AFOGADOS DA INGAZEIRA - MEMÓRIAS Guest Book

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Neste 19 de maio de 2009 comemora-se o Dia do Defensor Público.

A Defensoria Pública consolidou-se com o advento da Constituição de 1988, mais precisamente no seu art. 134, que assim dispõe: “A Defensoria Pública é instituição essencial à função jurisdicional do Estado, incumbindo-lhe a orientação jurídica e a defesa, em todos os graus, dos necessitados, na forma do art. 5.º, LXXIV”

Pelo próprio conceito que deu o legislador, pode-se perceber quão importante é a Defensoria Pública para o exercício da cidadania, das pessoas desprovidas de recursos financeiros, no Estado de Direito. Mas a Defensoria Pública, em nosso Estado, não surgiu de imediato, ou seja, logo após sua criação pela Carta Magna. Passaram-se dez anos, até que no final do Governo do saudoso Miguel Arraes foi implantado o embrião da Defensoria Pública. E aqui, por uma questão de Justiça, deve-se salientar que o vetor principal do surgimento da Defensoria Pública em Pernambuco, foi o então Deputado Federal e, hoje, Governador do Estado, Eduardo Campos.

Hoje Pernambuco tem instalada a " DEFENSORIA PÚBLICA" com vários núcleos que abrangem de Olinda até Petrolina (...)

Leia mais, clicando no link abaixo.

Cronicas - Luciano Bezerra - IP 189.81.122.34 <lucianocamposbezerra@hotmail.cp,>
Afogados da Ingazeira, PE Brasil - 18-Maio-2009 / 22:31:00
ÀS ESCURAS -

Várias ruas de Afogados da Ingazeira estão às escuras desde o último fim de semana. Ruas importantes como Augusto Cerquinha, Professor Vera Cruz e Aparício Veras, em pleno centro tem vários ou todos os postes apagados.

Quando reclamam, moradores alegam que depois da instalação da cobrança da CIP - Contribuição Sobre Iluminação Pública - o número de postes apagados bem como a falta de atenção das equipes de prontidão da Celpe só aumentaram e cobram também do poder executivo uma pressão maior para que a empresa tenha mais respeito pelos usuários.

Procurado pela produção do Programa Manhã Total, o Prefeito Totonho Valadares, disse que só se pronunciaria após um posicionamento da Celpe, mas adiantou que o que cabe ao executivo é a iluminação de praças - como a Arruda Câmara - e trechos como o Sistema Viário. Só que a cobrança que recai sobre ele - presidente do CIMPAJEÚ - e outros gestores, é de que pressionem a Celpe via ARPE e AMUPE para que preste melhor serviço.

Um funcionário da Celpe informou que esta semana haverá uma espécie de mutirão da empresa para buscar resolver o problema. Outra fonte garante que após a privatização a empresa reduziu o número de funcionários que prestam este serviço.

Para que se tenha uma idéia, a comunidade de Lagedo ficou 10 dias sem energia elétrica. E o problema não é exclusivo de Afogados. Em Carnaíba, são comuns as quedas de energia elétrica.

O professor Luciano Gomes disse ter ligado mais de uma vez para os números de prontidão da Celpe e ter esperado vários minutos ouvindo uma gravação da empresa sem que nenhuma atendente ouvisse seu reclame. Procurou o Posto Celpe (Barão de Lucena) e foi informado de que ele não é habilitado para receber essas reclamações, exclusivas pelo 0800 da empresa (aquele que ninguém atende). Luciano chamou a atenção para a necessidade de pressão dos gestores e para uma melhor atuação da ARPE/Governo do Estado ajudando a pressionar a empresa.

Do www.nilljunior.com.br

Fernando Pires
Recife, PE Brasil - 18-Maio-2009 / 10:41:59
MISSA DE SÉTIMO DIA - nesta segunda-feira, 18 de maio, às 18h na Igreja Nossa Senhora de Fátima, na Praça Chora Menino, Manoel Borba, no Recife, será celebrada missa por Joseli Gomes Torres, pela passagem do 7º dia do seu falecimento.

