AFOGADOS DA INGAZEIRA - MEMÓRIAS Guest Book

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Oi Zezé Moura, finalmente temos nosso Mural ativo.
Recebi tua mensagem e já enviei o livro "Afogados da Ingazeira - Páginas da sua história" para o teu endereço em Rosemead, Califórnia - EUA.

Quando leres, certamente vais relatar tuas impressões sobre o conteúdo do nosso livro.

Obrigado pela aquisição!

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 4-dezembro-2021 / 16:37:43


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Amanda Bezerra de Sá Araújo, é neta de Tarcísio Sá (em memória), filha de Fabíola. Ela está com leucemia há quase um ano. Fez transplante de medula há 20 dias.
Recebi esse apelo da conterrânea, amiga, Gorete Fonseca.

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 4-dezembro-2021 / 15:16:52

EM VIRTUDE DE PROBLEMAS TÉCNICOS, HOJE RESOLVIDO PELO PROVEDOR "LEMON NETWORKS", ESTIVEMOS INOPERANTES DURANTE SETE DIAS.

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 4-dezembro-2021 / 15:09:04

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Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 25-novembro-2021 / 16:47:27


Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 24-novembro-2021 / 16:26:43
Faleceu nesta terça-feira 23, no Hospital Regional Emília Câmara, o sr. Gilvan de Sá Maranhão (Bante), aos 92 anos de idade (12.10.1929 - 23.11.2021), completados recentemente.

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Em 2010, 2 de abril, há 11 anos, passando na rua 7 de setembro, bairro de São Francisco, vimos Bante sentado em frente a sua casa; paramos para cumprimentá-lo e lhe propusemos esse bate-papo...

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Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 24-novembro-2021 / 7:34:28

Uma história de pioneirismo e garra empreendedora

Sebastião Irineu Liberal (foto) nasceu em 6 de dezembro de 1929, na cidade de Afogados da Ingazeira (PE). Com pouco mais de 21 anos, migrou para o Sul do País, engrossando a multidão de retirantes que tinha a viagem de pau de arara como única opção às agruras da vida no esturricado solo do sertão nordestino. Chegou a Moreira Sales no dia 12 de novembro de 1951, iniciando aqui uma trajetória dinâmica, diversificada, participativa, engajada e indiscutivelmente pioneira.
Ele trabalhou inicialmente como peão no desbravamento da floresta, como empregado de Pedro Barros, empreiteiro encarregado pela Comissária Exportadora e Importadora União – nesse tempo batizada pela população simplesmente de “Firma” – para, sob a supervisão do engenheiro Srs. Thelen e João Ducini, iniciar a abertura e a colonização do território.
Na sequência, integrou a equipe do Armazém Goioerê Ltda., juntamente com Adelício Alves da Silva e o gerente Nyldes de Arruda. O estabelecimento se localizava onde hoje é a Fazenda Santo Antônio, e era mantido pela Firma com o objetivo de abastecer os primeiros moradores que adquiriam lotes e iniciavam os trabalhos de derrubada da mata e formação de lavouras.

“No armazém tinha de tudo, menos bebida alcoólica”, ele mesmo dizia. As mercadorias eram transportadas em caminhão de São Paulo até Campo Mourão. Para concluir o trajeto até Moreira Sales, eram transferidas para dois caminhões menores, cedidos pelo Exército e, curiosamente, com o volante no lado direito, conforme recorda Adelício.
Seu último trabalho com carteira assinada foi na serraria do município, localizada onde hoje está a Associação Atlética Banco do Brasil (AABB). No beneficiamento da grande quantidade de madeira existente à época, iniciou como auxiliar geral, passando para operador de serra fita até chegar ao cargo de calculista de cubagem das toras.

Após seis anos na serraria iniciou-se como empresário, comprou de Alberônio Correia de Souza um bar que se localizava em uma construção de madeira na esquina da avenida principal com a rua Otto Macedo, onde hoje é o Supermercado Matos. Neste período, mais precisamente em 1961, casou-se, formando um autêntico casal de pioneiros com Ivone Gonçales, natural de Potirendaba (SP), que, juntamente com os pais e irmãs, chegara a Moreira Sales em 1957.
Começando a estruturar o município, a Firma instalou um pequeno hospital e construiu o primeiro prédio com laje, este para abrigar um hotel.

