AFOGADOS DA INGAZEIRA - MEMÓRIAS Guest Book

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Fiquei surpreso e triste com a morte de [Josete Pires] meu colega de escola. Tenho boas lembranças da pessoa feliz, amável e educado que ele era.
Meus sentimentos.

Daniel Ferreira Evangelista
Recife, PE Brasil - 9-março-2022 / 19:37:53

Meus sentimentos e minha solidariedade pela páscoa de Josete Pires, seu primo e meu amigo. Que ele siga a luz de Cristo e descanse nos braços do Pai Eterno.
Que a família seja confortada pelo Cristo Ressuscitado.

Antonieta Guimarães
Afogados da Ingazeira, PE Brasil - 9-março-2022 / 19:12:13

Surpreso com o falecimento de Josete Pires. Minha solidariedade à família e aos amigos.

Fernando Moraes <fernandomoraes56@hotmail.com>
Afogados da Ingazeira, PE Brasil - 9-março-2022 / 12:22:00


Ledinha acaba de me informar do falecimento do seu esposo, meu primo, JOSETE PIRES, aos 69 anos de idade, ocorrido às 7h de hoje, no Hospital Memorial São José, aqui no Recife.

O Velório será das 10h às 16h, amanhã, quinta-feira, quando então ocorrerá a Cremação no cemitério Morada da Paz, em Paulista (PE).

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 9-março-2022 / 8:57:38

Saudade

Relendo a Canção do Exilio, de Gonçalves Dias, ouso dizer que minha terra tem oitizeiros, acácias de cacho, eucaliptos, fícus e algarobas. Casas grandes e pegadas, com janelões e portais, nas mais variadas e lindas cores. Praças e mais praças a receber crianças, idosos, casais apaixonados, parques e barraquinhas.
Quando não te vejo, sinto saudades, daí a eterna vontade de saciar esse sentimento e caminhar sob teu calçamento quente, olhar para quem passa, quem fica nas janelas, vendo e ouvindo conversas.
Sentar na calçada da igreja, debaixo de uma árvore frondosa, receber o bafo morno do vento que vem desencanado, rua acima, rua abaixo, sob o sol que desaba no dia claro, sem nuvens.
Recordo a cidade que admiro com reconhecimento e alegria. Suas ruas largas e floridas, num encanto sem fim. Rever o povo que amo, que organiza festas profanas. A igreja a celebrar procissões, missas cantadas, casamentos e batizados. Sem esquecer a atual e altaneira Rádio Pajeú, que informa e atualiza o povo da região.
Minha cidade sertaneja, Afogados da Ingazeira, protegida por inúmeras montanhas, patrimônio coletivo, meu por de sol mais pungente, trazendo todas as cores de um arco íris misturadas qual tapete suspenso no céu a receber o anoitecer. Com saudade te olho em sonhos, sabendo que a ti voltarei, para renovar minhas energias e ter forças para passar mais uns dias sem te ver.
(Maria Lúcia de Araújo Nogueira, em 06/03/2022).

Maria Lucia de Araújo Nogueira
Recife, PE Brasil - 7-março-2022 / 20:06:41

Berta Celia Lemos Liberal
02.02.1947 / 13.11.1955

Filha do casal João Ferreira Liberal (João Yoyô) e Cândida Xavier de Lemos, nascia Berta Celia Lemos Liberal, no dia 2 de fevereiro de 1947, na pequena Afogados da Ingazeira.
Ela, como toda a família, era católica. O seu grande sonho, fazer a "Primeira Comunhão", foi realizado pelo Pe. Antonio de Pádua Santos. Seus estudos foram iniciados, como o da maioria dos afogadenses da época, nas Escolas Reunidas Dona Anna Mello e depois no Grupo Escolar Pe. Carlos Cottart.
Na bucólica Afogados da Ingazeira, na década de 50 e início dos anos 60, a iluminação era fornecida por um pequeno motor ligado apenas das 18h às 22h. Em virtude disso, as famílias usavam velas, lampiões e candeeiros para iluminar as residências além desse horário. Berta Celia era tão ligada à mãe que, se esta se ausentasse de sua residência sem lhe avisar, ela 'batia' toda a rua, de casa em casa, à sua procura.
João 'Yoyô' via na filha a imagem da mãe dele a quem não chegou a conhecer, pois ela havia falecido quando do seu nascimento. Apenas sabia que ela era loira e de olhos azuis, como a sua Berta. Os seus padrinhos de batismo foram dona Maria das Dores e seu Helvécio César de Macedo Lima.