_____________

E em AFOGADOS DA INGAZEIRA, na terça-feira, 19 de maio, às 19h na Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios, por JOSELI e RAQUEL.

As famílias enlutadas agradecem a presença dos familiares e amigos.

Fernando Pires
Recife, PE Brasil - 18-Maio-2009 / 7:40:06
Caro Fernando: Bastante ilustrativo o relato do conterrâneo Joaquim Nazário de Azevêdo sobre a energia elétrica em Afogados. Só discordo quanto à troca do nome da rua. Acho que a Senador Paulo Guerra deveria voltar a se chamar Rua 13 de Maio. O senador e o Pereira bem poderiam ser homenageados em ruas ainda sem nome. Aproveito para voltar ao assunto da rua que hoje se chama "João da Cruz" para reafirmar que ela já foi "Professor Vera Cruz".

Gilberto Carvalho Moura - IP 189.115.87.51 <gcmouraadv@yahoo.com.br>
Curitiba, PR Brasil - 17-Maio-2009 / 14:46:07
A HISTÓRIA DA ENERGIA ELÉTRICA DE AFOGADOS DA INGAZEIRA

Os ingleses são pioneiros na utilização da força do vapor da água através de “caldeira”. Em 1830 foi inaugurada a primeira locomotiva a vapor, ligando as cidades inglesas Liverpool e Manchester. Antes existiam outras estradas de ferro na Inglaterra, mas os trens eram tracionados por cavalos. Provavelmente a unidade de trabalho cv (cavalo vapor) teve origem nesse fato. No Brasil, a primeira estrada de ferro surgiu 1858 e as locomotivas eram movidas através de caldeiras. Na década de 50 a estrada de ferro chegou a cidade de Afogados da Ingazeira e as locomotivas ainda eram movidas a caldeiras. Posteriormente surgiram as locomotivas movidas a óleo diesel.

Na década de 40 conheci um afogadense chamado Severino Pereira Pires, que produzia e fornecia energia elétrica à cidade de Afogados da Ingazeira utilizando o sistema termoelétrica (caldeira). A matéria prima para produção de energia elétrica era madeira. Meu pai, Delmiro Nazário de Sousa, era um dos fornecedores de lenha para ser queimada na caldeira. Tinha o compromisso de enviar por semana dois carros de boi carregados de lenha. Os senhores Manoel Virgínio e Zé Mendonça eram os funcionários do sistema de produção de energia elétrica(...)

Continue a leitura, clicando no link abaixo.

Joaquim Nazário de Azevêdo <nazariodeazevedo@yahoo.com.br>
Teresina, PI Brasil - 17-Maio-2009 / 13:27:12
Fernando Pires: Penso que só Afogados da Ingazeira tem um trabalho dessa grandeza, parabéns!!!

LUIZ WILSON ALVES MONTEIRO - IP 189.70.20.219 <contato@palavrasdosertao.com.br>
Salgueiro, PE Brasil - 17-Maio-2009 / 8:48:11
Nossos agradecimentos ao Poeta Professor Wilson Monteiro (foto) [www.palavrasdosertao.com.br] que nos enviou sua bela poesia em homenagem ao Centenário da nossa Afogados da Ingazeira.


Dos filhos de afogados num pé de ingazeira
Nasceu um município fortalecido na fé
Sendo retrato neste Sertão
De trabalho, amor e devoção
Fazendo agora 100 anos
Afogados da Ingazeira é homenageado pelas águas
e pelas plantas da caatinga
pelo Sol que nos ilumina e pela noite
onde as estrelas declamam mais de cem, talvez mil poemas
para os Filhos de Afogados da Ingazeira
que não só moram neste chão.

