AFOGADOS DA INGAZEIRA - MEMÓRIAS Guest Book

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MENSAGENS PELO FALECIMENTO DE BETINHA:

- O meu pesar a todos os familiares e amigos. Que dona Beta descanse em paz. ( Luciana Quitéria )

- Meus sinceros sentimentos pela perda de Dona Beta. Ela foi minha professora no Grupo Padre Carlos Cottart, na terceira série, em 1963. Tenho grandes lembranças dela. Exigente, mas igualmente competente, dedicada e afetuosa.
Guardo com carinho um livro de orações que recebi dela. Presente do final do ano letivo. (Fátima Brasileiro )

- Meus sentimentos, Fefé, que D. Beta tenha o descanso eterno e que Deus conforte a dor da perda de todos os familiares. ( Sônia Tenório )

- Meus pêsames. Dona Beta era madrinha de Fátima Araújo, minha irmã. Deus a coloque num bom lugar. ( Paulão )

- Meus sentimentos, Fernando e família. ( Pompéia Padilha )

- D. Beta era uma pessoa de grande coração; que DEUS console a todos familiares! Agora, nos braços de nosso PAI CELESTIAL! ( Margarida Dias )

- Meus pêsames, Fernando! Que Deus receba D. Betinha e lhe conceda o descanso e a vida eterna! ( Maria das Graças Souza Brito )

- Lamento muito pela partida da Betinha. (Gina Marinho )

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 29-dezembro-2021 / 4:52:07

Faleceu, há pouco, nesta terça-feira 28, no Hospital Regional Emília Câmara, aos 89 anos, minha tia Ivonete Pires de Sá Maranhão (Betinha).
O velório acontece na casa onde residia, na Pça. Miguel de Campos Góes.
O sepultamento, às 16h/17h, no cemitério São Judas Tadeu, em Afogados da Ingazeira.
Por motivo de saúde, não estarei presente, o que me deixa muito triste.
Que o Pai Eterno a acolha em sua Gloria!

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 28-dezembro-2021 / 21:01:02
Caro amigo Fernando, uma notícia me abalou bastante; no dia 23 de dezembro as 9h30 da manhã, faleceu, no Rio de Janeiro, o meu querido irmão Tarcísio Lopes de Moura.
Depois de um breve período de demência, o Senhor Deus o levou.
Louvado seja o nome do Senhor!

Zezé de Moura <jojephd@yahoo.com>
Rosemead - Califórnia, CA USA - 27-dezembro-2021 / 21:46:15
Faleceu neste 25/12, no Hospital dos Servidores do Estado de Pernambuco, aqui no Recife, a Sra. Júlia de Brito Pires, viúva de Severino Pires de Brito (Biu de Zeca).
O corpo foi transladado ontem mesmo para Afogados da Ingazeira, onde será sepultado.
Nossas condolências aos familiares.

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 26-dezembro-2021 / 7:57:12
Parabéns a todas as formandas do Colégio Normal de Afogados da Ingazeira do ano 1971, do qual faço parte, pelos nossos 50 anos de formadas.
Foi a maior alegria para os meus pais, depois de anos de muito sacrifício. Agradeço em primeiro lugar a Deus pela oportunidade, em segundo aos meus pais pela confiança que depositaram em mim e em terceiro aos meus amados professores que jamais esquecerei; foram de grande importância em minha trajetória nesse colégio, para me tornar uma excelente profissional.
Um abraço caloroso a todas as minhas colegas de classe e aos professores: Paula Pires, Helena Veras, Dona Zezinha, Padre Assis, Aliete Severo, Elenita Veras, e [Assis Ribeiro, Rogério Oliveira, dona Leticia Goes, Dona Lalú Dona Ione in memóriam].
A todos que faziam parte dos trabalhos do colégio, nessa época, meu muito obrigado.
23/12/1971

Robélia Soares de Siqueira André <robeliasoares123@hotmail.com>
Jacupiranga , sp Brasil - 24-dezembro-2021 / 18:26:03
Oi Fernando Fiquei encantado com a noticia de teres enviado o livro "Afogados da Ingazeira - Páginas da sua História"; continuo aguardando.
Nesta época do ano os Correios, aqui nos Estados Unidos, às vezes fazem as entregas após o anoitecer, e às vezes bem mais tarde.

