AFOGADOS DA INGAZEIRA - MEMÓRIAS Guest Book

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Participamos, ontem, da Missa de Sétimo Dia do passamento de dona Jeanete Góes de Araújo, na Igreja de Nossa Senhora das Graças, na Boa Vista, Recife.
A cerimônia foi abrilhantada com um coral de 20 componentes que cantou belissimamente as músicas religiosas para o momento, emocionando a todos.
Nos solidarizamos com os filhos presentes, Totonho, Luciano e Socorro; não conseguimos falar com Tatiane. Também nos encontramos com familiares e amigos comuns.

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 17-dezembro-2021 / 15:31:27
Fernando, sinto uma dor imensa, tia Jeanete era muito especial e sempre será. No dia 09/11 completou 85 anos, liguei pra ela e, como sempre, me senti em seu colo, no aconchego de sua voz doce e carinhosa; pude lhe dizer mais uma vez do amor, respeito e admiração que sentia por ela.
Falou-me de suas novelas favoritas e me deu conselhos (ensinamentos preciosos); contei sobre alguns que há mais de 30 anos ainda lembro e me servem pra refletir.
Ela sorriu alto e nos despedimos com a esperança de tudo melhorar pra gente se encontrar e tomar um café com tapiocas.
Ela foi chamada pra junto do grande amor e companheiro, e tanta gente boa que foi na frente.

Gláucia Liberal
Jaboatão dos Guararapes, PE Brasil - 16-dezembro-2021 / 8:46:31



Hoje recebi um vídeo da minha primeira professora nas Escolas Reunidas Dona Anna Mello, no final dos anos 1950; trata-se de dona Natércia Travassos.
Ao receber meu segundo livro "Afogados da Ingazeira - Páginas da sua História", posou para uma fotografia, clicada por Altamir Travassos, seu filho.
Hoje ela conta 95 anos de idade, mas, lúcida, relembrou os meus pais.
Brevemente, tão logo passe essa pandemia, farei uma visita para revê-la, pessoalmente, depois de 6 décadas.

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 14-dezembro-2021 / 15:27:45


Fernando, fui dar uma olhadinha no livro e já li 27 páginas, estou encantado, vc além de pesquisador, historiador, biógrafo é um excelente escritor, estou gostando demais e, sempre me lembrando de Aparício Verás, vó Davina, minha querida mamãe, e de nossas férias escolares em Afogados da Ingazeira.
Parabéns!

Marco Aurélio Pires Caminha
Recife, PE Brasil - 14-dezembro-2021 / 8:31:31

Ontem, segunda-feira 13, o ex-colega BB e amigo Ademar Rafael escreveu no blogdofinfa.com.br o texto a seguir:

HISTÓRIA CLARIFICADA

O incansável pesquisador e escritor Fernando Pires, funcionário aposentado do Banco do Brasil e internauta desde os primórdios da rede mundial dos computadores, entrega para esta e para as gerações futuras uma obra digna de todos os adjetivos de qualidade. O livro “Afogados da Ingazeira – Páginas da sua história” integrará o rol das publicações obrigatórias em todas bibliotecas que queiram informar com exatidão os fatos históricos da região em horizonte temporal distante. É uma obra candidata a seguir o caminho do sucesso obtido com o “Afogados da Ingazeira – Memórias.”

Aqui destaco as observações de uma amiga e três amigos e colegas do BB, sobre o livro. Elvira Siqueira nos diz: “O carinho que Fernando dedica à sua terra natal é indizível. Ele investiga, analisa, registra, com riqueza de detalhes, tudo que está a seu alcance, desde ao primeiros sinais, as primeiras casas, os primeiros eventos, como tudo começou e como foi evoluindo até chegar aos dias atuais.”
Mauro Bastos atesta: “Trata-se de um livro indispensável não só aos filhos dessa terrado Pajeú, mas, igualmente, a todos aqueles que quiserem conhecer a história de uma região abençoada do estado de Pernambuco, região fértil em bravura, determinação e acolhimento.”
Milton Oliveira garante: “Assim como aconteceu com o livro anterior de Fernando Pires, este se esgotará em pouco tempo. Li-o e fiquei impressionado com tantos detalhes preciosos e curiosos, que, graças a Deus, não ficarão esquecidos sob a poeira do tempo.”
Célio Pereira assegura: “Desta feita Fernando Pires se vestiu com um escafandro, e mergulhou o mais profundo para buscar o tesouro que o mar escondia há dezenas de anos, encontrado um baú de fatos históricos por demais significativos para os filhos da terrinha.” Concordo com todos.
Deixar de ler este livro é abdicar do direito de conhecer nossa história, inteligentemente ordenada, descrita em formato claro e fidedigno. O autor, com a ética que o caracteriza, conta os fatos como eles aconteceram, as “Notas do Autor” servem para clarear o tema, jamais alterar seu conteúdo.