Aos que foram para outras terras
Ou que transmigraram para outras vidas
O inesquecível abraço desse bravo povo
Aos que trabalharam e honraram dias de glória
Centenário é a prova da fé
Da devoção a esse torrão
Que é um dos mais belos na aridez desta terra
De heróis grandes e pequenos que escrevem juntos a história
do Pajeú ao São Francisco
Do Sertão Central ao Agreste
Que transborda no Cais
A história desse povo Que é flor
que também sente dor
Já não estamos mortos num pé de ingazeira
Somos povo, somos fé
Temos identidade
Num rosto alegre ou triste
Centenário neste Sertão
Somos prova de amor à terra
Somos Filhos de Afogados
Afogados da Ingazeira com 100 anos de fundação

Wilson Monteiro
SALGUEIRO / Pernambuco
contato@palavrasdosertao.com.br

Wilson Monteiro
Salgueiro, PE Brasil - 17-Maio-2009 / 8:35:10
Quando do lançameno do livro COM JEITO DE FAZER (Edições BAGAÇO), de Maria Lúcia, o presidente da Academia Pernambucana de Letras fez sua apresentação:

Diletíssima Dra. Maria Lúcia de Araújo Nogueira.

ALGUMAS PALAVRAS COM SABOR DE SERTÃO

A mim, me coube, através de gentil convite, a subida honra desta saudação. Faço-a com a alma repleta de contentamento e o júbilo de quem fala sobre uma escritora que tem a mente transbordante de idéias e um desejo enorme de extrapolar os seus nobres sentimentos.

Conheço de perto a lavra literária da Dra. Maria Lúcia, essa sertaneja que traz no coração o bem querer da terra/berço e na memória, o panorama inconfundível da sua infância dividida entre a cidade e o campo. O campo donde emana o cheiro de curral e a cantata do carro de boi pela voz dolente dos cocões de aroeira.

Temos, afinal, a publicação de um dos livros dessa escritora. Digo assim, porque este “COM JEITO DE FAZER” não é a primeira obra escrita por essa espontânea poetisa. Já tive o prazer imenso de ler os originais de outros filhotes literários dessa sertaneja de Afogados da Ingazeira.

Nascida naqueles rincões e envolvida no manto sagrado da caatinga nordestina, acostumada a correr nas campinas verdejantes das várzeas do lendário Pajeú, rio cantado e decantado pelas violas plangentes dos repentistas de lá (...)

Leia todo o texto, clicando em CULTURA/ESCRITORES - Maria Lúcia G. A. Nogueira

CULTURA/ESCRITORES - Maria Lúcia G. A. Nogueira
Recife, PE Brasil - 16-Maio-2009 / 9:23:35
Em continuação à série de crônicas, Zezé de Moura revive momentos ocorridos há mais de 50 anos

CINQUENTA ANOS - 3

Meio Século... Cinquentenario! Já parou para pensar no significado desta marca do tempo? Lembro-me que, quando criança, tais números eram astronômicos para mim. Era quase impossível compreender. No entanto, quando colocamos no cenário a vida de dois jovens, que se conheceram e se dedicaram um ao outro, como amigos, amantes e parceiros pela longa jornada da vida, mantendo o juramento feito diante de Deus e dos homens, a coisa toma outro sentido.

Fiquei revisitando os anos que se foram tão rapidamente e me lembrei então que tudo foi nada mais do que uma dádiva divina. Deus nos uniu de maneira peculiar, quase incrível.

Ela veio de São Paulo passar uma semana de férias na casa da tia que morava em Copacabana, no Rio de Janeiro. Eu estava servindo na Marinha do Brasil, perdido na imensidão da Cidade Maravilhosa, sem amigos, sem ninguém, sem haver encontrado aquela que seria amante, parceira, companheira e amiga por toda vida (...)

Clique em CRÔNICAS - Zezé de Moura - e leia o relato, na íntegra.

CRÔNICAS - Zezé de Moura
Rosemead, California, CA USA - 15-Maio-2009 / 23:18:33
Eu e toda a minha família, enviamos votos de pesares à familia de RAQUEL.