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Zezé, enviei o livro no dia 4 de dezembro, mas vi que ele foi para fiscalização aduaneira de exportação no dia 13 e somente no dia 15 seguiu para o seu destino, aí em Rosemead - CA.
Acompanhe o encaminhamento pelo www.correios.com.br, informando o registro que te enviei.
Quando o receberes, fineza me informar (Fernando Pires).

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Zeze de Moura <jojephd@yahoo.com>
Los Angeles, CA EUA - 20-dezembro-2021 / 1:50:12
Boa noite Fernando.
É com imenso prazer te dizer que estou encantada com o livro; quantas informações que jamais imaginei existir. Eu achava que sabia alguma coisa importante de minha cidade, mas, lendo este livro descobri que não sabia nada, apesar de que ainda estou muito longe de concluir a sua leitura. Mas creio que irei adquirir um grande conhecimento quando terminar.
Você está de parabéns; quanta dedicação e amor pela sua cidade Natal!
Abraço.

Robélia Soares de Siqueira
Jacupiranga, SP Brasil - 18-dezembro-2021 / 21:43:38


Participamos, ontem, da Missa de Sétimo Dia do passamento de dona Jeanete Góes de Araújo, na Igreja de Nossa Senhora das Graças, na Boa Vista, Recife.
A cerimônia foi abrilhantada com um coral de 20 componentes que cantou belissimamente as músicas religiosas para o momento, emocionando a todos.
Nos solidarizamos com os filhos presentes, Totonho, Luciano e Socorro; não conseguimos falar com Tatiane. Também nos encontramos com familiares e amigos comuns.

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 17-dezembro-2021 / 15:31:27
Fernando, sinto uma dor imensa, tia Jeanete era muito especial e sempre será. No dia 09/11 completou 85 anos, liguei pra ela e, como sempre, me senti em seu colo, no aconchego de sua voz doce e carinhosa; pude lhe dizer mais uma vez do amor, respeito e admiração que sentia por ela.
Falou-me de suas novelas favoritas e me deu conselhos (ensinamentos preciosos); contei sobre alguns que há mais de 30 anos ainda lembro e me servem pra refletir.
Ela sorriu alto e nos despedimos com a esperança de tudo melhorar pra gente se encontrar e tomar um café com tapiocas.
Ela foi chamada pra junto do grande amor e companheiro, e tanta gente boa que foi na frente.

Gláucia Liberal
Jaboatão dos Guararapes, PE Brasil - 16-dezembro-2021 / 8:46:31



Hoje recebi um vídeo da minha primeira professora nas Escolas Reunidas Dona Anna Mello, no final dos anos 1950; trata-se de dona Natércia Travassos.
Ao receber meu segundo livro "Afogados da Ingazeira - Páginas da sua História", posou para uma fotografia, clicada por Altamir Travassos, seu filho.
Hoje ela conta 95 anos de idade, mas, lúcida, relembrou os meus pais.
Brevemente, tão logo passe essa pandemia, farei uma visita para revê-la, pessoalmente, depois de 6 décadas.

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 14-dezembro-2021 / 15:27:45


Fernando, fui dar uma olhadinha no livro e já li 27 páginas, estou encantado, vc além de pesquisador, historiador, biógrafo é um excelente escritor, estou gostando demais e, sempre me lembrando de Aparício Verás, vó Davina, minha querida mamãe, e de nossas férias escolares em Afogados da Ingazeira.
Parabéns!

Marco Aurélio Pires Caminha
Recife, PE Brasil - 14-dezembro-2021 / 8:31:31

Ontem, segunda-feira 13, o ex-colega BB e amigo Ademar Rafael escreveu no blogdofinfa.com.br o texto a seguir:

HISTÓRIA CLARIFICADA

O incansável pesquisador e escritor Fernando Pires, funcionário aposentado do Banco do Brasil e internauta desde os primórdios da rede mundial dos computadores, entrega para esta e para as gerações futuras uma obra digna de todos os adjetivos de qualidade. O livro “Afogados da Ingazeira – Páginas da sua história” integrará o rol das publicações obrigatórias em todas bibliotecas que queiram informar com exatidão os fatos históricos da região em horizonte temporal distante. É uma obra candidata a seguir o caminho do sucesso obtido com o “Afogados da Ingazeira – Memórias.”