No nefasto novembro de 1955, Berta Celia, com tão-somente oito anos de idade, foi protagonista de uma fatalidade, sendo vitimada por acidente com um candeeiro.
O sr. João Yoyô, era casado em segundas núpcias e tinha filhos dos dois casamentos. No 1º de novembro de 1955, a esposa do seu irmão, Pedro, pediu aos sogros para Berta lhe fazer companhia à noite, tendo em vista que ele iria viajar e ela ficaria sozinha.

Naquele fatídico dia, já sem energia elétrica, que só ficava ligada até às 22h, a cunhada acendeu um candeeiro perto da cadeira de balanço onde se encontrava a garotinha Berta. Ela estava vestida com uma roupa 'armada' com goma, e adormeceu. Sem explicação plausível, o candeeiro caiu em cima dela e, já em chamas, ela correu até sua cunhada que se encontrava na cozinha, lavando a louça e organizando o ambiente. Mas o socorro não foi suficiente para livrá-la das sérias queimaduras de 3º grau.

Mesmo estando com o corpo todo queimado, Berta suportava as terríveis dores que a afligiam, sem reclamar ou chorar. Deitada na cama, na rede ou no chão, as irmãs e familiares formaram um círculo ao seu redor como que para lhes dar forças para superar o terrível momento. Ela ficava apertando o braço das irmãs e dando pequenos beliscões - achavam que eram por conta das dores sentidas; o que agravou seu estado de saúde foram as queimaduras sofridas no umbigo, causando o tétano.

Resistiu a esse sofrimento durante treze dias, acompanhada por atendimento médico, quando, no dia do seu falecimento, teve a visão de uma Mulher de Azul que lhe sorria. Por conta da dor física, sem reclamar ou chorar, e dessa visão, algumas pessoas diziam que ela era uma santa e começaram a pedir graças, e à medida que eram atendidas, a notícia começou a se espalhar.
Seus pais, familiares e toda Afogados da Ingazeira ficaram abalados com o trágico acidente.
Berta Celia foi sepultada no dia 13 de novembro de 1955, no cemitério São Judas Tadeu, em Afogados da Ingazeira.
Desde então o seu túmulo é muito visitado, principalmente nos dias de Finados, onde as pessoas depositam ex-votos (fotografias, pequenas estátuas ou órgãos moldados em madeira ou cera em túmulos, igrejas ou capelas, como agradecimento por graças alcançadas).

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 6-março-2022 / 16:03:03
Severino Pires de Souza - Filho de Antônio de Souza Pereira (irmão do Padre Pedro de Souza Pereira) e de Maria Leopoldina Pires, nasceu em 4 de abril de 1894, na cidade de Afogados da Ingazeira. Na juventude passou a morar com seu tio, padre Pedro, que foi prefeito de Afogados da Ingazeira em duas ocasiões.
O sr. Zeca Pereira e dona Nozinha eram seus irmãos.

Casou-se em 1919 com Maria Cândida Liberal Firmo e tiveram 10 filhos, sendo Carlos Vanildo Pires o mais velho (meu pai) que o ajudou nas décadas de 1930 e 1940 a implantar e administrar a usina de fornecimento de energia e água para o município de Afogados da Ingazeira, e uma fábrica de caroá em Floresta do Navio (PE).

Na década de 1920 passou a trabalhar na Sanbra (Sociedade Algodoeira do NE brasileiro), e tornou-se agente de desenvolvimento da Cia.
Passou a morar inicialmente em Arcoverde (antiga Rio Branco), depois em Sertânia (Alagoa de Baixo) e por último Afogados da Ingazeira; sempre seguindo o avanço da estrada de ferro da Great Western.

