programa de rádio Café Colombo com a professora emérita da U.C. Berkeley Linda Lewin. Ela é autora, entre outros trabalhos, de "The Oligarchical Limitations of Social Banditry in Brazil: The Case of the 'Good' Thief Antonio Silvino" e "Politics and Parentela in Paraiba: A Case Study of Family-Based Politics in Brazil". Nesta entrevista com Renato Lima do Café Colombo, gravada para a edição de número 417 do programa (http://www.cafecolombo.com.br/2010/11...), ela fala sobre a origem e desenvolvimento do bando de Antônio Silvino, conhecido como "o governador do sertão".

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 21-Novembro-2019 / 18:23:55

Solidariedade sempre foi e sempre será fundamental!!!

José Artur de Barros Padilha <josearturpadilha@gmail.com>
Recife, PE Brasil - 18-Novembro-2019 / 15:45:07

1989... há 30 anos | Entrevista com a Educadora Letícia de Campos Góes, realizada pelo radialista Waldecy Xavier de Menezes

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 18-Novembro-2019 / 11:20:44

Revendo postagens do nosso mural, nos deparamos com esta, quando Carlinhos “de seu Possidônio” informava aos amigos a triste notícia que o levaria ao falecimento três anos e dois meses depois...

“Carta aos amigos e amigas:

A ciência confirma a existência de bilhões de galáxias. A via láctea é uma delas onde encontra-se o modesto sistema solar. Nós, seres humanos, habitamos num dos seus nove planetas. Somos, portanto, uma minúscula partícula de todo esse imenso conjunto.

Recentemente, fazendo exames de rotina, fui diagnosticado com um câncer primário de pâncreas atingindo o fígado. A agilidade do Dr. Júnior Moura; a experiência do Dr. Saulo Silveira e a atenção amiga do Dr. Cordeiro foram fundamentais para que, precocemente, chegássemos a esse resultado. Isso nos levou, imediatamente, a procurar especialistas em Caruaru e depois em Recife. Após uma extensa bateria de exames, alguns ainda em curso, o Dr. Evyo Abreu e Lima, oncologista clínico, que nos acompanha atualmente, identificou através de biópsia com estudo químico que nosso caso é de gravidade intermediária e possui cinco opções de tratamento, inclusive um procedimento cirúrgico, possibilidade já em avançada análise médica. Adiantou ainda que por se tratar de um paciente com excelente estado clínico o nosso caso não requer a urgência inicialmente prevista.

Gostaríamos muito que este relato contribuísse para alertar a todas as pessoas sobre a necessidade da realização dos exames periódicos e preventivos.

Hoje, mais do que nunca, temos a certeza que, além da enorme estrutura astrológica, Deus também criou o amor e a fé, sentimentos bem maiores que todo esse universo de astros e estrelas, nos permitindo enxergar a beleza da vida e entender o enigma dessa espetacular arquitetura Divina.

Agradecemos a todos que torcem por nossa recuperação.

Carlos Moura Gomes
Gravatá, 8 de novembro de 2015”

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Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 13-Novembro-2019 / 11:44:54

Neste último final de semana - feriado de Finados - estive em Afogados da Ingazeira para homenagear entes queridos falecidos.
Ao passar pela residência da sra. Maria do Carmo Santos, fui informado de que seu filho, meu ex-colega no Banco do Brasil nos anos 1980, Washington Luiz dos Santos Rocha, havia falecido no dia 2 de setembro último, em São Paulo, aos 47 anos de idade.

Apresentei minha solidariedade à sua mãe e irmãos.

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 9-Novembro-2019 / 20:09:14

Faleceu nesta quinta-feira 24, em Paulista, PE, aos 85 anos (1934-2019) o conterrâneo Valdeci Martins de Moraes.