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Caro Ademar, muitíssimo obrigado pelas palavras; diria que foi um belíssimo presente de Natal para este humilde afogadense!

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 14-dezembro-2021 / 7:54:26

Meus sentimentos sinceros à família de Jeanete, pessoa muito querida.
Aos seus filhos, em especial aos que foram meus alunos, aos quais dedico um carinho especial, envio o meu abraço fraterno e minha solidariedade.

Elvira de Siqueira
Afogados da Ingazeira, PE Brasil - 11-dezembro-2021 / 16:34:50

Nesta manhã de sábado, recebi de Glaucia Liberal a informação do falecimento da sua tia, nossa amiga JEANETE GÓES DE ARAUJO, ocorrido às 23 horas de ontem, no Hospital Português do Recife.
O corpo será transladado para Afogados da Ingazeira, onde ocorrerá o velório na residência da família, ao lado da Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios.
O sepultamento será no cemitério São Judas Tadeu.
Aos familiares, nossa sincera solidariedade.

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 11-dezembro-2021 / 6:35:52

UM CENTENÁRIO ESQUECIDO
[Escrito por Expedito Nascimento, sacerdote jesuíta, em 2005]

"Se vivo fosse, teria comemorado seu centenário de nascimento, no dia 8 de dezembro (* sic), um grande de Pernambuco. Trata-se de monsenhor Alfredo de Arruda Câmara.
Tendo nascido em Afogados da Ingazeira, PE, em 1905, este sertanejo inteligente soube sintetizar em sua rica personalidade – como escreve o historiador Ferdinand Azevedo S.J. em seu livro As correntes do pensamento católico cívico-social em Pernambuco – duas vocações: a do padre e a do político. Isso, contudo, sem dualismos e numa coerência impressionante.
Depois de ter ingressado no Seminário de Olinda, foi enviado a Roma, onde ordenou-se em 1928, após laurear-se em filosofia e doutorar-se em Teologia.

Tendo regressado a Pesqueira, aí permaneceu de 1928 a 1934, exercendo as funções de pároco da catedral, professor no seminário menor e diretor do colégio diocesano. Em 1934, dom Adalberto Sobral – ao que parece coagido pelas classes dominantes da cidade industrial que não simpatizavam com as posições de padre Alfredo – tirou-lhe a paróquia, obrigando-o a transferir-se para o Recife.
Dom Miguel de Lima Valverde aqui o recebeu e permitiu que continuasse sua atividade política. Nunca deixou, entretanto, de voltar a Pesqueira, pois tinha aí a sua principal base eleitoral.
Lembro-me, como jovem seminarista, das vezes que ele visitava o Seminário São José. Ficava encantado com o seu porte hierático, passos largos, voz grave, rosto severo.

Antes do exílio na capital, iniciara suas atividades de capelão militar no Tiro de Guerra local. Como tal acompanhou tropas, por três vezes, em expedições revolucionárias.
A primeira foi a serviço da Aliança Liberal, na revolução de outubro de 1930. Designado pelo general Juarez Távora, acompanhou a Coluna de Juracy Magalhães, quando foi capturado e preso. Em 1931, seguiu o Tiro de Guerra de Pesqueira para o Cerco do Recife, quando foi baleado e deixado semimorto pelos comunistas. Em 1932, na Revolução Constitucionalista contra Getúlio Vargas, ei-lo em São Paulo, com o Batalhão Militar de Pernambuco.
Suas incríveis aventuras como capelão dessas batalhas e sua heroica assistência aos feridos e prisioneiros encontram-se descritas em Traços de minha vida e História de minha prisão.