Aqui destaco as observações de uma amiga e três amigos e colegas do BB, sobre o livro. Elvira Siqueira nos diz: “O carinho que Fernando dedica à sua terra natal é indizível. Ele investiga, analisa, registra, com riqueza de detalhes, tudo que está a seu alcance, desde ao primeiros sinais, as primeiras casas, os primeiros eventos, como tudo começou e como foi evoluindo até chegar aos dias atuais.”
Mauro Bastos atesta: “Trata-se de um livro indispensável não só aos filhos dessa terrado Pajeú, mas, igualmente, a todos aqueles que quiserem conhecer a história de uma região abençoada do estado de Pernambuco, região fértil em bravura, determinação e acolhimento.”
Milton Oliveira garante: “Assim como aconteceu com o livro anterior de Fernando Pires, este se esgotará em pouco tempo. Li-o e fiquei impressionado com tantos detalhes preciosos e curiosos, que, graças a Deus, não ficarão esquecidos sob a poeira do tempo.”
Célio Pereira assegura: “Desta feita Fernando Pires se vestiu com um escafandro, e mergulhou o mais profundo para buscar o tesouro que o mar escondia há dezenas de anos, encontrado um baú de fatos históricos por demais significativos para os filhos da terrinha.” Concordo com todos.
Deixar de ler este livro é abdicar do direito de conhecer nossa história, inteligentemente ordenada, descrita em formato claro e fidedigno. O autor, com a ética que o caracteriza, conta os fatos como eles aconteceram, as “Notas do Autor” servem para clarear o tema, jamais alterar seu conteúdo.

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Caro Ademar, muitíssimo obrigado pelas palavras; diria que foi um belíssimo presente de Natal para este humilde afogadense!

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 14-dezembro-2021 / 7:54:26

Meus sentimentos sinceros à família de Jeanete, pessoa muito querida.
Aos seus filhos, em especial aos que foram meus alunos, aos quais dedico um carinho especial, envio o meu abraço fraterno e minha solidariedade.

Elvira de Siqueira
Afogados da Ingazeira, PE Brasil - 11-dezembro-2021 / 16:34:50

Nesta manhã de sábado, recebi de Glaucia Liberal a informação do falecimento da sua tia, nossa amiga JEANETE GÓES DE ARAUJO, ocorrido às 23 horas de ontem, no Hospital Português do Recife.
O corpo será transladado para Afogados da Ingazeira, onde ocorrerá o velório na residência da família, ao lado da Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios.
O sepultamento será no cemitério São Judas Tadeu.
Aos familiares, nossa sincera solidariedade.

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 11-dezembro-2021 / 6:35:52

UM CENTENÁRIO ESQUECIDO
[Escrito por Expedito Nascimento, sacerdote jesuíta, em 2005]

"Se vivo fosse, teria comemorado seu centenário de nascimento, no dia 8 de dezembro (* sic), um grande de Pernambuco. Trata-se de monsenhor Alfredo de Arruda Câmara.
Tendo nascido em Afogados da Ingazeira, PE, em 1905, este sertanejo inteligente soube sintetizar em sua rica personalidade – como escreve o historiador Ferdinand Azevedo S.J. em seu livro As correntes do pensamento católico cívico-social em Pernambuco – duas vocações: a do padre e a do político. Isso, contudo, sem dualismos e numa coerência impressionante.
Depois de ter ingressado no Seminário de Olinda, foi enviado a Roma, onde ordenou-se em 1928, após laurear-se em filosofia e doutorar-se em Teologia.

Tendo regressado a Pesqueira, aí permaneceu de 1928 a 1934, exercendo as funções de pároco da catedral, professor no seminário menor e diretor do colégio diocesano. Em 1934, dom Adalberto Sobral – ao que parece coagido pelas classes dominantes da cidade industrial que não simpatizavam com as posições de padre Alfredo – tirou-lhe a paróquia, obrigando-o a transferir-se para o Recife.
Dom Miguel de Lima Valverde aqui o recebeu e permitiu que continuasse sua atividade política. Nunca deixou, entretanto, de voltar a Pesqueira, pois tinha aí a sua principal base eleitoral.
Lembro-me, como jovem seminarista, das vezes que ele visitava o Seminário São José. Ficava encantado com o seu porte hierático, passos largos, voz grave, rosto severo.