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Filho do casal João Batista de Moraes Filho (João Flor) e Maria Martins Moraes (Mariquinha), nasceu no dia 5 de abril de 1934 no sítio Alça de Peia, zona rural do Município de Afogados da Ingazeira.
Seus estudos primários foram iniciados no sítio onde nasceu e deu continuidade no Grupo Escola Padre Carlos Cottart. Sua vida profissional foi exercida como Oficial de Justiça do Estado de Pernambuco.
Namorando a jovem Genésia Veras, em 19 de dezembro de 1957, na Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios, o padre Olímpio Torres uniu os dois em matrimônio. Dessa união nasceram Francley (em memória) e Kátia Verônica Veras Martins.
No ano de 2000 conseguiu a tão sonhada aposentadoria.

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 25-Outubro-2019 / 7:26:39

Aurora Araújo dos Santos

Nesta segunda-feira 21, faleceu em Afogados da Ingazeira, aos 99 anos de idade, dona Aurora Araújo.
Aos familiares, nossa solidariedade.

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No dia 7 de janeiro de 2009, passando em frente à residência de dona Aurora, estava ela sentada em sua cadeirinha cativa; cumprimentamos-lhe e iniciamos um breve bate-papo que transcrevo a seguir:


"Filha dos agricultores Manoel Lopes dos Santos e Josefa da Conceição dos Santos, nasceu em 6 de março de 1920 no sítio Brejinho, zona rural de Belo Jardim, PE.

Sua infância, na zona rural, foi tranquila e sem dificuldades, pois seu pai era plantador de café, o que dava para manter a família num bom nível de dignidade. Tinham como vizinhos os pais do homem que depois viria a ser seu esposo.

Seu irmão, Miguel, se casou com uma jovem – irmã de Anatália - de Belo Jardim, e foi morar em Iguaracy. A garota Aurora com então 13 anos, passou dois anos com o casal e depois retornou para Belo Jardim. Ela não frequentou escola; apenas aprendeu a escrever o seu nome. Da adolescência, se recorda das festas que participava com as três irmãs (Zuza, Oliveira e Flor), levadas pelo irmão Dóia, nos finais de semana nos sítios vizinhos. E que teve uns cinco namorados.

No dia 18 de novembro de 1937, quando contava 17 anos de idade, se casou com o jovem João Gabriel de Araújo (Jota), na Igreja Católica em Belo Jardim. Nove anos depois – em 1946 -, com 26 anos e as duas filhas Carmelita, a primogênita, e Zeni a quinta filha, o casal se mudou para Afogados da Ingazeira onde nasceram os outros filhos: Lourdinha, Zezito, Jorge e Nova. O casal teve quatorze filhos, oito já falecidos.

Na déc. de 40 seus pais, já tendo dois filhos – Dóia e Miguel - residentes em Afogados da Ingazeira e Iguaracy, também migraram para o Pajeú e vieram residir no sítio Vaca Morta. Anos depois, Manoel Lopes, o pai, faleceu, e sua mãe se sentindo só, chamou o casal Aurora e Jota para vir residir, também, no Pajeú. Aqui, eles adquiriram um terreno no sítio Alça de Peia onde ficaram residindo. Aurora e Jota, depois de trinta anos de casados se separam e ele foi para Piancó, na Paraíba, onde formou nova família.

Para criar os filhos, dona Aurora passou por grande dificuldade, pois, sem marido, tinha os filhos que ficaram sob a sua guarda a responsabilidade. Criava aves a animais para vendê-los e prover o sustento da família. Com o tempo deixou o sítio e veio residir na cidade, pois os filhos necessitavam estudar. Residiu inicialmente na Rua Pedro Batista (Av. Manoel Borba). Depois, numa casa vizinha ao hotel Vencedor de dona Bembém, no local conhecido como Beco do Espírito Santo (Tabira), pois era a saída de Afogados para o então Distrito. Depois, conhecido como Beco de Bembem.

No início dos anos 1970, a sala de entrada da sua nova casa foi alugada para as instalações da COTELAI – Companhia Telefônica de Afogados da Ingazeira, onde colocaram em atividade 100 linhas telefônicas. As primeiras funcionárias foram Maria de Lourdes, sua filha, e Edvonete Veras Rosas, a filha de dona Bembém.