Retornando a sua cidade natal desistiu de continuar na função, porém continuou ligado à empresa comercializando algodão para a mesma.

Nessa época comprou a fazenda Água Branca, com área de aproximadamente 1.000 ha, nos municípios de Afogados da Ingazeira e Iguaracy, e fixou residência por lá.
Proprietário de armazém e casa em Afogados da Ingazeira, e imóveis em Iguaracy e no Recife, era conhecido por Severino Pereira ou Severino Pires.
Faleceu com 82 anos em 1976, em sua residência, no Recife.

(Esse pequeno histórico do ilustre afogadense, foi-nos enviado por Paulo Pires, seu neto, a pedido nosso.)

Fotos de dois momentos da sua vida...

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 2-março-2022 / 14:01:58

Na Torre

Se pudesse deter o relógio do tempo, retrocederia nas horas maravilhosas que se escoaram sob meus olhos extasiados. Ser acordada por andorinhas em algazarra, incansáveis, na sua trajetória, mundo afora. Voando com seu trissado insistente, à cata de comida e calor ao redor da torre da catedral afogadense, bela e acolhedora, que para se rebelar dessa enxurrada, clamava o badalar do relógio, tão altivo e forte, dava as horas festejando com furor o dia a correr.
As andorinhas, então, alçavam voo, fugiam ao entardecer, desapareciam no espaço, sem que nessa hora a saudade florescesse dentro de mim.
É vão o desejo de reter o carrossel da vida, congelar as horas e parar de correr contra a luz do tempo que jamais se esgota. Perco-me ao olhar para o voo de outras aves que substituíram minhas andorinhas. E debruçada no portão da vida, fico à espera do que virá, nos sonhos que vivi, nas fantasias que me faziam delirar, e desejar ser uma andorinha, perdida no azul dos céus do meu sertão.
(Maria Lúcia de Araújo Nogueira, 22/02/2022)

Maria Lucia de Araújo Nogueira
Recife, PE Brasil - 28-fevereiro-2022 / 11:17:58

Mais um contemporâneo/amigo de infância se foi...
Toinho Feitosa sentou nos bancos do Grupo Escolar Padre Carlos Cottart juntamente comigo, nos anos 1950 e início dos anos 1960.
Algumas poucas vezes, quando em Afogados da Ingazeira, nos encontrávamos para um bom bate-papo...
Toinho, que estejas desfrutando da Glória Eterna!
Aos teus familiares, a nossa solidariedade.

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 23-fevereiro-2022 / 10:49:17


Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 22-fevereiro-2022 / 20:17:56

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Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 22-fevereiro-2022 / 20:13:55


Faleceu neste domingo 20, no Recife, aos 53 anos de idade, a senhora Vanuza Veras Valadares.
Toninho e filhos, recebam nossa solidariedade.

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 20-fevereiro-2022 / 9:24:43


Fomos informados, há pouco, por Tiziu, do passamento do amigo Nivaldo Inácio da Silva, aos 72 anos (07.09.1949), ocorrido nas primeiras horas deste domingo 20, por infarto fulminante, em sua residência rural.
Aos familiares, nossas condolências.

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 20-fevereiro-2022 / 7:32:07
Fernando, estou quase acabando a leitura do vosso recente book; posso afirmar que estou adorando essa obra literária. A prova está que sou um propagandista da sua obra-prima.
Estou presenteando a minha sobrinha Rosilda, que reside em Riacho Fundo, na Ingazeira; ela está na expectativa para recebê-lo.
Até a próxima.

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Zezé, vou contatar Rosilda para ir buscar o livro na residência da minha família, vizinho ao Sindicato dos Trabalhadores Rurais, em Afogados da Ingazeira, pois ela vai sempre à cidade. Forte abraço. (Fernando Pires)

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Zezé de Moura <jojephd@yahoo.com>
Rosemead - Califórnia, CA EUA - 17-fevereiro-2022 / 9:47:48

Celebridades esquecidas

No cemitério São Judas Tadeu, na cidade de Afogados da Ingazeira, não sei onde estão. Só sei que passeando entre covas apertadas, vou olhando cruzes e grades na esperança de ler, numa inscrição de um túmulo qualquer, o nome de antigos moradores da cidade que a memória busca resgatar.