Antes do exílio na capital, iniciara suas atividades de capelão militar no Tiro de Guerra local. Como tal acompanhou tropas, por três vezes, em expedições revolucionárias.
A primeira foi a serviço da Aliança Liberal, na revolução de outubro de 1930. Designado pelo general Juarez Távora, acompanhou a Coluna de Juracy Magalhães, quando foi capturado e preso. Em 1931, seguiu o Tiro de Guerra de Pesqueira para o Cerco do Recife, quando foi baleado e deixado semimorto pelos comunistas. Em 1932, na Revolução Constitucionalista contra Getúlio Vargas, ei-lo em São Paulo, com o Batalhão Militar de Pernambuco.
Suas incríveis aventuras como capelão dessas batalhas e sua heroica assistência aos feridos e prisioneiros encontram-se descritas em Traços de minha vida e História de minha prisão.

Sua vocação política teria despertado nessas experiências? Em 1933, foi eleito deputado federal à Constituinte pelo PSD, defendendo com êxito os postulados da Liga Eleitoral Católica: o nome de Deus na Carta Magna, o ensino religioso na escola pública, a assistência religiosa às Forças Armadas, o reconhecimento civil do casamento religioso, etc.

Em 1937, com o Estado Novo, sua carreira política sofreu forte abalo. Apesar de menosprezado pelo governo de Agamenon Magalhães, foi nomeado diretor da Caixa Econômica Federal de Pernambuco. Retornou ao ensino no Seminário de Olinda e assume a Capelania do quartel da 7ª Região Militar.
Em 1945, com o Movimento de Redemocratização, padre Alfredo é reeleito deputado federal, retomando sua extraordinária atividade parlamentar por cinco legislaturas consecutivas. Sua principal bandeira no parlamento foi a defesa da família católica contra a lei do divórcio. Sua palavra inteligente e suas intervenções na Câmara dos Deputados estão imortalizadas em sua obra A batalha do divórcio. O maior adversário de padre Alfredo nessa empresa, o deputado Nelson Carneiro, só venceu essa batalha depois de sua morte.
De 1945 a 1954, presidiu o PDC local. O Partido Democrata Cristão era um movimento inspirado no pensamento católico europeu de De Gasperi e Maritain e, aqui, em Alceu de Amoroso Lima. Seu objetivo, em síntese, era o da 3ª via política, preconizada por Pio XI, que se afastasse tanto do comunismo como do capitalismo, promovendo a reforma social na justiça e na liberdade.

Em reconhecimento de seu trabalho, recebeu, em 1948, o título pontifício de Monsenhor Prelado de Sua Santidade. Em seu livro Preservação da família e das tradições, resume seu ideal de vida: “nem esquerda, nem direita, no centro, para a frente e para o alto, eis o nosso lema”. Arruda Câmara representa uma época e uma mentalidade em termos de política e de igreja, porém, não deixa de ser admirável a coerência e a fidelidade com que viveu os dois papéis de padre e de político na defesa dos valores que julgou essenciais.

Faleceu em 1970, com 64 anos de idade."

Nota (*): Alfredo de Arruda Câmara nasceu no dia 6 de dezembro de 1905, conforme registro de nascimento
Neste 6 de dezembro, teria completado 116 anos.

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 8-dezembro-2021 / 9:58:05
Oi Zezé Moura, finalmente temos nosso Mural ativo.
Recebi tua mensagem e já enviei o livro "Afogados da Ingazeira - Páginas da sua história" para o teu endereço em Rosemead, Califórnia - EUA.

Quando leres, certamente vais relatar tuas impressões sobre o conteúdo do nosso livro.

Obrigado pela aquisição!

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 4-dezembro-2021 / 16:37:43

EM VIRTUDE DE PROBLEMAS TÉCNICOS, HOJE RESOLVIDO PELO PROVEDOR "LEMON NETWORKS", ESTIVEMOS INOPERANTES DURANTE SETE DIAS.

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 4-dezembro-2021 / 15:09:04
Faleceu nesta terça-feira 23, no Hospital Regional Emília Câmara, o sr. Gilvan de Sá Maranhão (Bante), aos 92 anos de idade (12.10.1929 - 23.11.2021), completados recentemente.

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Em 2010, 2 de abril, há 11 anos, passando na rua 7 de setembro, bairro de São Francisco, vimos Bante sentado em frente a sua casa; paramos para cumprimentá-lo e lhe propusemos esse bate-papo...