Sua vocação política teria despertado nessas experiências? Em 1933, foi eleito deputado federal à Constituinte pelo PSD, defendendo com êxito os postulados da Liga Eleitoral Católica: o nome de Deus na Carta Magna, o ensino religioso na escola pública, a assistência religiosa às Forças Armadas, o reconhecimento civil do casamento religioso, etc.

Em 1937, com o Estado Novo, sua carreira política sofreu forte abalo. Apesar de menosprezado pelo governo de Agamenon Magalhães, foi nomeado diretor da Caixa Econômica Federal de Pernambuco. Retornou ao ensino no Seminário de Olinda e assume a Capelania do quartel da 7ª Região Militar.
Em 1945, com o Movimento de Redemocratização, padre Alfredo é reeleito deputado federal, retomando sua extraordinária atividade parlamentar por cinco legislaturas consecutivas. Sua principal bandeira no parlamento foi a defesa da família católica contra a lei do divórcio. Sua palavra inteligente e suas intervenções na Câmara dos Deputados estão imortalizadas em sua obra A batalha do divórcio. O maior adversário de padre Alfredo nessa empresa, o deputado Nelson Carneiro, só venceu essa batalha depois de sua morte.
De 1945 a 1954, presidiu o PDC local. O Partido Democrata Cristão era um movimento inspirado no pensamento católico europeu de De Gasperi e Maritain e, aqui, em Alceu de Amoroso Lima. Seu objetivo, em síntese, era o da 3ª via política, preconizada por Pio XI, que se afastasse tanto do comunismo como do capitalismo, promovendo a reforma social na justiça e na liberdade.

Em reconhecimento de seu trabalho, recebeu, em 1948, o título pontifício de Monsenhor Prelado de Sua Santidade. Em seu livro Preservação da família e das tradições, resume seu ideal de vida: “nem esquerda, nem direita, no centro, para a frente e para o alto, eis o nosso lema”. Arruda Câmara representa uma época e uma mentalidade em termos de política e de igreja, porém, não deixa de ser admirável a coerência e a fidelidade com que viveu os dois papéis de padre e de político na defesa dos valores que julgou essenciais.

Faleceu em 1970, com 64 anos de idade."

Nota (*): Alfredo de Arruda Câmara nasceu no dia 6 de dezembro de 1905, conforme registro de nascimento
Neste 6 de dezembro, teria completado 116 anos.

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 8-dezembro-2021 / 9:58:05
Oi Zezé Moura, finalmente temos nosso Mural ativo.
Recebi tua mensagem e já enviei o livro "Afogados da Ingazeira - Páginas da sua história" para o teu endereço em Rosemead, Califórnia - EUA.

Quando leres, certamente vais relatar tuas impressões sobre o conteúdo do nosso livro.

Obrigado pela aquisição!

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 4-dezembro-2021 / 16:37:43

EM VIRTUDE DE PROBLEMAS TÉCNICOS, HOJE RESOLVIDO PELO PROVEDOR "LEMON NETWORKS", ESTIVEMOS INOPERANTES DURANTE SETE DIAS.

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 4-dezembro-2021 / 15:09:04
Faleceu nesta terça-feira 23, no Hospital Regional Emília Câmara, o sr. Gilvan de Sá Maranhão (Bante), aos 92 anos de idade (12.10.1929 - 23.11.2021), completados recentemente.

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Em 2010, 2 de abril, há 11 anos, passando na rua 7 de setembro, bairro de São Francisco, vimos Bante sentado em frente a sua casa; paramos para cumprimentá-lo e lhe propusemos esse bate-papo...