Cleonice Ramos de Oliveira <cleoniceramos_1954@hotmail.com>
Afogados da Ingazeira, PE Brasil - 15-Maio-2009 / 17:18:46
Caro Dr Luciano, o senhor tem razão, a rua do trajeto que descrevi é João da Cruz (não sei o porquê de "travessa" para uma artéria de mais de 500 metros). Talvez ao escrever, meu espírito tenha entrado no Bar de Tripa pela porta da minha rua (Décio Padilha), encheu a cara e saiu de fogo pela porta que dá para a João da Cruz trocando as bolas. De todo modo, continuo achando pouco apropriado trocar os nomes das ruas, praças e demais logradouros.
A coisa mais bisonha dos últimos tempos, a meu ver, é aquele busto ao lado da catedral. Tenho certeza que o homenageado reprovaria.

Gilberto Carvalho Moura - IP 201.47.18.107 <gcmouraadv@yahoo.com.br>
Curitiba, PR Brasil - 15-Maio-2009 / 15:58:30
Próximo livro do dr. José Edson de Moura, a ser lançado em Afogados da Ingazeira neste segundo semestre. Recebi a "boneca", ontem, e já iniciei a sua leitura.

"...criança sem horizonte, excluída de uma sociedade injusta, cruel e implacável. Filho de um homem semianalfabeto, também marginalizado pela mesma comunidade".
Esse é o retrato do início da vida do menino José Edson de Moura, que nasceu em 22 de setembro de 1942 numa casa do engenho Humaitá, Usina Pedrosa, em Cortês/PE. Imaginem a sua luta para chegar a ser médico e empresário bem sucedido.

Fernando Pires
Recife, PE Brasil - 15-Maio-2009 / 15:13:56
Foi embora minha grande amiga de infancia e vizinha de muitos anos. Que Deus te bote num bom lugar, Raquel. À familia enlutada, os meus pêsames. A vc minha grande amiga Fátima, D.Beta, Rita e Júnior, meus sentimentos e que Deus lhes dê a conformação com a grande perda.

Lourdinha Marinho - IP 200.167.138.3 <lourdinhamarinho@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 15-Maio-2009 / 15:03:20
Inicialmente agradeço ao Gilberto pela atenção e as referências feitas à Crônica sobre o nosso Inesquecível Bispo - Dom Mota. Faz-se necessário, todavia, que se restabeleça a verdade, pois o Gilberto referiu-se à rua que faz parte de suas reminiscências e que ainda continua com seu nome inalterado, de forma equivocada. O nome dessa artéria a qual o Gilberto se refere é a Travessa - JOÃO DA CRUZ - que abrange toda a área por ele descrita. No mais, eu apenas sugeri e não troquei o nome da Travessa Professor Vera Cruz por Avenida Dom Mota. Ainda não tenho poder para tanto. É só, no momento.

Por outro lado, venho acompanhando as condolências que são externadas à Professora Dária Pires e à família de Raquel. Aqui, no meu silêncio, também comunguei do consternamento, pois essa família - PIRES - sem esquecer o saudoso Zezito Sá - são pessoas às quais temos o maior apreço e carinho fraternal. Até a próxima.

LUCIANO BEZERRA - IP 189.81.122.34 <lucianocamposbezerra@hotmail.cp,>
Afogados da Ingazeira, PE Brasil - 15-Maio-2009 / 14:38:43
Caro Fernando: Lendo o belo texto do Dr. Luciano, de repente esbarro na constatação desagradável do quanto o afogadense é volúvel nas homenagens que faz. O Dr. Luciano cita uma rua da cidade como "denominada impropriamente Travessa Professor Vera Cruz". Fiquei estarrecido! Se bem conheço Afogados da Ingazeira, a Rua Professor Vera Cruz começa na Manoel Borba, na esquina da casa comercial do falecido Pedro Batista e sobe cruzando a Sempre Viva, a Gustavo Fitipaldi, a Décio Amaral Padilha (minha rua - vendi só a casa) até a confluencia com a Arthur Padilha, em frente à caixa d'água. Será que a Rua Professor Vera Cruz do trajeto que citei já mudou de nome como mudaram de nome a praça Domingos Teotônio, a Rua 13 de Maio, a Sempre Viva e tantas outras?