Com o crescimento da cidade e a necessidade de alargar o logradouro, a sua casa foi indicada para a demolição. O logradouro foi denominado Rua Gustavo Fitipaldi - em homenagem ao italiano que, se casando com uma afogadense, construiu muitos imóveis naquela localidade. A casa foi demolida e, em troca, ofereceram a dona Aurora uma nova residência na avenida Rio Branco onde ela reside até os dias atuais. Nessa negociação recebeu mais Cr$ 1.500,00 (mil e quinhentos cruzeiros), como complemento.

Em 1982 se aposentou pelo INSS. Devido à idade avançada e problemas de saúde, nunca sai de casa. Senta-se em sua cadeira, na calçada, para conversar com os amigos que sempre passam para uma boa prosa e curtir o papagaio que é o seu xodó.

Quarenta anos depois da separação do casal, dona Aurora soube do falecimento de Jota, seu ex-marido, mas não sabe precisar a data nem onde. Só lhe disseram que foi na Paraíba. Zezito, um dos filhos, o viu, uma vez, em Brasília, mas novamente perdeu o contato.
Jorge, o filho caçula, há 25 anos se ausentou e não havia dado mais notícia. Recentemente (2009) fez contato telefônico. Dona Aurora demonstra insatisfação por estar “presa” em casa, sem poder sair às ruas devido às limitações que a idade impõe. Desde 2003 não vai a uma missa pela dificuldade de locomoção.
Disse que os filhos, que residem em outras cidades, sempre veem visitá-la para matar as saudades, e que é feliz, pois os filhos são bons e lhe amam."

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 23-Outubro-2019 / 8:59:06


Nas primeiras horas desta segunda-feira 21, faleceu aos 74 anos de idade, aqui no Recife, o conterrâneo e amigo João Cruz Leandro.
O sepultamento foi realizado no Memorial Guararapes.

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Nossos pêsames aos familiares.

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 23-Outubro-2019 / 8:46:58
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Em vista da existência de homônimos, no site do YouTube, em pesquisa, digite: "FernandoPires1", entre aspas,
e vc verá todos os nossos 160 vídeos disponibilizados.
Alguns deles, visíveis neste Mural.



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2008... há 11 anos | Entrevista com Prof. Renato Vieira



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2012... há 7 anos | Entrevista com o Prof. Bião



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2007... há 12 anos | Entrevista com Prof. Alberto



Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 14-Outubro-2019 / 19:32:47


Há alguns meses faleceram: o amigo João Olegário Marques, e o primo Luiz Gonzaga Pires.









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Horácio Pires de Lima
1937-2019

Nesta manhã fomos informados pelos amigos Chagas e Luciene Castro do falecimento do primo Horácio Pires, ocorrido na madrugada deste sábado 12, em Caruaru.
Aos familiares: Telma, a esposa; filhos, netos e irmãos, nossa solidariedade.


Por motivos outros, não conseguimos entrevistá-lo em vídeo; o fizemos em 12 de agosto de 2010 - quando de uma das nossas visitas a Afogados da Ingazeira -, em áudio, na sua loja, em Afogados da Ingazeira, que transcrevemos...

Filho de Joaquim Galdino da Silva (agricultor) e de Maria das Dores Pires de Lima (costureira), nasceu no sítio Caiçara, distrito de Ibitiranga, na então Carnaíba das Flores, em 14 de abril de 1937. Seus pais se casaram em 1927 e formaram uma prole de oito filhos: Maria nasceu em 1928, José Pires (Zezito) em 1930, Juarez em 1933, Jurandir em 1935, Horácio em 1937, Luiz em 1939, Socorro em 1941 e Maria da Paz em 1943.