Em 1968, ele adquiriu o hotel, que administrou até meados da década de 1970, quando passou ao comando do irmão Antônio Irineu Liberal. O empreendimento permanece em atividade, agora sob a administração da senhora Ivone e filhos. Além de comerciante, ele também se dedicou a atividades agrícolas e à pecuária.

Sempre atuante na comunidade, foi vereador por três mandatos – entre 1970 e 1972 (prefeito Eurydes Romano), 1977 e 1981 (gestão Euclides Franzo), e, por fim, 1982 a 1988 (Aldenízio dos Santos Maia) –, exercendo também a presidência da câmara municipal.

Seu espírito de servir o levou a trabalhar na estruturação do Rotary Clube de Moreira Sales, no qual exerceu a presidência. Foi também presidente da Associação de Pais e Professores (APP) por duas gestões consecutivas.

A trajetória de trabalho e dedicação de Sebastião Irineu Liberal configurou uma prova de amor e gratidão a Moreira Sales, comunidade que generosamente acolheu esse peão curioso e inquieto, um retirante nordestino com muita garra e certeza de realização. Digno, portanto, de ser chamado de PIONEIRO NATO desta cidade.

Moreira Sales, 06 de dezembro de 2016.
Ivone Gonçales Liberal (viúva) / Edmilson Gonçales Liberal (filho) / Claudemir Gonçalves Liberal (filho) / Edilson Gonçales Liberal (filho)

Claudemir Gonçalves Liberal <claudemir_liberal@hotmail.com>
Curitiba, PR Brasil - 22-novembro-2021 / 16:02:03
Moro em Curitiba e estive recentemente em Afogados da Ingazeira, terra do meu pai Sebastião Irineu Liberal (1929-2004), que migrou para o Paraná em 1951, com 21 anos de idade.
Pioneiro da cidade Moreira Sales, teve uma vida correta e produtiva. Meu irmão e eu estamos elaborando um projeto com o objetivo de escrever as memórias do nosso pai. Fiquei sabendo, na biblioteca da Prefeitura, do lançamento do seu novo livro "Afogados da Ingazeira - Páginas da sua história".
Como faço para adquirir um exemplar? Afinal, tudo começa em Afogados.

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Já contatei Claudemir que adquiriu o nosso livro. (Fernando Pires, 23.11.2021)

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Claudemir Gonçalves Liberal <claudemir_liberal@hotmail.com>
Curitiba, PR Brasil - 22-novembro-2021 / 15:30:38


Heloísa Freitas convida parentes e amigos para a Missa de 7º dia de MARIA GORETTI, a ser realizada na igreja de Nossa Senhora de Fátima - Rua Cleto Campelo, 303 - Bairro Novo, Olinda, neste domingo 21 de novembro, às 17h.

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Ontem (21/11) estivemos em Olinda para participar da missa de 7º dia do passamento da amiga Goretti Freitas. Lá, encontramos os irmãos Heloísa, Luiz e inúmeros familiares.

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 20-novembro-2021 / 11:41:35
Goretti, minha afilhada e ainda minha parenta. Eu gostava muito dela; às vezes a gente conversava pelo Face Book, e eu curtia a sua alegria com os filhos e os netos.
Lamentei profundamente o seu falecimento, pois era uma pessoa muito querida. Eu me lembro de Goretti pequenininha, criança... Estudei com Margarida, sua irmã.
Heloísa e Luiz, senti profundamente o falecimento de Goretti; muita paz pra vcs, queridos.