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Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 24-novembro-2021 / 7:34:28

Uma história de pioneirismo e garra empreendedora

Sebastião Irineu Liberal (foto) nasceu em 6 de dezembro de 1929, na cidade de Afogados da Ingazeira (PE). Com pouco mais de 21 anos, migrou para o Sul do País, engrossando a multidão de retirantes que tinha a viagem de pau de arara como única opção às agruras da vida no esturricado solo do sertão nordestino. Chegou a Moreira Sales no dia 12 de novembro de 1951, iniciando aqui uma trajetória dinâmica, diversificada, participativa, engajada e indiscutivelmente pioneira.
Ele trabalhou inicialmente como peão no desbravamento da floresta, como empregado de Pedro Barros, empreiteiro encarregado pela Comissária Exportadora e Importadora União – nesse tempo batizada pela população simplesmente de “Firma” – para, sob a supervisão do engenheiro Srs. Thelen e João Ducini, iniciar a abertura e a colonização do território.
Na sequência, integrou a equipe do Armazém Goioerê Ltda., juntamente com Adelício Alves da Silva e o gerente Nyldes de Arruda. O estabelecimento se localizava onde hoje é a Fazenda Santo Antônio, e era mantido pela Firma com o objetivo de abastecer os primeiros moradores que adquiriam lotes e iniciavam os trabalhos de derrubada da mata e formação de lavouras.

“No armazém tinha de tudo, menos bebida alcoólica”, ele mesmo dizia. As mercadorias eram transportadas em caminhão de São Paulo até Campo Mourão. Para concluir o trajeto até Moreira Sales, eram transferidas para dois caminhões menores, cedidos pelo Exército e, curiosamente, com o volante no lado direito, conforme recorda Adelício.
Seu último trabalho com carteira assinada foi na serraria do município, localizada onde hoje está a Associação Atlética Banco do Brasil (AABB). No beneficiamento da grande quantidade de madeira existente à época, iniciou como auxiliar geral, passando para operador de serra fita até chegar ao cargo de calculista de cubagem das toras.

Após seis anos na serraria iniciou-se como empresário, comprou de Alberônio Correia de Souza um bar que se localizava em uma construção de madeira na esquina da avenida principal com a rua Otto Macedo, onde hoje é o Supermercado Matos. Neste período, mais precisamente em 1961, casou-se, formando um autêntico casal de pioneiros com Ivone Gonçales, natural de Potirendaba (SP), que, juntamente com os pais e irmãs, chegara a Moreira Sales em 1957.
Começando a estruturar o município, a Firma instalou um pequeno hospital e construiu o primeiro prédio com laje, este para abrigar um hotel.

Em 1968, ele adquiriu o hotel, que administrou até meados da década de 1970, quando passou ao comando do irmão Antônio Irineu Liberal. O empreendimento permanece em atividade, agora sob a administração da senhora Ivone e filhos. Além de comerciante, ele também se dedicou a atividades agrícolas e à pecuária.

Sempre atuante na comunidade, foi vereador por três mandatos – entre 1970 e 1972 (prefeito Eurydes Romano), 1977 e 1981 (gestão Euclides Franzo), e, por fim, 1982 a 1988 (Aldenízio dos Santos Maia) –, exercendo também a presidência da câmara municipal.

Seu espírito de servir o levou a trabalhar na estruturação do Rotary Clube de Moreira Sales, no qual exerceu a presidência. Foi também presidente da Associação de Pais e Professores (APP) por duas gestões consecutivas.

A trajetória de trabalho e dedicação de Sebastião Irineu Liberal configurou uma prova de amor e gratidão a Moreira Sales, comunidade que generosamente acolheu esse peão curioso e inquieto, um retirante nordestino com muita garra e certeza de realização. Digno, portanto, de ser chamado de PIONEIRO NATO desta cidade.

Moreira Sales, 06 de dezembro de 2016.
Ivone Gonçales Liberal (viúva) / Edmilson Gonçales Liberal (filho) / Claudemir Gonçalves Liberal (filho) / Edilson Gonçales Liberal (filho)

Claudemir Gonçalves Liberal <claudemir_liberal@hotmail.com>
Curitiba, PR Brasil - 22-novembro-2021 / 16:02:03
Moro em Curitiba e estive recentemente em Afogados da Ingazeira, terra do meu pai Sebastião Irineu Liberal (1929-2004), que migrou para o Paraná em 1951, com 21 anos de idade.
Pioneiro da cidade Moreira Sales, teve uma vida correta e produtiva. Meu irmão e eu estamos elaborando um projeto com o objetivo de escrever as memórias do nosso pai. Fiquei sabendo, na biblioteca da Prefeitura, do lançamento do seu novo livro "Afogados da Ingazeira - Páginas da sua história".
Como faço para adquirir um exemplar? Afinal, tudo começa em Afogados.