'Desmantelo', aquele que andava desmantelado, daí o nome, filho dileto de Antônio Sebinho e que merece uma açucena de lembrança. Quero pôr uma vela no chão bruto onde estão os restos mortais de Pedro 'Malavaia' (mala Velha), aquele que andava com um saco nas costas cheio de 'catrevagem'; era o terror das crianças.

Onde estão os ossos de 'Zé Doido'? Aquele que era brabo e imprevisível.
Quero adornar a cova de 'Coqueirão', aquela que em vida foi a mais adornada das mulheres? Que andava pintada, arrumada, sempre com um girassol em cima do peito esquerdo.

E 'DanJoão' (FOTO), aquele ancião, gordinho, cabelos grisalhos, com uma chapa de ferro na boca, cajado para ajudá-lo a andar, posto que era cego. Para você, afogadense, minhas orações.
'Júlio Barrão'... onde estão seus ossos, que articulados perambulavam nas ruas da cidade?
E 'Zé de Filó', também conhecido como 'Sovaquinho de Ouro', apelido que ele não aceitava. Era jogador de futebol. Que Deus o tenha.

E continuando o passeio, onde a vida se cala, procuro pela cova de 'Lode', aquele que andava na ponta dos pés? Gostava de água que passarinho não bebe. Será que está em paz?
'Para-Relógio', dizia-se que era tão feio, que quando passava o relógio parava. O relógio não parou quando ele se foi.
E a 'velha DaLuz'? Negra que botava água nas casas da cidade. Era da época dos escravos. Na velhice ficou demente, por isto sua zanga quando era perturbada por crianças e adultos.
E onde está 'Zé Pretinho', aquele que subia e descia ladeiras e ruas, falava e gesticula sozinho.

Onde estão tantos conterrâneos esquecidos na nossa memória?
O tempo, às vezes, insiste em nos fazer lembrar de pessoas que passaram por nossa vida e de certa forma fizeram parte dela, talvez na intenção de nos mostrar que devemos por eles orar, pois o lugar onde estão é o único local certo para onde todos nós iremos um dia.
(Maria Lúcia de Araújo Nogueira, 12/10/2006).

Maria Lucia de Araújo Nogueira
Recife, PE Brasil - 11-fevereiro-2022 / 13:14:08
Oi Fernando,
Minha sobrinha me informou haver recebido o livro e está entusiasmada com a leitura.
Quanto a mim, estive numa situação difícil e desagradável há alguns dias. Sai de casa às 12h20 e fui fazer uma caminhada que leva mais ou menos 40 minutos, mas, desta vez foi bem mais longo. Já estava de volta à minha rua, mas um pouco distante da minha casa, quando eu colapsei e cai na rua; não havia ninguém para me ajudar, quando finalmente ouvi vozes e resolvi pedir ajuda; eram três rapazes da vizinhança. Ele me ajudaram, chamaram emergência. Fiquei no quarto da emergência até às 18h30 da noite, quando o médico me liberou, e a Silvia veio me buscar.
Foram momentos bem desagradáveis, mas passou, graças a Deus.
Foi um alerta e sobrevivi, com a graça de Deus!
Até a próxima.