Paula Pires
Olinda, PE Brasil - 16-novembro-2021 / 9:38:30
Acabo de receber a notícia, através de Heloísa Freitas, de que sua irmã, nossa amiga Maria Goretti de Freitas Chiu, faleceu, há pouco, aqui no Recife no hospital HapVida, Espinheiro.
Filha de Iracy e Manoel Pires de Freitas (em memória), deixa 4 filhos e dois netinhos.
Aos familiares, nossa sincera solidariedade!
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O velório de Goretti será na próxima quinta-feira, dia 18/11, a partir das 6h, no cemitério Morada da Paz em Paulista. O sepultamento ocorrerá às 11h, na sala de velório 2.
Estão aguardando um dos filhos que reside na Alemanha;

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 15-novembro-2021 / 21:36:39

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Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 15-novembro-2021 / 14:52:30
Retorno após uma longa pausa.
Fernando Pires, caro amigo, depois de um longo período sem computador, aqui venho novamente ao vosso encontro nesta página que tanto significa para os afogadenses saudosos e cheios de desejos de rever novamente o nosso Sertão por meio do Mural.
Sinto-me como alguém à procura do ser amado que foge e que finalmente se reencontra graças à ajuda inestimável do meu primogênito que nestes últimos dias tem se dedicado a me introduzir ao novo computador.
Já visitei este Mural por algumas horas quando me lembrei que uma nota de gratidão se faz necessário, pois tudo está à tua disposição, e eu sou muito grato.
Desejo que este seja um novo período para reatar o contato tão precioso com Afogados da Ingazeira.
Cordial abraço.

Zezé de Moura <jojephd@yahoo.com>
Rosemead - Califórnia, CA EUA - 12-novembro-2021 / 20:54:14
Fernando, gostaria de saber quanto custa o livro para Jacupiranga estado de SP. Preciso fazer o pix mas não tenho o total certo.
Por gentileza me envie urgente, em seguida te mando o endereço.
Obrigada.

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Oi Robélia, para todo o Brasil, via Correios, o valor total: R$ 52,00 (40,00 + 12,00 da postagem)

Pix: fernandopires1@hotmail.com / José Fernando Pires dos Santos
Informe o endereço pelo meu WhatsApp, que na terça-feira enviarei.
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Robélia Soares de Siqueira André <robeliasoares123@hotmail.com>
Jacupiranga , SP Brasil - 6-novembro-2021 / 19:04:32

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 5-novembro-2021 / 19:42:58
Fernando, bom dia!

Teu livro é um verdadeiro compêndio da história de Afogados da Ingazeira, e saber que meu Avô Elpídio (do Amaral) Padilha foi importante personagem na defesa dos interesses de nossa amada Rainha do Pajeu, faz aumentar nosso carinho por Afogados

Arimarcel Padilha
João Pessoa, PB Brasil - 29-outubro-2021 / 10:01:01
Caro Fernando, boa noite.

Tenho acompanhado, discretamente, o seu admirável trabalho, visitando este MURAL, vendo e ouvindo suas gravações em DVD (YouTube) e, na leitura do Afogados da Ingazeira, MEMÓRIAS. Agora, retorno ao MURAL para agradecer-lhe pela publicação do Afogados da Ingazeira, PÁGINAS DA SUA HISTÓRIA, obra com uma considerável parcela de novos fatos e coisas boas de se ler, dignas do conhecimento dos filhos e moradores desta Cidade dos Afogados da Ingazeira. Nós, os leitores, estamos de Parabéns.

Sem contar com o que já aprendemos no Afogados da Ingazeira, MEMÓRIAS, parabenizo-lhe pela escolha do visual da capa deste novo livro, homenageando nossa Igreja Matriz, com a foto da lateral esquerda do seu piso externo, imagem inesquecível. Ainda no visual e manuseio, nota-se a excelente Gramatura e cor do papel (pólen), - são de primeira qualidade. Na parte gráfica, a Fonte e seu Tamanho, enfatizam o gosto de ler, de uma só vez, a obra inteira, sem fadiga.