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Já contatei Claudemir que adquiriu o nosso livro. (Fernando Pires, 23.11.2021)

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Claudemir Gonçalves Liberal <claudemir_liberal@hotmail.com>
Curitiba, PR Brasil - 22-novembro-2021 / 15:30:38


Heloísa Freitas convida parentes e amigos para a Missa de 7º dia de MARIA GORETTI, a ser realizada na igreja de Nossa Senhora de Fátima - Rua Cleto Campelo, 303 - Bairro Novo, Olinda, neste domingo 21 de novembro, às 17h.

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Ontem (21/11) estivemos em Olinda para participar da missa de 7º dia do passamento da amiga Goretti Freitas. Lá, encontramos os irmãos Heloísa, Luiz e inúmeros familiares.

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 20-novembro-2021 / 11:41:35
Goretti, minha afilhada e ainda minha parenta. Eu gostava muito dela; às vezes a gente conversava pelo Face Book, e eu curtia a sua alegria com os filhos e os netos.
Lamentei profundamente o seu falecimento, pois era uma pessoa muito querida. Eu me lembro de Goretti pequenininha, criança... Estudei com Margarida, sua irmã.
Heloísa e Luiz, senti profundamente o falecimento de Goretti; muita paz pra vcs, queridos.

Paula Pires
Olinda, PE Brasil - 16-novembro-2021 / 9:38:30
Acabo de receber a notícia, através de Heloísa Freitas, de que sua irmã, nossa amiga Maria Goretti de Freitas Chiu, faleceu, há pouco, aqui no Recife no hospital HapVida, Espinheiro.
Filha de Iracy e Manoel Pires de Freitas (em memória), deixa 4 filhos e dois netinhos.
Aos familiares, nossa sincera solidariedade!
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O velório de Goretti será na próxima quinta-feira, dia 18/11, a partir das 6h, no cemitério Morada da Paz em Paulista. O sepultamento ocorrerá às 11h, na sala de velório 2.
Estão aguardando um dos filhos que reside na Alemanha;

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 15-novembro-2021 / 21:36:39
Retorno após uma longa pausa.
Fernando Pires, caro amigo, depois de um longo período sem computador, aqui venho novamente ao vosso encontro nesta página que tanto significa para os afogadenses saudosos e cheios de desejos de rever novamente o nosso Sertão por meio do Mural.
Sinto-me como alguém à procura do ser amado que foge e que finalmente se reencontra graças à ajuda inestimável do meu primogênito que nestes últimos dias tem se dedicado a me introduzir ao novo computador.
Já visitei este Mural por algumas horas quando me lembrei que uma nota de gratidão se faz necessário, pois tudo está à tua disposição, e eu sou muito grato.
Desejo que este seja um novo período para reatar o contato tão precioso com Afogados da Ingazeira.
Cordial abraço.

Zezé de Moura <jojephd@yahoo.com>
Rosemead - Califórnia, CA EUA - 12-novembro-2021 / 20:54:14
Fernando, gostaria de saber quanto custa o livro para Jacupiranga estado de SP. Preciso fazer o pix mas não tenho o total certo.
Por gentileza me envie urgente, em seguida te mando o endereço.
Obrigada.

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Oi Robélia, para todo o Brasil, via Correios, o valor total: R$ 52,00 (40,00 + 12,00 da postagem)

Pix: fernandopires1@hotmail.com / José Fernando Pires dos Santos
Informe o endereço pelo meu WhatsApp, que na terça-feira enviarei.
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Robélia Soares de Siqueira André <robeliasoares123@hotmail.com>
Jacupiranga , SP Brasil - 6-novembro-2021 / 19:04:32
Fernando, bom dia!

Teu livro é um verdadeiro compêndio da história de Afogados da Ingazeira, e saber que meu Avô Elpídio (do Amaral) Padilha foi importante personagem na defesa dos interesses de nossa amada Rainha do Pajeu, faz aumentar nosso carinho por Afogados

Arimarcel Padilha
João Pessoa, PB Brasil - 29-outubro-2021 / 10:01:01
Caro Fernando, boa noite.