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Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 24-novembro-2021 / 7:34:28

Uma história de pioneirismo e garra empreendedora

Sebastião Irineu Liberal (foto) nasceu em 6 de dezembro de 1929, na cidade de Afogados da Ingazeira (PE). Com pouco mais de 21 anos, migrou para o Sul do País, engrossando a multidão de retirantes que tinha a viagem de pau de arara como única opção às agruras da vida no esturricado solo do sertão nordestino. Chegou a Moreira Sales no dia 12 de novembro de 1951, iniciando aqui uma trajetória dinâmica, diversificada, participativa, engajada e indiscutivelmente pioneira.
Ele trabalhou inicialmente como peão no desbravamento da floresta, como empregado de Pedro Barros, empreiteiro encarregado pela Comissária Exportadora e Importadora União – nesse tempo batizada pela população simplesmente de “Firma” – para, sob a supervisão do engenheiro Srs. Thelen e João Ducini, iniciar a abertura e a colonização do território.
Na sequência, integrou a equipe do Armazém Goioerê Ltda., juntamente com Adelício Alves da Silva e o gerente Nyldes de Arruda. O estabelecimento se localizava onde hoje é a Fazenda Santo Antônio, e era mantido pela Firma com o objetivo de abastecer os primeiros moradores que adquiriam lotes e iniciavam os trabalhos de derrubada da mata e formação de lavouras.

“No armazém tinha de tudo, menos bebida alcoólica”, ele mesmo dizia. As mercadorias eram transportadas em caminhão de São Paulo até Campo Mourão. Para concluir o trajeto até Moreira Sales, eram transferidas para dois caminhões menores, cedidos pelo Exército e, curiosamente, com o volante no lado direito, conforme recorda Adelício.
Seu último trabalho com carteira assinada foi na serraria do município, localizada onde hoje está a Associação Atlética Banco do Brasil (AABB). No beneficiamento da grande quantidade de madeira existente à época, iniciou como auxiliar geral, passando para operador de serra fita até chegar ao cargo de calculista de cubagem das toras.

Após seis anos na serraria iniciou-se como empresário, comprou de Alberônio Correia de Souza um bar que se localizava em uma construção de madeira na esquina da avenida principal com a rua Otto Macedo, onde hoje é o Supermercado Matos. Neste período, mais precisamente em 1961, casou-se, formando um autêntico casal de pioneiros com Ivone Gonçales, natural de Potirendaba (SP), que, juntamente com os pais e irmãs, chegara a Moreira Sales em 1957.
Começando a estruturar o município, a Firma instalou um pequeno hospital e construiu o primeiro prédio com laje, este para abrigar um hotel.

Em 1968, ele adquiriu o hotel, que administrou até meados da década de 1970, quando passou ao comando do irmão Antônio Irineu Liberal. O empreendimento permanece em atividade, agora sob a administração da senhora Ivone e filhos. Além de comerciante, ele também se dedicou a atividades agrícolas e à pecuária.

Sempre atuante na comunidade, foi vereador por três mandatos – entre 1970 e 1972 (prefeito Eurydes Romano), 1977 e 1981 (gestão Euclides Franzo), e, por fim, 1982 a 1988 (Aldenízio dos Santos Maia) –, exercendo também a presidência da câmara municipal.

Seu espírito de servir o levou a trabalhar na estruturação do Rotary Clube de Moreira Sales, no qual exerceu a presidência. Foi também presidente da Associação de Pais e Professores (APP) por duas gestões consecutivas.

A trajetória de trabalho e dedicação de Sebastião Irineu Liberal configurou uma prova de amor e gratidão a Moreira Sales, comunidade que generosamente acolheu esse peão curioso e inquieto, um retirante nordestino com muita garra e certeza de realização. Digno, portanto, de ser chamado de PIONEIRO NATO desta cidade.

Moreira Sales, 06 de dezembro de 2016.
Ivone Gonçales Liberal (viúva) / Edmilson Gonçales Liberal (filho) / Claudemir Gonçalves Liberal (filho) / Edilson Gonçales Liberal (filho)

Claudemir Gonçalves Liberal <claudemir_liberal@hotmail.com>
Curitiba, PR Brasil - 22-novembro-2021 / 16:02:03
Moro em Curitiba e estive recentemente em Afogados da Ingazeira, terra do meu pai Sebastião Irineu Liberal (1929-2004), que migrou para o Paraná em 1951, com 21 anos de idade.
Pioneiro da cidade Moreira Sales, teve uma vida correta e produtiva. Meu irmão e eu estamos elaborando um projeto com o objetivo de escrever as memórias do nosso pai. Fiquei sabendo, na biblioteca da Prefeitura, do lançamento do seu novo livro "Afogados da Ingazeira - Páginas da sua história".
Como faço para adquirir um exemplar? Afinal, tudo começa em Afogados.