A exposição dos assuntos, mormente, baseada na busca de dados e origens autênticas, nos dá a certeza de saber o melhor, das pessoas e dos fatos. Posso afirmar, seguramente, que sua obra é rica em subsídios para o estudante ou pesquisador usarem-nos na elaboração de palestras e estudos. A exposição dos catorze capítulos, em ordem cronológica, facilita a busca certa, no tempo e lugar, basta seguir o Sumário. O foco sobre certos assuntos, muitos deles ausentes da História ou esquecidos pela população, tais como, a injustificável troca de nome de ruas e avenidas; a disputa de limites territoriais entre municípios; a indústria da seca e da fome, e as frentes de trabalho, onde os miseráveis e famintos trabalhadores sertanejos, além de esmagados pela seca, eram tratados como se estivessem num cercado de bichos ou campo de concentração, semelhantes aos de AUSCHWITZ-BIRKENAU, NIEDERHAGEN e de outros, nos impõe o dever de ampliar os conhecimentos, de como e onde viveram e ainda vivem, os menos favorecidos, sertanejos nordestinos ou não.

O Capítulo VII merece uma cuidadosa leitura: vale a pena ver, que a obra vem de minuciosas e seguras pesquisas, constando sempre, o nome e a responsabilidade da fonte informativa, sejam pessoas físicas ou jurídicas. Algumas delas não mais existem, hoje referidas, apenas na História das coisas do Nordeste e do Brasil. Quando se trata da história de Afogados da Ingazeira, lê-se o texto, como se num mesmo diploma, constassem: - a Certidão de Nascimento, o Batistério e a sua História propriamente dita. A riqueza dos dados Toponímicos, muitos deles só conhecidos na Enciclopédia Brasileira dos Municípios, nos enchem de orgulho e satisfação.
O Capítulo III, prova que a Passagem dos Afogados existe. Apenas mudou de nome.

Curiosamente, encontrei nessa obra, o desconhecido apelido MARINHEIRO, imposto aos portugueses, à época das 'brigas' entre eles e os pernambucanos de Goiana PE, século 19, quando esta Cidade, era considerada a mais próspera de Pernambuco, depois do Recife.

Não disse tudo que precisa ser dito sobre o livro, mas, já repito a leitura porque é boa.

Um forte a veterano abraço. BATISTA.

José Batista do Nascimento <afingape@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 28-outubro-2021 / 22:09:19

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Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 24-outubro-2021 / 15:07:30
Boa tarde Fernando.
Ainda estou lendo seu livro "Afogados da Ingazeira - Páginas da Sua História". É muito bom, principalmente para quem tem interesse em conhecer a real história de nossa cidade e região.
Uma pesquisa digna de elogios, pelo empenho, e o trabalho que você teve para nos proporcionar tanto conhecimento.

Edivonaldo Almeida de Macedo. <edivonaldoalmeida@hotmail.com >
Afogados da Ingazeira. , PE Brasil - 22-outubro-2021 / 16:57:20


Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 20-outubro-2021 / 7:08:38


Caro primo Fernando. Parabéns por seu último livro. Um belo e importante registro, como já é de praxe nos seus trabalhos.

Pedro Pires Ferreira Neto
Recife, PE Brasil - 19-outubro-2021 / 7:53:49

Parabéns, Leninha, apesar da distância vc continua no meu coração; que esta data se repita por muitos anos, e que Deus te proteja hoje e sempre.

Márcia Cruz
Afogados da Ingazeira, PE Brasil - 18-outubro-2021 / 13:14:31

Amiga Leninha, receba os meus parabéns por mais um ano de vida. Que os próximos sejam repletos de paz e saúde.
Em conversa com Fernando Pires, lembrei que estive contigo há alguns anos, em tua residência, aí em Salvador, acompanhado de Lúcia Veras.

Francisco Carlos Gomes (Carlinho de Lica
Afogados da Ingazeira, PE Brasil - 18-outubro-2021 / 9:26:55

Fernando, a emoção tira o raciocínio, embaça os olhos e me deixa calada. Este tipo de homenagem vale mais que qualquer outra coisa, pois nós guardamos no coração lembranças inesquecíveis.
Que Lena saiba do nosso carinho e amor. E que nossas preces lhe aqueçam a alma e aliviem sua dor.

Lúcia Nogueira
Recife, PE Brasil - 18-outubro-2021 / 8:40:48
Neste 18 de outubro, Leninha (Maria Helena Praxedes Liberal), que nasceu em Afogados da Ingazeira, filha de Deocleciana Alves Praxedes e de Antônio de Souza Liberal, aniversaria, e nós, seus amigos e amigas, a parabenizamos por esta data querida.
Leninha permaneceu em Afogados da Ingazeira até os 19 anos, sendo que, desde os 4 anos, em companhia da sua avó materna Adélia, pois sua mãe se mudou pra Salvador.