Tenho acompanhado, discretamente, o seu admirável trabalho, visitando este MURAL, vendo e ouvindo suas gravações em DVD (YouTube) e, na leitura do Afogados da Ingazeira, MEMÓRIAS. Agora, retorno ao MURAL para agradecer-lhe pela publicação do Afogados da Ingazeira, PÁGINAS DA SUA HISTÓRIA, obra com uma considerável parcela de novos fatos e coisas boas de se ler, dignas do conhecimento dos filhos e moradores desta Cidade dos Afogados da Ingazeira. Nós, os leitores, estamos de Parabéns.

Sem contar com o que já aprendemos no Afogados da Ingazeira, MEMÓRIAS, parabenizo-lhe pela escolha do visual da capa deste novo livro, homenageando nossa Igreja Matriz, com a foto da lateral esquerda do seu piso externo, imagem inesquecível. Ainda no visual e manuseio, nota-se a excelente Gramatura e cor do papel (pólen), - são de primeira qualidade. Na parte gráfica, a Fonte e seu Tamanho, enfatizam o gosto de ler, de uma só vez, a obra inteira, sem fadiga.

A exposição dos assuntos, mormente, baseada na busca de dados e origens autênticas, nos dá a certeza de saber o melhor, das pessoas e dos fatos. Posso afirmar, seguramente, que sua obra é rica em subsídios para o estudante ou pesquisador usarem-nos na elaboração de palestras e estudos. A exposição dos catorze capítulos, em ordem cronológica, facilita a busca certa, no tempo e lugar, basta seguir o Sumário. O foco sobre certos assuntos, muitos deles ausentes da História ou esquecidos pela população, tais como, a injustificável troca de nome de ruas e avenidas; a disputa de limites territoriais entre municípios; a indústria da seca e da fome, e as frentes de trabalho, onde os miseráveis e famintos trabalhadores sertanejos, além de esmagados pela seca, eram tratados como se estivessem num cercado de bichos ou campo de concentração, semelhantes aos de AUSCHWITZ-BIRKENAU, NIEDERHAGEN e de outros, nos impõe o dever de ampliar os conhecimentos, de como e onde viveram e ainda vivem, os menos favorecidos, sertanejos nordestinos ou não.

O Capítulo VII merece uma cuidadosa leitura: vale a pena ver, que a obra vem de minuciosas e seguras pesquisas, constando sempre, o nome e a responsabilidade da fonte informativa, sejam pessoas físicas ou jurídicas. Algumas delas não mais existem, hoje referidas, apenas na História das coisas do Nordeste e do Brasil. Quando se trata da história de Afogados da Ingazeira, lê-se o texto, como se num mesmo diploma, constassem: - a Certidão de Nascimento, o Batistério e a sua História propriamente dita. A riqueza dos dados Toponímicos, muitos deles só conhecidos na Enciclopédia Brasileira dos Municípios, nos enchem de orgulho e satisfação.
O Capítulo III, prova que a Passagem dos Afogados existe. Apenas mudou de nome.

Curiosamente, encontrei nessa obra, o desconhecido apelido MARINHEIRO, imposto aos portugueses, à época das 'brigas' entre eles e os pernambucanos de Goiana PE, século 19, quando esta Cidade, era considerada a mais próspera de Pernambuco, depois do Recife.

Não disse tudo que precisa ser dito sobre o livro, mas, já repito a leitura porque é boa.

Um forte a veterano abraço. BATISTA.

José Batista do Nascimento <afingape@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 28-outubro-2021 / 22:09:19
Boa tarde Fernando.
Ainda estou lendo seu livro "Afogados da Ingazeira - Páginas da Sua História". É muito bom, principalmente para quem tem interesse em conhecer a real história de nossa cidade e região.
Uma pesquisa digna de elogios, pelo empenho, e o trabalho que você teve para nos proporcionar tanto conhecimento.

Edivonaldo Almeida de Macedo. <edivonaldoalmeida@hotmail.com >
Afogados da Ingazeira. , PE Brasil - 22-outubro-2021 / 16:57:20


Caro primo Fernando. Parabéns por seu último livro. Um belo e importante registro, como já é de praxe nos seus trabalhos.

Pedro Pires Ferreira Neto
Recife, PE Brasil - 19-outubro-2021 / 7:53:49

Parabéns, Leninha, apesar da distância vc continua no meu coração; que esta data se repita por muitos anos, e que Deus te proteja hoje e sempre.