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Já contatei Claudemir que adquiriu o nosso livro. (Fernando Pires, 23.11.2021)

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Claudemir Gonçalves Liberal <claudemir_liberal@hotmail.com>
Curitiba, PR Brasil - 22-novembro-2021 / 15:30:38


Heloísa Freitas convida parentes e amigos para a Missa de 7º dia de MARIA GORETTI, a ser realizada na igreja de Nossa Senhora de Fátima - Rua Cleto Campelo, 303 - Bairro Novo, Olinda, neste domingo 21 de novembro, às 17h.

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Ontem (21/11) estivemos em Olinda para participar da missa de 7º dia do passamento da amiga Goretti Freitas. Lá, encontramos os irmãos Heloísa, Luiz e inúmeros familiares.

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 20-novembro-2021 / 11:41:35
Goretti, minha afilhada e ainda minha parenta. Eu gostava muito dela; às vezes a gente conversava pelo Face Book, e eu curtia a sua alegria com os filhos e os netos.
Lamentei profundamente o seu falecimento, pois era uma pessoa muito querida. Eu me lembro de Goretti pequenininha, criança... Estudei com Margarida, sua irmã.
Heloísa e Luiz, senti profundamente o falecimento de Goretti; muita paz pra vcs, queridos.

Paula Pires
Olinda, PE Brasil - 16-novembro-2021 / 9:38:30
Acabo de receber a notícia, através de Heloísa Freitas, de que sua irmã, nossa amiga Maria Goretti de Freitas Chiu, faleceu, há pouco, aqui no Recife no hospital HapVida, Espinheiro.
Filha de Iracy e Manoel Pires de Freitas (em memória), deixa 4 filhos e dois netinhos.
Aos familiares, nossa sincera solidariedade!
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O velório de Goretti será na próxima quinta-feira, dia 18/11, a partir das 6h, no cemitério Morada da Paz em Paulista. O sepultamento ocorrerá às 11h, na sala de velório 2.
Estão aguardando um dos filhos que reside na Alemanha;

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 15-novembro-2021 / 21:36:39
Retorno após uma longa pausa.
Fernando Pires, caro amigo, depois de um longo período sem computador, aqui venho novamente ao vosso encontro nesta página que tanto significa para os afogadenses saudosos e cheios de desejos de rever novamente o nosso Sertão por meio do Mural.
Sinto-me como alguém à procura do ser amado que foge e que finalmente se reencontra graças à ajuda inestimável do meu primogênito que nestes últimos dias tem se dedicado a me introduzir ao novo computador.
Já visitei este Mural por algumas horas quando me lembrei que uma nota de gratidão se faz necessário, pois tudo está à tua disposição, e eu sou muito grato.
Desejo que este seja um novo período para reatar o contato tão precioso com Afogados da Ingazeira.
Cordial abraço.

Zezé de Moura <jojephd@yahoo.com>
Rosemead - Califórnia, CA EUA - 12-novembro-2021 / 20:54:14
Fernando, gostaria de saber quanto custa o livro para Jacupiranga estado de SP. Preciso fazer o pix mas não tenho o total certo.
Por gentileza me envie urgente, em seguida te mando o endereço.
Obrigada.

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Oi Robélia, para todo o Brasil, via Correios, o valor total: R$ 52,00 (40,00 + 12,00 da postagem)

Pix: fernandopires1@hotmail.com / José Fernando Pires dos Santos
Informe o endereço pelo meu WhatsApp, que na terça-feira enviarei.
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Robélia Soares de Siqueira André <robeliasoares123@hotmail.com>
Jacupiranga , SP Brasil - 6-novembro-2021 / 19:04:32
Fernando, bom dia!

Teu livro é um verdadeiro compêndio da história de Afogados da Ingazeira, e saber que meu Avô Elpídio (do Amaral) Padilha foi importante personagem na defesa dos interesses de nossa amada Rainha do Pajeu, faz aumentar nosso carinho por Afogados

Arimarcel Padilha
João Pessoa, PB Brasil - 29-outubro-2021 / 10:01:01
Caro Fernando, boa noite.