Na véspera de São Pedro de 1944, à tarde, no sítio Jiquiri/Maravilha, no município de Afogados da Ingazeira, onde residiam, Joaquim pediu à esposa que chamasse os pais dela - Raimundo Ferreira de Lima e Josefa Pires (Moça) - que moravam a uns 100 metros da sua casa, e que eles trouxessem uma vela, pois ele sentia que a sua hora estava chegando. Ela chamou o filho Juarez para que ele fosse buscar os avós. Quando chegaram, Joaquim disse ao sogro que estava nos seus últimos momentos e que ele cuidasse de Jurandir: “ele é seu”, disse, e pediu que também cuidassem dos outros sete filhos para que não passassem necessidades, no que foi atendido.

Nesse momento Horácio estava num açude, cuidando do arrozal, batendo numa lata para afugentar os passarinhos, quando, às quatro horas de tarde ouviu uns gritos em sua casa; então ele correu para ver o que se passava, quando então soube que o seu pai havia falecido. A causa de morte foi o acometimento de uma febre.

A caçula dos filhos, Maria da Paz, contava 11 meses de idade quando ficou órfã de pai. Naquela época a família passava por grandes dificuldades, pois morava em uma região desprovida de um mínimo de assistência, inclusive a médica. Com o falecimento do esposo, dona Maria das Dores retornou para o sítio Caiçara, Ibitiranga, pois era onde ela tirava o ganha-pão da família na confecção de roupas para a comunidade.

Em virtude de ter ficado órfão de pai, aos sete anos de idade e em vista das dificuldades que a família passava, Horácio disse não ter conseguido estudar nem o primário na sua totalidade, pois necessitava ajudar a mãe. Mesmo assim, fez o curso de Admissão ao Ginásio no Mons. Pinto de Campos (que na época funcionava onde hoje está instalada a Cúria Diocesana), mas não deu prosseguimento aos estudos. O que sabe, “aprendeu na escola da vida”, disse.

Lembra-se das suas primeiras professoras: dona Nelcy Bezerra (que ensinava na Escola Municipal que funcionava na residência dela) e de dona Gerusa Barbosa (no Grupo Escolar Estadual).

Tendo ficado viúva e com oito filhos menores para criar, dona Maria das Dores teve que trabalhar duro para sustentá-los, fazendo-o com muita dignidade. Alguns anos depois ela se casou com o sr. João Olegário Marques – que se revelou um ótimo marido e cuidou dos filhos dela como se fossem seus. Desse relacionamento nasceram mais três filhos: José, Deusdedith e Josete.
Jurandir, o quarto filho, ficou residindo no Jiquiri com os avós, ajudando no transporte do leite, de propriedade do seu tio Severino Pires, para Tabira. Tendo Jurandir concluído o primário, Severino Pires o chamou para trabalhar na sua mercearia em Tabira. Algum tempo depois, José Pires Sobrinho (Zequinha), outro tio, percebendo a desenvoltura de Jurandir, pediu que Severino o entregasse aos seus cuidados, trazendo-o para trabalhar na Loja que adquiriu de Zé Torreão em (1947), em Afogados da Ingazeira.

A nova Loja do Povo inicialmente foi gerenciada por Gedeão Pires Sobrinho durante dois anos; depois por Agenor Pires por mais dois anos e, algum tempo depois, entregou essa loja aos cuidados de Jurandir, para gerenciá-la, tendo Horácio como funcionário e assistente. Essa loja se localizava na Praça Domingos Teotônio, 178 (atual Praça Mons. Alfredo de Arruda Câmara).

Passados alguns anos, o jovem Jurandir, com sua dinâmica nos negócios, conseguiu crescer no posto ocupado a ponto estar negociando a aquisição de uma pequena casa nas imediações da loja de tecidos da qual era gerente. Sabendo disso, Zequinha imaginou que ele estaria especulando se estabelecer com uma loja no mesmo ramo que, evidentemente, lhe faria concorrência. Em vista disso, ele ofereceu a loja para que Jurandir a adquirisse, mas teria que ser à vista. O rapaz respondeu que não teria condições, pois não tinha o dinheiro, como era sabido, mas Zequinha foi intransigente: só venderia à vista.