Márcia Cruz
Afogados da Ingazeira, PE Brasil - 18-outubro-2021 / 13:14:31

Amiga Leninha, receba os meus parabéns por mais um ano de vida. Que os próximos sejam repletos de paz e saúde.
Em conversa com Fernando Pires, lembrei que estive contigo há alguns anos, em tua residência, aí em Salvador, acompanhado de Lúcia Veras.

Francisco Carlos Gomes (Carlinho de Lica
Afogados da Ingazeira, PE Brasil - 18-outubro-2021 / 9:26:55

Fernando, a emoção tira o raciocínio, embaça os olhos e me deixa calada. Este tipo de homenagem vale mais que qualquer outra coisa, pois nós guardamos no coração lembranças inesquecíveis.
Que Lena saiba do nosso carinho e amor. E que nossas preces lhe aqueçam a alma e aliviem sua dor.

Lúcia Nogueira
Recife, PE Brasil - 18-outubro-2021 / 8:40:48
Neste 18 de outubro, Leninha (Maria Helena Praxedes Liberal), que nasceu em Afogados da Ingazeira, filha de Deocleciana Alves Praxedes e de Antônio de Souza Liberal, aniversaria, e nós, seus amigos e amigas, a parabenizamos por esta data querida.
Leninha permaneceu em Afogados da Ingazeira até os 19 anos, sendo que, desde os 4 anos, em companhia da sua avó materna Adélia, pois sua mãe se mudou pra Salvador.

Lucia Góes se recorda que “a festa dos 15 anos de Leninha foi memorável. A turma toda estava presente na casa de ‘vó Adélia’. O bolo confeitado, cheio de beleza e gostosura; teve canudos, pasteis, beijinhos, refrigerantes, cachorro-quente, salgadinhos de queijo, brigadeiros, tudo feito com extremo bom gosto por Vó que tanto amava a neta.
Até sua ida pra Salvador, Lena foi nossa colega de classe, de brincadeiras, de estudos, de equipe, de viagens ao sítio de Giselda, na Ingazeira.
Outra passagem que marcou a nossa turma: Lena levou uma queda, que resultou na perda de dois dentes e vários dias ausente das aulas.
Paqueras/amores: Lembro-me que ela paquerou Dada Galdino e Ban.”

Diz Lúcia: "Ainda tenho um texto escrito no dia 7 de setembro de 1969 que diz: Fui ao pavilhão, onde as meninas da banda estavam se vestindo. Neuza, colega de classe me chamou, e a Giselda, para tirarmos um ‘retrato de monóculo’ com ela. Fui, já que gosto tanto de fotografias. Depois tirei uma com Lena Praxedes e Margarida Dias, e uma sozinha, sendo este de papel. Estávamos muito eufóricas. Uma grande expectativa pelo desfile.

Na nossa conclusão ginasial dissemos ser provável que, no próximo ano, muitas de nós não estaríamos aqui; umas vão trabalhar, viajar para São Paulo, Brasília, Salvador...”

Leninha estudou no Grupo Escolar Pe. Carlos Cottart, e no então Colégio Normal até o primeiro ano do Magistério. Tem lembranças maravilhosas de suas amigas; algumas ainda residem na cidade, outras tiveram que se mudar por razões diversas.
Citamos, aqui, de memória, algumas mais próximas: Lúcia Góes, Giselda, Fátima Amaral, Elane e Solange Pires, Ednéia Freitas, Imaculada, Ditinha Sá, Margarida Dias, Margarida Pereira, Socorro Góes, D’arc, Graças Góes, Neide Marques, Lurdinha Liberal, Niedja, Ledinha, Emília Amaral, Luzinete Amorim, Lúcia Flávia, Lúcia Veras, Rosa César...

Aos 19 anos, em 1971, mudou-se para Salvador, Bahia, em companhia da avó Adélia, para estar com sua mãe que lá se encontrava; porém, nunca abandonou o sotaque pernambucano: “Ricife, cibola, butar...”, e não esquece suas origens.
Gosta muito de Afogados da Ingazeira!

Leninha, que esta data seja repetida por muitos anos.
É o que nós, teus amigos, desejamos!