Não faço nenhuma objeção a Dom Mota, era pessoa maravilhosa a quem conheci na infancia, mas abomino essa mania de se trocar o nome das ruas. Ou se homenageia para sempre ou melhor não fazê-lo. No caso de Dom Mota, acho que ele já tem uma homenagem bastante significativa e creio que a seu gosto, pois dá nome a uma escola de nossa cidade. No mais, lamento profundamente os recentes falecimentos prematuros, entretanto, aos que ficam, resta encarar esses episódios como parte da vida pois para os que se vão é um recomeço, uma nova etapa, pois assim o prometeu o Cordeiro Santo.

Gilberto Carvalho Moura - IP 189.115.82.120 <gcmouraadv@yahoo.com.br>
Curitiba, PR Brasil - 15-Maio-2009 / 9:12:23
TRIBUTO A DOM MOTA

Afogados da Ingazeira é uma comuna, pública e notoriamente, católica. Acreditamos que a força do catolicismo se recrudesce e se arraiga entre este povo, pela presença concreta da Igreja – como sede de bispado. Por outro lado, dispondo de um veículo de comunicação como a Rádio Pajeú – encontra a Igreja a forma imediata e eficaz de ir a todos os lares fiéis com suas mensagens e, dominicalmente, com o Santo Sacrifício da Missa.

Mas, Afogados ainda recebeu as benesses de ter como baluarte em defesa de seu progresso, o incansável e atuante Monsenhor Alfredo de Arruda Câmara que, detendo o mandato de Deputado Federal, sempre esteve a carrear benefícios e mais benefícios para Afogados e toda esta região. A memória de Mons. Arruda Câmara perpetuou-se nos corações dos afogadenses e até sua estátua foi e continua erigida – como a velar pelos destinos desta terra, em frente à nossa magnânima Catedral, na Praça que lhe tem o nome (...)

Clique em CRÔNICAS - Luciano Bezerra - e leia o texto na íntegra.

CRÔNICAS - Luciano Bezerra
Afogados da Ingazeira, PE Brasil - 15-Maio-2009 / 7:29:51
Primo, que baita surpresa, fiquei muito triste com a partida dos queridos amigos Joseli e Quequel (que recentemente nos reencontramos através do orkut ).

Esta semana, indo trabalhar, me lembrei do Joseli e do Célio... Poxa vida, ela tem dessas coisas. Obrigada pela dica... certamente a partir de agora visitarei nosso mural mais vezes. Bjinhos

Virginia Marinho
Florianópolis, SC Brasil - 15-Maio-2009 / 7:23:39
LÁ SE FOI RAQUEL...
Acabei de chegar do sepultamento de Raquel Pires, 51 anos, irmã de Júnior, de Mozart, de Rita e de Fátima, esta mulher de Isnaldo, meu irmão. Fiquei chocado com a notícia pois só tomei conhecimento dela uma hora antes do enterro no cemitério de Santo Amaro. Mas deu tempo de chegar, cumprimentar a família sofrida, abalada e enlutada, rever alguns conterrâneos, rezar na despedida e encomendar o plasma de Raquel ao Divino Espírito Santo, o que acolhe os espíritos terrenos com toda sabedoria. A imagem que guardo dela é de uma moça sempre alegre, elétrica, tagarela, inquieta e bonita. É assim que ela se eterniza.

Do blogdodanielbueno /
www.danielbueno.com.br/blog/index.php?pg=noticias&sessao=Blog

Fernando Pires
Recife, PE Brasil - 14-Maio-2009 / 22:25:04
Nossos sinceros pesares para toda a família de Raquel e Joseli.. Que Deus os tenham em um bom lugar.. Ficamos todos chocados com o que aconteceu.. Fica nosso abraço solidário.

Otávio Almeida e família - IP 189.1.15.48
Recife, PE Brasil - 14-Maio-2009 / 20:08:55
O velório do corpo de Raquel Pires foi realizado na Capela do Cemitério de Santo Amaro, no Recife, onde foi sepultado às 11h30 de hoje.

A família enlutada agradece as manifestações de pesar dos amigos e familiares.