Zeze de Moura <jojephd@yahoo.com>
Rosemead , CA EUA - 9-fevereiro-2022 / 15:05:36
Caro amigo Fernando Pires,
Li com carinho o teu livro. Continuei impressionado com a riqueza de detalhes e o conservo ao meu lado porque dele me valho ainda nas minhas reflexões. Quantas lembranças, quantos amigos de tantos lugares, quantas coisas que não podemos nem devemos esquecer. Quantas pessoas que já não estão conosco... Pessoas que fizeram parte de meu mundo. Quisera ter tua paciência nas consultas de periódicos antigos que tanto enriqueceram teu trabalho.
Já estou em Anajatuba tentando reconstruir as coisas que deixei há quase dois anos. Rever coisas antigas me causaram uma gripe alérgica que luto para superar, pois, essas coisas, hoje, são minha história. O corrimento nas narinas me tira do sério. Parei a revisão do meu livro “Santa Maria de Anajatuba”. Tenho que consultar pessoas. O calor e as fortes chuvas não dão trégua. Mas vou adiante dentro das minhas limitações.
Aguarde meus contatos em breve.
Um grande abraço do
Mauro Rêgo

Mauro B. P. Rêgo
Anajatuba, MA Brasil - 6-fevereiro-2022 / 9:02:43

Oi Fernando, cá estou novamente depois de uma breve ausência.

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Caro Zezé, os Correios informam que entregaram o livro à sua sobrinha, no Rio de Janeiro, no dia 2 de fevereiro. Fineza confirmar. (Fernando Pires)
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Zeze de Moura <jojephd@Yahoo.com>
Rosemead, CA EUA - 4-fevereiro-2022 / 16:28:30


Nesta segunda-feira 17, foi a óbito, aqui no Recife, aos 73 anos de idade (31.07.1948 - 17.01.2022), a conterrânea/amiga Zuleide Figueiredo da Fonseca (Leda).
O corpo foi transladado para Afogados da Ingazeira, onde será sepultado.

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 18-janeiro-2022 / 16:14:26
Caro amigo Fernando, aqui estou novamente para te informar de que o teu livro tem apreendido a minha curiosidade e atenção desde que o recebi. E sem duvida estou no processo contínuo de descobrir as belezas do povo sertanejo que me ajuda a viver tão distante, vivendo das coisas que apresentas neste Afogados da Ingazeira - Páginas da sua história.
Falando com minha sobrinha, filha de Tarcísio meu irmão, e residente no Rio de Janeiro, ela mostrou interesse pelo livro; eu imediatamente ofereci enviar-lhe um exemplar e ela ficou encantada com a ideia. Isto modificou a remessa monetária que estou a te enviar. Espero não haver problema. O total que estou remetendo é de $40,00 quarenta dólares.

Zezé de Moura <jojephd@yahoo.com>
Rosemead - Califórnia, CA EUA - 14-janeiro-2022 / 21:39:14
Fernando, quero agradecer ao meu primo Leônidas Siqueira a indicação do seu livro Afogados da Ingazeira - Páginas da sua história, e aproveitar para parabenizá-lo pelo grandioso e perseverante documento, que, com sabedoria, deixa para todos os seus conterrâneos um legado infalível e perfeito.
Obrigado.

Nivon Siqueira
Maceió, AL Brasil - 14-janeiro-2022 / 17:23:00

Cícero Vasconcelos Galdino
27.03.1947 - 31.01.1991

Há 31 anos, Cícero passou a ser saudade para familiares e amigos.
Filho do casal José Galdino Sobrinho (em memória) e Eufrasina Godê de Vasconcelos, nasceu numa quinta-feira, 27 de março de 1947. Era o primogênito da família de 8 irmãos: Pina, Dada, Côca, Gena, Graças, Baia e Sandra.
Iniciou seus estudos nas Escolas Reunidas Dona Anna Mello, depois no Grupo Escolar Pe. Carlos Cottart e, em seguida, no Ginásio Mons. Pinto de Campos.
Um jovem feliz, exercia a profissão de contador; curtia a vida de modo saudável. Durante alguns anos viveu na capital pernambucana, com os familiares, que para lá se mudaram, retornando algum tempo depois para Afogados da Ingazeira.
Tendo conhecido a jovem Maria das Mercês Pereira Soares, depois de algum tempo de namoro, se casaram no dia 23 de junho de 1984 na Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios. Foram felizes durante os seis anos de convivência, mesmo carregando consigo o 'diabetes' que lhe massacrava dia a dia.
A doença o deixou prostrado por alguns anos e, no dia 31 de janeiro de 1991, aos 44 anos, não resistindo, faleceu.
Está sepultado no Cemitério São Judas Tadeu, em Afogados da Ingazeira.