Sabedores do fato, os senhores Miguel de Campos Góes (Miguelito) e Augusto Lopes dos Santos (Dóia fumeiro) intermediaram a negociação no sábado seguinte, durante a feira semanal de Afogados da Ingazeira.

Conversando com Zequinha, pediram-lhe para realizar a transação, assegurando que no mês em que o compromisso não fosse cumprido, eles assumiriam a responsabilidade da prestação e que o sr. José Pires Sobrinho não teria prejuízo algum.

Nessa condição Zequinha ficou mais maleável e vendeu a loja por Cr$ 11.000.000,00 (onze milhões de cruzeiros) divididos em 11 parcelas de Cr$ 1.000.000,00 (um milhão de cruzeiros). A sociedade foi formada por Jurandir com 95% (noventa e cinco por cento) e o irmão Horácio Pires com 5% (cinco por cento). No ano seguinte, com a prosperidade do negócio, Horácio já estava com 10% na sociedade criada.

Foram-se passando os anos e, com o êxito nas vendas e o crescimento empresarial, o irmão mais novo já contava 25% (vinte e cinco por cento) de toda a Firma Jurandir Pires Galdino e Cia.

A prosperidade da Firma era visível. Abriram filiais em Triunfo, Tabira, Serra Talhada, tudo coordenado por Horário Pires. Mas, a instalação de uma loja em Tabira magoou Zequinha Pires que havia dado ‘a mão’ aos irmãos e eles agora seriam concorrentes em sua cidade.

A Firma Jurandir Pires Galdino e Cia, em Afogados da Ingazeira, foi administrada pelos sócios até 1970, quando Jurandir se mudou definitivamente para o Recife.

Em 1982, numa das viagens de Horácio à capital pernambucana, Jurandir indagou ao irmão sobre uma nota que havia saído no Diário de Pernambuco dizendo que o empresário Horácio Pires seria um dos prováveis candidatos a prefeito de Afogados da Ingazeira, o que não agradara ao sócio majoritário. Horácio, então, lhe disse que foi uma nota não autorizada, mas que não havia dado atenção, no que Jurandir lhe disse que se ele entrasse na política, a sociedade seria desfeita.

Em vista da impulsividade, Horácio retrucou imediatamente, respondendo que “a sociedade estava desfeita a partir daquele momento”, no que o irmão tentou acalmar os ânimos, mas ele não voltou atrás. As lojas de Afogados da Ingazeira ficaram com Horácio e as do Recife com Jurandir.

Aos 32 anos, já homem maduro, Horácio conheceu uma garota que veio para Afogados juntamente com os familiares para visitar um parente. Por não conhecerem a cidade, pediram ajuda a Horácio, que se encontrava nas imediações da agência de ônibus - ainda não existia Rodoviária em Afogados da Ingazeira -, para que os orientassem como chegar à casa de Cleodon. Ele, já de olho naquela garotinha de 18 anos, se prontificou a levá-los em seu automóvel.

A partir daí começou a paquera. Se apaixonou... e, no ano seguinte, no dia 28 de fevereiro de 1970, num dia chuvoso, na Igreja Católica da Estrada de Belém, no Recife, contraiu matrimônio com aquela que seria a mãe dos seus 4 filhos. O primogênito, Plínio, nasceu em 2 de março de 1971. Depois nasceram Patrícia, Horácio Filho e Petrúcia.

Horácio Pires, homem dinâmico e empreendedor, administrou as suas lojas com a ajuda da esposa e dos filhos, até os seus últimos dias.

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 12-Outubro-2019 / 6:45:52
Bem-vindo, Outono!