Fernando Pires
Recife, PE Brasil - 14-Maio-2009 / 13:40:17
Dária, minha querida "irmã", posso imaginar o sofrimento que você e Beta estão vivenciando neste momento. Você perdendo o esposo e a sobrinha amiga; ela, a filha e o cunhado. Não podemos ajuizar qual das duas está sentindo a dor maior. Só a fé no autor da vida nos ajuda a superar esses momentos difíceis. Queiramos ou não, Ele é quem controla a temporalidade da nossa existência. Tentar compreender os seus desígnios é perda de tempo. Uno-me a vocês neste sofrimento e rogo a Deus que dê a todos conformação e sabedoria, para administrar a saudade que fica de Joseli e da nossa querida Raquel. O meu abraço fraterno.

Elvira de Siqueira - IP 200.167.138.3 <elviradesiqueira@hotmail.com>
Afogados da Ingazeira, PE Brasil - 14-Maio-2009 / 10:02:53
Meus sinceros pesares a família de Dona Beta por este triste acontecimento. Raquel foi minha parceira de quadrilha na infância. Que Deus a tenha em bom lugar. Meus sentimentos também aos amigos Robson (esposo de Raquel) e Júnior Finfa (irmão).

Marcelo Martins - IP 201.8.113.235 <marceloboiba@hotmail.com>
Serra Talhada, PE Brasil - 14-Maio-2009 / 9:45:08
Estamos todos consternados com o trágico desaparecimento da querida Raquel. Nossas condolências a família enlutada.

Maria Medeiros - IP 189.115.158.195 <baya_fonseca@hotmail.com>
Salvador, BA Brasil - 14-Maio-2009 / 7:53:12
Fiquei muito triste pelo falecimento de Raquel, que estudou com meus irmãos, e de quem guardo muito boas lembranças. Para Dona Beta e toda família, nosso abraço solidário, os pêsames e a saudade.

Maria de Fátima Pereira da Silva - IP 189.121.203.65 <fbaiana53@hotmail.com>
São Paulo, SP Brasil - 13-Maio-2009 / 21:17:00
Faleceu hoje (13 de maio às 11h20), no Hospital Esperança, Recife, em decorrência de Isquemia Cerebral, Raquel Pires, 51 anos, filha de Zezito Sá e Beta Pires.

O velório será realizado na Capela do Cemitério de Santo Amaro, no Recife, onde o corpo será sepultado.

O sepultamento está previsto para esta quinta-feira 14, às 11h.

Fernando Pires
Recife, PE Brasil - 13-Maio-2009 / 16:52:00
Caro Fernando antes de tudo gostaria de parabenizá-lo pela utilidade pública reconhecida do site afogadosdaingazeira.com, agora tenho que discordar da afirmação sobre a notícia postada em relação aos bancos da praça, e posso lhe informar com toda a certeza que nenhuma das pedras ali soltas, foram por motivo de vandalismo, a Praça Mons. Alfredo de Arruda Câmara possui guarda municipal 24 horas por dia, inclusive durante TODA a madrugada, fato este comprovado por todas que transitam neste horário em nossa cidade, reforçando o que foi postado aqui anteriormente, isto só acontece pela falta de qualidade do material utilizado, pois todos os dias são recolhidos elementos da construção, como o tampo de granito das mesas, seus acentos, as bordas dos bancos em granito também e outras pedras utilizadas na parte inferior dos bancos, simplesmente descolam, motivo disto ocorrer é a finíssima camada de cola ou outro material que seja, utilizado para fixá-las, todas as noites são recolhidos e deixados na prefeitura para reparo no dia seguinte, em outro momento possível o senhor observe de perto quando descolarem novamente (pois vai acontecer), de que forma são coladas estes pedras, e verá a veracidade das informações, um grande abraço.

miguel de Campos Góes Neto <mgoesneto@hotmail.com>
Afogados da Ingazeira, PE Brasil - 13-Maio-2009 / 13:58:23
Aos familiares de Raquel, particularmente à Dona Beta, dizemos da nossa profunda consternação em virtude do seu falecimento.