Tenho acompanhado, discretamente, o seu admirável trabalho, visitando este MURAL, vendo e ouvindo suas gravações em DVD (YouTube) e, na leitura do Afogados da Ingazeira, MEMÓRIAS. Agora, retorno ao MURAL para agradecer-lhe pela publicação do Afogados da Ingazeira, PÁGINAS DA SUA HISTÓRIA, obra com uma considerável parcela de novos fatos e coisas boas de se ler, dignas do conhecimento dos filhos e moradores desta Cidade dos Afogados da Ingazeira. Nós, os leitores, estamos de Parabéns.

Sem contar com o que já aprendemos no Afogados da Ingazeira, MEMÓRIAS, parabenizo-lhe pela escolha do visual da capa deste novo livro, homenageando nossa Igreja Matriz, com a foto da lateral esquerda do seu piso externo, imagem inesquecível. Ainda no visual e manuseio, nota-se a excelente Gramatura e cor do papel (pólen), - são de primeira qualidade. Na parte gráfica, a Fonte e seu Tamanho, enfatizam o gosto de ler, de uma só vez, a obra inteira, sem fadiga.

A exposição dos assuntos, mormente, baseada na busca de dados e origens autênticas, nos dá a certeza de saber o melhor, das pessoas e dos fatos. Posso afirmar, seguramente, que sua obra é rica em subsídios para o estudante ou pesquisador usarem-nos na elaboração de palestras e estudos. A exposição dos catorze capítulos, em ordem cronológica, facilita a busca certa, no tempo e lugar, basta seguir o Sumário. O foco sobre certos assuntos, muitos deles ausentes da História ou esquecidos pela população, tais como, a injustificável troca de nome de ruas e avenidas; a disputa de limites territoriais entre municípios; a indústria da seca e da fome, e as frentes de trabalho, onde os miseráveis e famintos trabalhadores sertanejos, além de esmagados pela seca, eram tratados como se estivessem num cercado de bichos ou campo de concentração, semelhantes aos de AUSCHWITZ-BIRKENAU, NIEDERHAGEN e de outros, nos impõe o dever de ampliar os conhecimentos, de como e onde viveram e ainda vivem, os menos favorecidos, sertanejos nordestinos ou não.

O Capítulo VII merece uma cuidadosa leitura: vale a pena ver, que a obra vem de minuciosas e seguras pesquisas, constando sempre, o nome e a responsabilidade da fonte informativa, sejam pessoas físicas ou jurídicas. Algumas delas não mais existem, hoje referidas, apenas na História das coisas do Nordeste e do Brasil. Quando se trata da história de Afogados da Ingazeira, lê-se o texto, como se num mesmo diploma, constassem: - a Certidão de Nascimento, o Batistério e a sua História propriamente dita. A riqueza dos dados Toponímicos, muitos deles só conhecidos na Enciclopédia Brasileira dos Municípios, nos enchem de orgulho e satisfação.
O Capítulo III, prova que a Passagem dos Afogados existe. Apenas mudou de nome.

Curiosamente, encontrei nessa obra, o desconhecido apelido MARINHEIRO, imposto aos portugueses, à época das 'brigas' entre eles e os pernambucanos de Goiana PE, século 19, quando esta Cidade, era considerada a mais próspera de Pernambuco, depois do Recife.

Não disse tudo que precisa ser dito sobre o livro, mas, já repito a leitura porque é boa.

Um forte a veterano abraço. BATISTA.

José Batista do Nascimento <afingape@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 28-outubro-2021 / 22:09:19
Boa tarde Fernando.
Ainda estou lendo seu livro "Afogados da Ingazeira - Páginas da Sua História". É muito bom, principalmente para quem tem interesse em conhecer a real história de nossa cidade e região.
Uma pesquisa digna de elogios, pelo empenho, e o trabalho que você teve para nos proporcionar tanto conhecimento.

Edivonaldo Almeida de Macedo. <edivonaldoalmeida@hotmail.com >
Afogados da Ingazeira. , PE Brasil - 22-outubro-2021 / 16:57:20


Caro primo Fernando. Parabéns por seu último livro. Um belo e importante registro, como já é de praxe nos seus trabalhos.

Pedro Pires Ferreira Neto
Recife, PE Brasil - 19-outubro-2021 / 7:53:49

Parabéns, Leninha, apesar da distância vc continua no meu coração; que esta data se repita por muitos anos, e que Deus te proteja hoje e sempre.

Márcia Cruz
Afogados da Ingazeira, PE Brasil - 18-outubro-2021 / 13:14:31
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Volta

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