Ola Fernando, aqui estou novamente com uma mensagem de boas vindas ao Outono, que nos trás temperaturas mais agradáveis e, talvez, chuvas.
Meu neto Sean surpreendeu-me com uma boa noticia, ao anunciar que em fins de novembro estará se casando com sua linda noiva. Eles estão namorando há uns 4 anos. No próximo ano ele concluirá seus estudos com Merchant Marines que é a civil versão da US Navy.
Eu estou vibrando de alegria com a notícia. O pai dos 4 netos não está muito satisfeito. Outro dia estávamos a conversar e ele falou, Pap, a nossa casa agora está praticamente vazia... Quando volto do trabalho é só solidão, pois o último em casa é o JJ – Jason Joseph que está com 14 anos e no Hi School. Ele então falou: "recordo-me, agora, quando saímos da tua casa para a Universidade e depois para a primeira casa". dei uma boa gargalhada e falei: "Mas vocês estão frequentemente aqui a nos visitar... Tudo isto é parte do crescimento. O mais importante é mantermos nossas relações em bons termos.
Todos estes acontecimentos me ajudam a viver e absorver a alegria com os fatos.
Fernando, desejo que tenhas um bom fim de semana, e que Deus te abençoe e guarde.
Um grande abraço!
(28.09.2019)

Joseph de Moura <jojephd@yahoo.com>
Rosemead, Califórnia, CA EUA - 29-Setembro-2019 / 9:18:46

Excelente iniciativa relembrando historias!!!

Diogo Leite Gomes <diogoleitegomes@gmail.com>
Arcoverde, PE Brasil - 23-Agosto-2019 / 21:17:47
Uma bela vista panorâmica

Oi Fernando, gostei muito do vídeo fotografando a nossa querida cidade. É realmente uma peça preciosa, muito bem feita e fotografa de maneira elegante e bela o nosso rincão. Realmente mostra ser um belo e moderno local para se viver.
Desejo congratular-me com Sr.Jefferson Vasconcelos pelo belo trabalho. Fantástico. Que possa apresentar mais imagens preciosas como esta, no futuro próximo.

Joseph de Moura <jojephd@yahoo.com>
Rosemead - Califórnia, CA EUA - 21-Agosto-2019 / 22:21:20
Oi Fernando. Aqui estou novamente para dizer um alô.
Acabei de rever algumas fotos e entrevistas para esta página as quais me trouxeram boas lembranças, de maneira especial a entrevista com Severino Campos, irmão de Augusto e Maria, esposa de Simão soldado, a quem eu chamava de Maía com muito amor. Ela foi uma segunda mãe para mim, eles eram filhos de mãe Marcinha.
Severino ficou sendo meu compadre, pois fui padrinho de batismo do seu primeiro filho (Fernando). São pessoas que amo até hoje e os recordo com muita saudade e amor.
O Severino ainda está conosco? Foi um grande exemplo de trabalhador.
Uma das melhores memórias que tenho daquele compadre amigo, foi quando eu estava no Recife buscando receber pagamento por um pequeno período que trabalhei na estrada de ferro; eles não podiam me pagar pois a papelada estava incompleta e eles me disseram para voltar noutro dia.
Eu desejava retornar para Afogados da Ingazeira, mas estava sem dinheiro. Fui até a área onde os caminhões ficavam, e por sorte achei quem eu buscava: lá estava Severino, conversamos um pouco e perguntei se ele podia me ajudar; ele disse que iria falar com o dono do caminhão, não me recordo quem era. Ele lhe falou que eu iria para Afogados e que pagaria após retornar pra casa. E assim consegui o valor necessário, sem problema.
Jamais pude esquecer do favor prestado por esse grande amigo. Com muita saudade e amor, meus comprimentos ao saudoso amigo e família.

Joseph de Moura <jojephd@yahoo.com>
Rosemead - Califórnia, CA EUA - 20-Agosto-2019 / 6:55:16

Imagens recentes de Jefferson Vasconcelos, contemporâneo no BB em Afogados da Ingazeira nos anos 1980.
Não poderia deixar de registrar essas belas imagens.