EDSON COSTA DE SIQUEIRA <edsoncsiqueira@yahoo.com.br>
CARUARU, PE Brasil - 13-Maio-2009 / 13:24:55
Mestre da sanfona, no Pajeú, faz 100 anos

Afogados da Ingazeira // Isaías Pacote mostra a importância de preservar o instrumento participando de festival

Não há como circular pelo Sertão pernambucano sem escutar um som bem típico: o da sanfona. Nos arrasta-pés Sanfoneiros e os tocadores de zabumba e triângulo da cidade são especialistas no mais tradicional forró pé de serra nos sítios, na zona rural, no meio das feiras livres e nas festinhas de fim de semana, o toque do instrumento celebrizado por Luiz Gonzaga é um dos mais escutados. Ao mesmo tempo em que anima os eventos sociais, a sanfona serve como meio de trabalho para vários sertanejos. Foi com ela que Isaías Amaral de Souza, o Isaías Pacote, sustentou mulher e quatro filhos. Prestes a completar cem anos em dezembro deste ano, ele ainda faz da sanfona a razão de viver. "É minha grande companheira", enfatiza Isaías Pacote.

O sanfoneiro, que é um dos grandes expoentes da cultura popular da Região do Alto Pajeú, leva uma vida simples, longe dos holofotes, no município de Afogados da Ingazeira, a 380 quilômetros do Recife.

Isaías Pacote é reverenciado apenas por colegas de ofício que invadem a casa onde ele mora para vê-lo tocar uma sanfona de oito baixos.

Apesar da pouca audição e da saúde fragilizada, o sanfoneiro tem orgulho em falar sobre os anos dedicados a tocar o instrumento. Uma das lembranças que o deixa mais feliz está relacionada ao Rei do Baião, com quem teve a chance de se apresentar e de quem diz ter recebido uma minúscula sanfona banhada a ouro. "Já toquei bem. Hoje, faço apenas um barulho que não tem futuro", comenta Isaías Pacote, em tom de brincadeira.

Sentado na cama, onde passa a maior parte do tempo, ele faz questão de puxar a célebre composição de Zé do Norte, Mulher Rendeira, numa sanfoninha que tem mais de 60 anos. No quarto também estão sete outras sanfonas, colecionadas ao longo da carreira."Aproveitei bem minhaprofissão", resume, sem parar de tocar velhos sucessos do ídolo Luiz Gonzaga.

Homenagem - Os cem anos do sanfoneiro serão reverenciados durante a vigésima edição do Festival Regional da Sanfona (Fersan), que acontece entre os próximos dias 29 e 31 deste mês em Afogados da Ingazeira.

O sanfoneiro quase centenário fará uma apresentação especialpara mostrar a importância de se preservar o instrumento. "O que seria da música se não houvesse a sanfona?", questiona Isaías Pacote. Afogados da Ingazeira é conhecida como Capital da Sanfona por revelar e abrigar um número expressivo daqueles que fazem do dedilhar da sanfona uma arte.

Aos sábados pela manhã, dezenas deles costumam reunir-se diante da Rádio Pajeú AM, onde produzem um programa musical. A emissora, por sinal, completa 50 anos de fundação.

Foto: Deyseanne Lima/Divulgação
Sebastião Araújo // Especial para o Diario de Pernambuco - Interior

Fernando Pires
Recife, PE Brasil - 13-Maio-2009 / 10:15:54
Sanfoneiros garantem a tradição

Principalmente nesta época do ano, com a proximidade dos festejos juninos, os sanfoneiros começam a ser procurados para tocarem nas festas de São João, que se estendem por todo o mês de junho no interior pernambucano. Nomes como Francisco Genu de Siqueira, 70, começam a se movimentar. Com o Trio Jacobina, do qual é mentor, Genu realiza os primeiros ensaios visando aos arrasta-pés e o acompanhamento das quadrilhas matutas pelo Sertão afora. "Faço uma zoada com 80 baixos", diz o sanfoneiro com modéstia.