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 12-janeiro-2022 / 12:02:29
Nesta manhã Socorro Góes me informou que, ontem, domingo 2 de janeiro, às 23h, a sua irmã Maria Aparecida de Góes Sousa, Cida, foi a óbito, depois de um longo período de sofrimento.
Cida [31.03.1959 - 12.02.2022], filha do sargento Pedro Góes e Toinha Góes, completaria 63 anos em fevereiro.
O velório será das 13h às 14h no cemitério da Vila Formosa, São Paulo. A entrada é pelo segundo portão da Rua João XXIII.

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Socorro Góes informa que a
MISSA DE 7º DIA por Maria Aparecida de Góes Sousa será celebrada no dia 8, sábado, às 8h30, na Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios, em Afogados da Ingazeira.
E em Tabira, na Igreja Matriz de Nossa Senhora dos Remédios, às 8h no dia 9 de janeiro, domingo.

Agradece antecipadamente aos familiares e amigos pela presença.

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 3-janeiro-2022 / 10:02:59


Missa de 7º dia, em memória de BETA PIRES


Será realizada nesta segunda-feira, 3 de janeiro, às 19h, no Seminário São Judas Tadeu, em Afogados da Ingazeira.

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 2-janeiro-2022 / 16:23:58

Fernando, estou lendo o livro, encantado com o seu trabalho como historiador e a riqueza de detalhes e fatos através da pesquisa que você, nos proporciona, sem dúvida não apenas um livro, mas um documento histórico que retrata a pujança, obstinação e coragem do nosso povo em todos os segmentos da sociedade.
Abraços

Elias Mariano
Afogados da Ingazeira, PE Brasil - 1-janeiro-2022 / 12:37:55


Fernando, me orienta como comprar seu novo livro "Afogados da Ingazeira - Páginas da sua história".

Fabio <fabiosospiscinas@outlook.com>
Afogados da Ingazeira, PE Brasil - 31-dezembro-2021 / 8:19:45


Nesta tarde de quarta-feira 29, faleceu, na cidade de Caruaru, Magda Maria Mascena Pires, aos 68 anos de idade.
O corpo será sepultado em Tabira, sua cidade natal, mas, antes será velado na Casa de Velórios Plafan, em Afogados da Ingazeira, para a despedida dos amigos afogadenses.
Aldinho, Rubens, Rodrigo e Roberta, recebam nossa sincera solidariedade.

Fernando Pires <fernandopires1@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 29-dezembro-2021 / 20:54:27
Tia Betinha deixou esse plano para se juntar aos seus outros amores em sua morada eterna. Aos que ficam restarão saudades e boas lembranças. Nunca esquecerei dos lindos laços feitos por ela que me adornaram durante a infância! Meu caloroso abraço para todos os familiares, em especial para Mone, Rita, Fatinha, Júnior e Mozart.

Clebia Cleriane P. Rabelo <clebiac@hotmail.com>
Recife, PE Brasil - 29-dezembro-2021 / 11:47:26
Meus sentimentos ao Júnior Finfa e demais familiares pela irreparável perda de dona Betinha Pires.

Rinaldo Remigio <rinaldo.remigio@facape.br>
Petrolina, PE Brasil - 29-dezembro-2021 / 7:49:21
Fernando, ainda abalada com a perda de mamãe, recebo a notícia do passamento dona Beta, vizinha e amiga dos meus pais. Foi também minha professora, no primário, e com 18 anos fui trabalhar, como substituta, na secretaria do Colégio Normal e lá estava ela a me apoiar e orientar.
Por sua interferência, papai consentiu que eu fosse estudar em Arcoverde, desde que ficasse com ela e assim o foi.
Doce Betinha. Quanta delicadeza nos seus trabalhos manuais. Uma perda imensa.
Que ela descanse na paz de Deus.

Lúcia Nogueira
Recife, PE Brasil - 29-dezembro-2021 / 7:23:05
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