Lucia Góes se recorda que “a festa dos 15 anos de Leninha foi memorável. A turma toda estava presente na casa de ‘vó Adélia’. O bolo confeitado, cheio de beleza e gostosura; teve canudos, pasteis, beijinhos, refrigerantes, cachorro-quente, salgadinhos de queijo, brigadeiros, tudo feito com extremo bom gosto por Vó que tanto amava a neta.
Até sua ida pra Salvador, Lena foi nossa colega de classe, de brincadeiras, de estudos, de equipe, de viagens ao sítio de Giselda, na Ingazeira.
Outra passagem que marcou a nossa turma: Lena levou uma queda, que resultou na perda de dois dentes e vários dias ausente das aulas.
Paqueras/amores: Lembro-me que ela paquerou Dada Galdino e Ban.”

Diz Lúcia: "Ainda tenho um texto escrito no dia 7 de setembro de 1969 que diz: Fui ao pavilhão, onde as meninas da banda estavam se vestindo. Neuza, colega de classe me chamou, e a Giselda, para tirarmos um ‘retrato de monóculo’ com ela. Fui, já que gosto tanto de fotografias. Depois tirei uma com Lena Praxedes e Margarida Dias, e uma sozinha, sendo este de papel. Estávamos muito eufóricas. Uma grande expectativa pelo desfile.

Na nossa conclusão ginasial dissemos ser provável que, no próximo ano, muitas de nós não estaríamos aqui; umas vão trabalhar, viajar para São Paulo, Brasília, Salvador...”

Leninha estudou no Grupo Escolar Pe. Carlos Cottart, e no então Colégio Normal até o primeiro ano do Magistério. Tem lembranças maravilhosas de suas amigas; algumas ainda residem na cidade, outras tiveram que se mudar por razões diversas.
Citamos, aqui, de memória, algumas mais próximas: Lúcia Góes, Giselda, Fátima Amaral, Elane e Solange Pires, Ednéia Freitas, Imaculada, Ditinha Sá, Margarida Dias, Margarida Pereira, Socorro Góes, D’arc, Graças Góes, Neide Marques, Lurdinha Liberal, Niedja, Ledinha, Emília Amaral, Luzinete Amorim, Lúcia Flávia, Lúcia Veras, Rosa César...

Aos 19 anos, em 1971, mudou-se para Salvador, Bahia, em companhia da avó Adélia, para estar com sua mãe que lá se encontrava; porém, nunca abandonou o sotaque pernambucano: “Ricife, cibola, butar...”, e não esquece suas origens.
Gosta muito de Afogados da Ingazeira!

Leninha, que esta data seja repetida por muitos anos.
É o que nós, teus amigos, desejamos!


[(*) A imagem acima é do aniversário dos seus 15 anos!]

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 18-outubro-2021 / 6:26:10
Fernando, consegui ir buscar seu livro na casa de minha filha, e adorei a sua dedicatória.
Como sempre faço, por ser ansiosa demais, fui direto para as últimas páginas e encontrei o índice alfabético-remissivo; que maravilha ler tantos nomes familiares, pessoas de quem ainda me recordo, e principalmente o nome do meu querido avô Odilon (do Amaral Góes); fui buscar às páginas 132 e 140, e me surpreendi em saber que fora nomeado 2° suplente de juiz, e juiz; eu não tinha conhecimento disso.
Li sobre Manoel Arão; lamentável o esquecimento dado a ele (pelos políticos) que deveria ser mais reconhecido.
Boa noite, e parabéns, mais uma vez, pelo lindo trabalho e excelente pesquisa.
Grata por seu amor à nossa Afogados, sua história e seu povo.