Autodidata, como a maioria dos sanfoneiros interioranos, Francisco Genu é de uma época, como ele mesmo recorda, em que "ser músico era enfrentar muito preconceito por parte da sociedade". Por conta da falta de apoio dos pais, aprendeu a tocar sanfona, sozinho, depois de homem feito. "Durante muito tempo tive vergonha em tocar sanfona diante das pessoas. Somente quando um dia, por insistência da minha mulher, toquei Riacho do Navio, numa quermesse, e fui aplaudido, resolvi encarar a nova profissão", conta Genu.Companheiro de atividade, Marcilon Ataíde da Cruz, 54, também tem larga experiência com o instrumento. Vindo de uma família de músicos, dá-se ao trabalho de não apenas manter a tradição da família, preservando a sanfona, como se dedica a tocar apenas o autêntico forró pé de serra. "Faz parte das nossas raízes, não podemos deixar que se acabe", frisa.

Em Afogados da Ingazeira o que mais se vê são os trios de forró pé de serra. Junto com dois filhos e uma filha, o sanfoneiro Everaldo Leandro dos Santos, 44, mantém o Trio Carnaíba tocando nos eventos regionais. Apesar de também voltar-se para a agricultura, Santos diz tocar por prazer e que esta época do ano "garante uns trocados a mais" animando as festas no interior.

Tocador - Mas que ninguém pense que um sanfoneiro garante, sozinho, a fama de um trio pé de serra. Sem um bom tocador de triângulo e zabumba o forró não acontece. A região do Pajeú é também repleta de nomes conhecidos na zabumba e no triângulo, como Francisco Pedro de Alcântara, 62, o Chico da Castanha, que há 52 anos é triangueiro. "Se o triangueiro não souber acompanhar bem o ritmo do sanfoneiro o forró desanda", explica o músico.

Ao lado dele, o zabumbeiro Sebastião Ataíde da Cruz, 50, diz esmerar-se no jeito de tocar a zabumba para não perder o ritmo. "A zabumba faz parte da festa. Sem ela o forró fica incompleto", acentua.


Município terá três dias de atrações

Sanfoneiros de toda a Região do Pajeú e de cidades vizinhas da Paraíba marcam presença entre os dias 29 e 31 deste mês, na vigésima edição do Fersan. O evento, realizado pelo Grupo Frente Jovem (GFJ), acontece na Avenida Rio Branco, no centro de Afogados da Ingazeira.

Este ano, o festival terá algumas novidades como palestras, exposições e oficinas. Universitários da faculdade local assistirão palestra sobre a importância da sanfona no cancioneiro popular brasileiro. A coleção de sanfonas do sanfoneiro Isaías Pacote será exposta durante o festival e o zabumbeiro recifense Raminho, filho do sanfoneiro Arlindo dos Oito Baixos, ministrará oficina de zabumba.

O Fersan está incluído dentro das comemorações do centenário de Afogados da Ingazeira e do cinquentenário da Rádio Pajeú AM. O evento homenageará o recém-falecido sanfoneiro José Domingos Mendes, o Zé de Dão. Haverá premiação em dinheiro e troféus do primeiro ao terceiro lugar nas categorias melhor sanfoneiro, melhor música própria com letra e melhor músicainstrumental e melhor intérprete.

Foto: Deyseanne Lima/Divulgação
Sebastião Araújo // Especial para o Diario de Pernambuco - Interior

Fernando Pires
Recife, PE Brasil - 13-Maio-2009 / 10:09:57
Parabéns à Secretaria de Infraestrutura da Prefeitura Municipal de Afogados da Ingazeira por haver recuperado os dois bancos que haviam sido subtraídos da praça.

Estamos torcendo, agora, para a recuperação dos "espelhos" que ficam na parte inferior frontal dos bancos em toda a extensão da praça. Urge que as providências sejam rápidas para evitar o vandalismo na área onde já tem bancos soltos e passíveis de retirada por elementos que querem ver a bagunça generalizada.

Fernando Pires
Recife, PE Brasil - 12-Maio-2009 / 20:38:25
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