[(*) A imagem acima é do aniversário dos seus 15 anos!]

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 18-outubro-2021 / 6:26:10
Fernando, consegui ir buscar seu livro na casa de minha filha, e adorei a sua dedicatória.
Como sempre faço, por ser ansiosa demais, fui direto para as últimas páginas e encontrei o índice alfabético-remissivo; que maravilha ler tantos nomes familiares, pessoas de quem ainda me recordo, e principalmente o nome do meu querido avô Odilon (do Amaral Góes); fui buscar às páginas 132 e 140, e me surpreendi em saber que fora nomeado 2° suplente de juiz, e juiz; eu não tinha conhecimento disso.
Li sobre Manoel Arão; lamentável o esquecimento dado a ele (pelos políticos) que deveria ser mais reconhecido.
Boa noite, e parabéns, mais uma vez, pelo lindo trabalho e excelente pesquisa.
Grata por seu amor à nossa Afogados, sua história e seu povo.

Gláucia Liberal de Araújo
Jaboatão dos Guararapes, PE Brasil - 15-outubro-2021 / 19:24:43
Magno Martins (foto) escreveu, no dia 19 de setembro, no seu - www.blogdomagno.com -, o post a seguir:

"Conterrâneo de Afogados da Ingazeira, meu amigo Fernando Pires me enviou, ontem, mais um trabalho de sua dedicada e acurada pesquisa da história de nossa pátria mãe e dos seus filhos ilustres: Afogados da Ingazeira, páginas da sua história. Mais uma belíssima contribuição de fôlego e de elevada qualidade para o município, localizado no Sertão do Pajeú, a 386 km do Recife.

Bancário por formação, Fernando tem o maior acervo histórico da cidade e dos seus personagens. Por muito tempo, manteve uma página na Internet com um retrato diário de Afogados e de seus personagens. Além de apaixonado pela terra, conhece como ninguém a sua raiz, o DNA do seu povo, os meandros da política, da economia e da cultura do município e da região.

Não sei por quais razões, tirou o site do ar, mas seus arquivos se mantém intactos, preservados. Certo dia, fui pego de surpresa com uma entrevista com meu pai Gastão Cerquinha, 99 anos, feita por ele, com direito aos pitacos da minha mãe Margarida quando minha luz de inspiração completou 90 anos. Na oportunidade, papai fez belas revelações que seus filhos, incluindo este escriba, não sabiam.

Dei uma folheada rápida ontem no novo livro de Fernando e, desde já, sugiro ao prefeito de Afogados da Ingazeira para valorizar a iniciativa. Deve ser leitura obrigatória nas escolas da rede pública municipal e objeto de consulta em todas as bibliotecas do município. Deus fez o campo e o homem as cidades. Uma cidade só cresce e se projeta com ajuda dos seus filhos, porque estrangeiro nenhum vai colocar uma pá de cal para abrir uma janela na cidade.

Fernando Pires saiu de Afogados da Ingazeira para Recife, mas a cidade nunca saiu dele, está impregnada em tudo. É daqueles que não dizem essa cidade já foi meu lar, Afogados sempre será o seu lar. Ela está no seu coração, na sua cabeça, nas suas ações. Bom filho é assim: sente chuvas de felicidade quando percorre as suas ruas, sem tristeza, só alegria. Faz juras de amor eterno."

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Obrigado, amigo Magno. (Fernando Pires)
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Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, Brasil - 15-outubro-2021 / 16:27:05

Faleceu, em Afogados da Ingazeira, aos 58 anos de idade (16.11.1962 - 09.10.2021), no sábado passado 9 de outubro, de enfarte fulminante, nosso amigo/conterrâneo José Eudes da Fonseca Véras (Zé Castelinho).
Zé, deixa viúva, dois filhos e uma neta.
Aos familiares, nossas condolências.

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 15-outubro-2021 / 13:56:53

Fernando, estou adorando o livro. Estou sabendo de detalhes que me eram desconhecidos.
Parabéns pelo seu empenho tão grande pela história da nossa terra
Abração

Walmick Guimarães Martins <walmickmartins@outlook.com>
Afogados da Ingazeira , Pe Brasil - 13-outubro-2021 / 19:45:50
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