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 16-Agosto-2019 / 10:14:12
Amigo Fernando Pires
Obrigado, pelo belíssimo documentário. Como sempre um grande historiador. Me trouxe nesta entrevista capitaneada pela professora Elvira Siqueira, a irreverência do saudoso Geraldo Ferreira.
Depoimentos fabulosos da nossa época de puberdade, me trouxe muitas lembranças da nossa querida Afogados da Ingazeira.
Continue assim, registrando nosso passado e presente, da terrinha que amamos!!!

Alberto Virgínio Nogueira < >
Recife, PE Brasil - 5-Agosto-2019 / 21:59:21
Caro Fernando,

1-Interessante rever a entrevista com a Dona Ione.
2-Ainda não tinha visto a entrevista com o, já falecido, "Geraldo do seu Otávio"; foi interessante também, até porque eu fazia parte daquela turma citada, que foi em excursão à cidade de Triunfo.
3-Já ouvi inúmeras vezes a execução, por diversas bandas e orquestras, do dobrado "DOIS CORAÇÕES"; para mim, entretanto, por emoção, nenhuma delas executa melhor, que a banda "Bernardo Delvanir Ferreira", em A ALVORADA DE UM NOVO SÉCULO; imagino aquela execução inspirada em Guaxinim (sax) mestre Biu (sax), Tião(clarineta), Dequinha (trompete, que lá era chamado de piston), Paulo Oliveira (trombone), Zé Martins, irmão da Luciete (caixa) e, não poderia deixar de citar, Zé Nenem (Coligado), com sua tuba, comandados pelo "seu" Dino, meu primeiro professor musical, com seu trompete ou piston.
Um abraço

Manoel Rodrigues Neto <manoelneto1946@gmail.com>
Rio de Janeiro, RJ Brasil - 4-Agosto-2019 / 14:19:32

Geraldo Berardinelli, meu tio, pai e amor eterno.

Flávio Ferreira <flavioferreirafilho@hotmail.com>
Recife , PE Brasil - 4-Agosto-2019 / 11:02:18

Terremoto recente
Oi Fernando, estamos recebendo o calor do verão que está intenso; já havia esquecido que calor faz parte do verão, se bem que por quatro meses.
Mas, vamos falar do Terremoto, que faz parte do nosso viver, é algo que sabemos estar conosco. Eu não percebi inicialmente a pergunta que fizeste, desculpe-me.
O mais recente terremoto "center" está localizado "100 miles east" de Los Angeles; consequentemente recebemos somente pequenos balanços, que mesmo assim chamou nossa atencao.
Eu estava sentado em frente ao meu computer, e a Sylvia em frente ao dela, quando comecei a sentir o balanço num vai e vem que durou mais de 30 segundos. Sylvia me perguntou se eu havia sentido e respondi afirmativamente.
Aqui pra nós não houve nenhum estrago, no entanto no local foi diferente. Houve rachaduras nas estradas e destruição de prédios; como o local está no deserto, pelo sopé das montanhas, a população é bem pequena. Mesmo assim a destruição foi brutal em alguns locais.
Gracas a Deus não houve mortes, somente susto.
Assim é o viver na Califórnia: "muitas surpresas".
Ate breve.
Zeze de Moura (July 30, 2019)

Joseph de Moura <jojephd@yahoo.com>
Rosemead - Califórnia, CA EUA - 1-Agosto-2019 / 9:51:33

Quero receber e ver os vídeos e fotos...

Giselle Morais Freitas <gisellemiraisf@hotmail.com>
Afogados da Ingazeira, PE Brasil - 24-Julho-2019 / 18:54:21
Boa noite!
Gostaria de saber se alguém sabe me dizer o significado das cores e do brasão da bandeira de Afogados da Ingazeira.

Patricia <patricia_luiz2012@hotmail.com>
Afogados da Ingazeira, PE Brasil - 12-Julho-2019 / 21:24:50
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