Gláucia Liberal de Araújo
Jaboatão dos Guararapes, PE Brasil - 15-outubro-2021 / 19:24:43
Magno Martins (foto) escreveu, no dia 19 de setembro, no seu - www.blogdomagno.com -, o post a seguir:

"Conterrâneo de Afogados da Ingazeira, meu amigo Fernando Pires me enviou, ontem, mais um trabalho de sua dedicada e acurada pesquisa da história de nossa pátria mãe e dos seus filhos ilustres: Afogados da Ingazeira, páginas da sua história. Mais uma belíssima contribuição de fôlego e de elevada qualidade para o município, localizado no Sertão do Pajeú, a 386 km do Recife.

Bancário por formação, Fernando tem o maior acervo histórico da cidade e dos seus personagens. Por muito tempo, manteve uma página na Internet com um retrato diário de Afogados e de seus personagens. Além de apaixonado pela terra, conhece como ninguém a sua raiz, o DNA do seu povo, os meandros da política, da economia e da cultura do município e da região.

Não sei por quais razões, tirou o site do ar, mas seus arquivos se mantém intactos, preservados. Certo dia, fui pego de surpresa com uma entrevista com meu pai Gastão Cerquinha, 99 anos, feita por ele, com direito aos pitacos da minha mãe Margarida quando minha luz de inspiração completou 90 anos. Na oportunidade, papai fez belas revelações que seus filhos, incluindo este escriba, não sabiam.

Dei uma folheada rápida ontem no novo livro de Fernando e, desde já, sugiro ao prefeito de Afogados da Ingazeira para valorizar a iniciativa. Deve ser leitura obrigatória nas escolas da rede pública municipal e objeto de consulta em todas as bibliotecas do município. Deus fez o campo e o homem as cidades. Uma cidade só cresce e se projeta com ajuda dos seus filhos, porque estrangeiro nenhum vai colocar uma pá de cal para abrir uma janela na cidade.

Fernando Pires saiu de Afogados da Ingazeira para Recife, mas a cidade nunca saiu dele, está impregnada em tudo. É daqueles que não dizem essa cidade já foi meu lar, Afogados sempre será o seu lar. Ela está no seu coração, na sua cabeça, nas suas ações. Bom filho é assim: sente chuvas de felicidade quando percorre as suas ruas, sem tristeza, só alegria. Faz juras de amor eterno."

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Obrigado, amigo Magno. (Fernando Pires)
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Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, Brasil - 15-outubro-2021 / 16:27:05

Faleceu, em Afogados da Ingazeira, aos 58 anos de idade (16.11.1962 - 09.10.2021), no sábado passado 9 de outubro, de enfarte fulminante, nosso amigo/conterrâneo José Eudes da Fonseca Véras (Zé Castelinho).
Zé, deixa viúva, dois filhos e uma neta.
Aos familiares, nossas condolências.

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 15-outubro-2021 / 13:56:53

Fernando, estou adorando o livro. Estou sabendo de detalhes que me eram desconhecidos.
Parabéns pelo seu empenho tão grande pela história da nossa terra
Abração

Walmick Guimarães Martins <walmickmartins@outlook.com>
Afogados da Ingazeira , Pe Brasil - 13-outubro-2021 / 19:45:50
Parabéns pelo excelente livro.
Obra de muito valor histórico e cultural.
Como grande conhecedor da historia de Afogados da Ingazeira, queria saber se o senhor teria como me ajudar em pesquisa que estou realizando sobre meus antepassados. Meu pai, Dilson Siqueira Magalhães, é natural dessa cidade. Nasceu em 1937. É filho de Ulisses Virginio Magalhães e Elvira Siqueira Magalhães (nome de solteira Elvira Pinto de Siqueira).
Meu pai nasceu e foi criado no Sítio Canafistula (Iguaracy). Minha avó (Elvira) é filha de José Brasiliano de Siqueira, conhecido como "velho zuza".
Queria saber se o senhor tem mais informações sobre os antepassados de meus avós e, em especial, dos Virginios de Canafistula e dos pais de Zuza Siqueira.
Muito grato pela atenção.

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Já contatei Ulysses Magalhães e o coloquei na linha com um seu familiar que ele desconhecia. (Fernando Pires)

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Ulysses José Beltrão Magalhães
Recife, PE Brasil - 13-outubro-2021 / 13:49:30
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